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Testemunho: pastor diz que música gospel o ajudou a deixar a homossexualidade; Assista

Testemunhos de pessoas que se descrevem como ex-homossexuais e que afirmam terem abandonado a prática através do Evangelho vêm se tornando cada vez mais comuns nos últimos anos, com a intensificação do debate entre cristãos e ativistas gays. O pastor Donnie McClurkin é mais uma voz que se junta ao coro dos que são gratos pela “libertação” da homossexualidade.

O testemunho de McClurkin vem percorrendo o mundo desde que ele revelou que foi tocado pela música gospel, e que através dela, abandonou a homossexualidade. De acordo com o pastor, música e oração formaram a receita que recuperaram sua heterossexualidade.

“Deus usou a música livre de toda a escravidão gradualmente, até que o que as pessoas pensavam de mim deixou de importar, e eu pude passar por cima da opinião das pessoas, superei o espírito de rejeição, e pude ver em mim que os outros não têm como eu”, afirmou McClurkin.

Sobre o início na homossexualidade, o pastor afirmou que as vozes que diziam que era certo eram mais presentes do que as que diziam ser errado: “As pessoas me disseram que eu poderia fazer. Eles não me disseram quem eu era, nunca foi dito que eu poderia desenvolver meu potencial. Eu coloquei as algemas e me limitei”.

O pastor afirmou que teve problemas emocionais em sua juventude, incluindo a morte de um irmão, abuso de drogas na família, abuso sexual que sofreu de seu tio e, posteriormente, pelo primo, e que isso influenciou na sua opção homossexual mais à frente. “Eu já passei por isso e tenho experimentado o poder de Deus para mudar o meu estilo de vida, e eu sei que Deus pode dar isso a outros também”, concluiu o pastor Donnie McClurkin.

Confira o testemunho do pastor no vídeo (em inglês) abaixo:

Cláudio Duarte fala sobre casamento e sexualidade no Ratinho

O pastor Claudio Duarte esteve no “Programa do Ratinho” nesta quinta-feira (24) participando do quadro “Dois Dedos de Prosa”.

Essa foi a segunda vez que o pastor evangélico esteve na atração do SBT falando principalmente de sexo e família, mostrando como deve ser o relacionamento de acordo com a Bíblia.

Logo no começo da conversa, Duarte deixou claro ao apresentador Carlos Massa que só fala sobre sexo e casamento nas palestras, e não nos cultos.

Ao longo do programa o pastor respondeu perguntas da produção, dos telespectadores e da plateia do programa, sempre se baseando na Bíblia para solucionar as dúvidas apresentadas.
Uma delas foi a respeito das fantasias sexuais. “Eu não vejo restrição nenhuma nas fantasias, desde que o objeto de desejo seja o corpo do cônjuge”, afirmou.

Outra dúvida levantada foi se o sexo oral é pecado. “Tem um texto em I Pedro 3:7 que diz que você deve se relacionar sexualmente com sua mulher com entendimento. No meu posicