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Testemunho: pastor diz que música gospel o ajudou a deixar a homossexualidade; Assista

Testemunhos de pessoas que se descrevem como ex-homossexuais e que afirmam terem abandonado a prática através do Evangelho vêm se tornando cada vez mais comuns nos últimos anos, com a intensificação do debate entre cristãos e ativistas gays. O pastor Donnie McClurkin é mais uma voz que se junta ao coro dos que são gratos pela “libertação” da homossexualidade.

O testemunho de McClurkin vem percorrendo o mundo desde que ele revelou que foi tocado pela música gospel, e que através dela, abandonou a homossexualidade. De acordo com o pastor, música e oração formaram a receita que recuperaram sua heterossexualidade.

“Deus usou a música livre de toda a escravidão gradualmente, até que o que as pessoas pensavam de mim deixou de importar, e eu pude passar por cima da opinião das pessoas, superei o espírito de rejeição, e pude ver em mim que os outros não têm como eu”, afirmou McClurkin.

Sobre o início na homossexualidade, o pastor afirmou que as vozes que diziam que era certo eram mais presentes do que as que diziam ser errado: “As pessoas me disseram que eu poderia fazer. Eles não me disseram quem eu era, nunca foi dito que eu poderia desenvolver meu potencial. Eu coloquei as algemas e me limitei”.

O pastor afirmou que teve problemas emocionais em sua juventude, incluindo a morte de um irmão, abuso de drogas na família, abuso sexual que sofreu de seu tio e, posteriormente, pelo primo, e que isso influenciou na sua opção homossexual mais à frente. “Eu já passei por isso e tenho experimentado o poder de Deus para mudar o meu estilo de vida, e eu sei que Deus pode dar isso a outros também”, concluiu o pastor Donnie McClurkin.

Confira o testemunho do pastor no vídeo (em inglês) abaixo:

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Escritora conta testemunho de encontro com anjo após grave acidente de carro: “Ele me curou”

Um acidente de carro proporcionou uma experiência espiritual marcante a uma mulher, que alega ter tido um encontro com um anjo enquanto ficou inconsciente. Seu testemunho agora tem sido espalhado pelo mundo todo através do livro Angels in The Fire (“Anjos no fogo”, em tradução livre).

Segundo Tracey Stadler, ela e o marido estiveram muito próximos da morte no dia em que seu carro foi atingido por um motorista embriagado. Enquanto estavam presos nos destroços, ela e o marido tiveram alguns instantes de luta pela sobrevivência, e algumas trocas de olhares que confessavam o desespero diante da morte iminente.

A escritora contou à rede de TV CBN que sentia a fumaça do couro que revestia o interior do carro em chamas, além do cheiro da própria pele queimando. Motoristas de outros carros pararam para ajudar, e num esforço coletivo, conseguiram quebrar o vidro dianteiro e ter acesso ao local onde estava seu marido, Dann.

Enquanto ele era resgatado, Tracey chegou à conclusão de que morreria: “Eu sabia que eu ia começar a arder muito em breve, porque eu não conseguia respirar. Eu podia sentir meus pulmões queimando. Eu pensei: ‘É isso. Estou indo embora’. E assim eu orava. Eu disse palavras que nunca imaginaria que estavam em minha mente. Eu disse: ‘Pai, eu oro para que Tu me perdoe pelos meus pecados. Você disse que tem muitas mansões no céu e eu oro que tenha uma para mim’, e disse: ‘Por favor, não me deixe queimar até a morte’. E então eu olhei para cima e lá estava ele”, afirmou a escritor, referindo-se ao anjo.

“Quando digo ‘ele’, é porque era uma pessoa que eu sabia que não era deste mundo. Ele era uma pessoa enviada pelos céus de uma forma angelical. E nesse ponto ele simplesmente me levantou e eu fui com ele. Ele me puxou para fora e começamos a ficar mais longe do local do acidente. Nesse ponto, eu sei que eu deixei o meu corpo. Ele me disse que eu poderia olhar para trás, se eu quisesse, mas eu não queria. E quanto mais tomávamos distância do local do acidente, mais paz eu sentia. E o amor? O amor não pode ser explicado; somos muito limitados em nossas palavras. Ele não poderia ser explicado em termos humanos. Não havia dor, sem remorso, só expectativa. A única coisa que importava era a minha relação com Cristo. E eu senti como se estivesse nos braços de Deus, do próprio Jesus Cristo”, testemunhou Tracey.

Durante o encontro angelical da escritora, ela afirmou que em determinado momento chegou à conclusão de que precisava voltar para criar sua filha: “Eu sabia que eu ia ver a face de Deus. Eu sabia. Mas eu não podia deixar que Megan crescesse sozinha. E começamos a descer, e isso foi apenas o oposto de subir. Foi difícil. Estava frio. Foi rápido, e era doloroso voltar”, revelou.

Ela contou ainda que ao retornar ao seu corpo quebrado e queimado, ouviu a equipe de resgate comentar que tinham visto um homem sair do mato e ir até o carro. Seu marido, Dann,  confirmou o relato: “E eles o viram chegar cada vez mais perto do carro e ele parecia ter um brilho sobre si. E ao mesmo tempo, havia um outro homem que estava por trás de tudo isso acontecendo. Este homem estava orando fervorosamente pelo nosso resgate e nossa recuperação. Segundo ele, quando o anjo apareceu, ele estava de joelhos porque sentiu o poder de cura de Jesus Cristo de forma tão intensa que simplesmente foi dominado. Uma das equipes de resgate foi capaz de libertar Tracey, e foi aí que ele disse que ela era parecia leve como uma pluma. Ela apareceu apenas essencialmente a direita em suas mãos. Quando o anjo estava lá, ele se inclinou sobre ela, e ele colocou as mãos sobre o rosto”, relatou Dann, reproduzindo o depoimento do homem que presenciou o resgate e intercedeu por suas vidas.

Tracey revela que o anjo se dirigiu a ela para tranquilizá-la: “Ele tirou as mãos e eu sabia que ele estava me curando. E ele disse, ‘Tracey, tudo vai ficar bem’. Ele me curou”, contou a escritora.

Dann acrescentou que, depois de tirarem sua esposa do carro, o anjo o disse: “Cuide de Tracey”, e fez uma observação: “Ninguém sabia os nossos nomes nesse momento. A bolsa de Tracey estava no carro queimado. Ela foi retirada inconsciente do carro. Eu não tinha falado o nome dela, Tracey não tinha falado o nome dela, então para ele saber o nome dela, ele só poderia ter sido enviado do céu”.

Em resumo a escritora afirma que hoje “reconhece o fato de que Deus está conosco todos os dias, através de tudo; nas mínimas coisas, Ele está lá”.

Por Tiago Chagas | Fonte:Gospel+

Sequestrador liberta menino que não parava de cantar música gospel

Um menino de apenas dez anos de idade foi libertado de um sequestro de uma maneira inusitada. Após cantar por três horas a música gospel “Every Praise” [Todo Louvor].

Willie Myrick estava no quintal de sua casa na região de Atlanta, nos Estados Unidos, quando foi agarrado e colocado dentro de um carro. Assustado, começou a cantar e mesmo quando o sequestrador o xingava e mandava ele parar. Ele não obedeceu.

Após cerca de três horas cantando, o sequestrador o soltou perto de casa, exigindo que o menino não contasse nada para ninguém. Willie correu até a casa de um conhecido e pediu para que ligassem para seus pais.

O ocorrido já tem quase um mês, mas esta semana tomou força na mídia após o autor da canção de louvor, Hezekiah Walker, ter viajado até Atlanta para se encontrar com Willie. “Eu só queria abraçá-lo e dizer-lhe que eu o amo”, afirmou Walker. O cantou acredita que Deus usou sua música para salvar a vida do menino.

O refrão de “Every Praise” diz: “Deus meu curador. Deus meu libertador. Sim, Ele é, sim, Ele é (x2). Todo louvor e cada louvor (x2). É para o nosso Deus”.

O pequeno Willie Myrick recontou a história na Igreja Batista Mount Carmel, onde sua família é membro. Além de compartilhar seu testemunho em diferentes templos, eles fazem um alerta para que os pais vigiem os filhos em todo o tempo. Explicam ainda não saber por que isso aconteceu com eles, pois não são ricos.

A polícia afirma não ter pistas sobre o suspeito, mas divulgou um retrato falado usando as informações dadas pelo menino.

Fonte:GospelPrime

Dagoberto, jogador do Cruzeiro, conta seu testemunho de conversão e diz: “Aceitar Jesus não significa que a vida será um mar de rosas”

O atacante Dagoberto, do Cruzeiro, concedeu uma entrevista falando sobre sua conversão ao Evangelho e das dificuldades encontradas na profissão, que o levaram a buscar mais a Deus. Durante o culto “Enchendo a Bola”, na Igreja Batista da Lagoinha (IBL), o jogador contou seu testemunho ao pastor Roger Martins.

Jogador rápido e habilidoso, Dagoberto teve um início de carreira marcado por contusões sérias no Atlético Paranaense. Brigado com a direção do clube curitibano, se transferiu para o São Paulo Futebol Clube, onde foi bicampeão brasileiro. Com uma curta passagem pelo Sport Club Internacional, de Porto Alegre, em 2012, acabou transferido para o Cruzeiro, onde voltou a ser campeão brasileiro em 2013.

O momento de sua conversão, segundo Dagoberto, foi marcado por problemas pessoais no tricolor paulista: “Eu estava vivendo um momento pessoal muito difícil no São Paulo. Além de alguns amigos, minha esposa e minha mãe foram as pessoas que me deram força na ocasião. Minha esposa, por meio de sua calma e de suas palavras de ânimo, sempre procurava me ajudar. Já minha mãe, certo dia, ao me ver desanimado e triste, me perguntou qual era o meu sonho. Eu disse a ela que o meu sonho era ser jogador de futebol do São Paulo. Ela, então, me disse – ‘Filho, você já é um jogador de futebol do São Paulo. O que você precisa é acreditar em quem realmente é; e eu sei de uma pessoa que pode fazer você acreditar em si mesmo e te ajudar a compor sua história no futebol. Essa pessoa é Cristo’. Naquele dia, aceitei Jesus como Senhor e Salvador da minha vida”, afirmou o atacante.

O jogador demonstrou compreensão do que realmente significa a caminhada cristã, e disse que aceitar Jesus não é sinônimo de vida fácil: “Quando aceitamos Jesus, pensamos que tudo será um ‘mar de rosas’ em nossas vidas, mas não é assim. As lutas aparecem, mas temos que permanecer firmes. Temos que buscar cada vez mais a presença do Senhor, orar e nos relacionar com pessoas que realmente podem nos ajudar na caminhada com Cristo”.

Dagoberto ressaltou que “ser cristão não é fácil, mas não podemos desanimar diante das dificuldades que encontramos na vida”. Para ele, essa postura é o que define o caráter cristão: “A cada dia, temos que pedir ao Senhor que nos ajude a melhorar como pessoa. Sempre peço a Ele que renove os meus pensamentos, que mude a minha conduta, e que eu esteja sempre disposto a aprender, entender e colocar em prática os ensinamentos que estão em Sua Palavra”, pontuou.

Questionado sobre seu futuro após o fim da carreira como jogador, Dagoberto disse estar despreocupado quanto a isso: “Treinador, eu sei que não vou ser. Mas, acredito que, no momento em que deixar o futebol, o Senhor me orientará e saberei exatamente o que fazer”.

Por Tiago Chagas | Fonte: Gospel+

Scott Stapp, vocalista do Creed, conta testemunho de reabilitação de vícios e diz: “Clamei a Deus por ajuda”

Scott Stapp, vocalista da banda Creed, contou sua experiência de luta contra os vícios e afirmou que mesmo quando estava no fundo do poço emocional, não deixou de crer em Deus.

Stapp teve problemas com álcool e vício em remédios depois que sofreu um grave acidente de carro em 2002. Até então, era um músico de origens cristãs que havia sido alçado ao sucesso mundial com a venda de mais de 60 milhões de álbuns durante o final dos anos 1990.

“[A fama] amplificou todos os meus problemas. Ela fez cada problema na minha vida ser muito maior, como se eu estivesse sob um microscópio. Mesmo sua família e amigos passam a olhar para você de forma diferente”, afirmou Stapp, segundo informações do Religion News Service.

Em 2006, o músico caiu de uma varanda de um hotel em Miami, e fraturou o crânio e outros ossos. Em sua autobiografia publicada em 2012, “Sinners Creed” (um trocadilho com o nome da banda que pode ser traduzido como “Pecados de um Crente”), Stapp revelou que se o rapper TI não o tivesse encontrado, hoje ele estaria morto.

A virada na sua vida começou numa madrugada em que se viu prostrado de joelhos no jardim de sua casa. “Eu acho que em algum nível eu tinha que ser quebrado a ponto de uma rendição completa, onde eu já não dependesse de mim ou qualquer outra pessoa, e eu só tivesse um lugar para ir. E eu clamei a Deus por ajuda, e naquele momento foi quando a minha vida começou a mudar”, contou.

Agora aos 40 anos, reabilitado, Scott Stapp se prepara para compartilhar seu testemunho com o novo álbum solo “Proof of Life” (“Prova de Vida”, em tradução livre) e diz que os únicos remédios que toma é estar cercado pela esposa e seus três filhos, uma corrida matinal diária de cinco quilômetros, e buscar a Deus.

O roqueiro disse que resolveu os conflitos que permaneciam por ter sido criado em uma família cristã fundamentalista e rigorosa, conduzida por um padrasto espiritualmente “abusivo”. Stapp diz que agora entende que seu padrasto pensava estar fazendo a coisa certa ao impor padrões cristãos legalistas, e deixando ausente “o amor que Paulo descreve em sua carta aos Coríntios: ‘O amor é paciente, o amor é bondoso… Não se irrita facilmente’”.

Fonte:Gospel+

Ex-pastor que sobreviveu ao incêndio da boate Kiss dá seu testemunho

O ex-pastor da Igreja Universal do Reino de Deus que sobreviveu ao incêndio da boate Kiss, em Santa Maria (RS), foi até o Cenáculo do Rio de Janeiro contar seu testemunho. Mateus estava acompanhado de sua mãe, Medianeira, e juntos relataram o que presenciaram na madrugada do dia 27 de janeiro.

O jovem contou que era pastor e foi influenciado por uma obreira a perder a fé, deixando de orar, de ler a Bíblia até que eles tiveram um relacionamento amoroso. Além de perder o cargo o jovem acabou se desviando da igreja passando a ter amigos com jovens não-cristãos.

No dia do incêndio, Mateus estava acompanhado por amigos e por sua namorada, mas no momento que o teto pegou fogo ele estava do lado de fora atendendo ao telefone. O ex-pastor perdeu 56 amigos e também a namorada que morreu no local.

Ao tentar salvar as pessoas que estavam dentro da boate Kiss, o jovem começou a se lembrar dos momentos que teve com Deus e acabou aceitando voltar para a Igreja Universal.

Assista o testemunho:

Fonte:GospelPrime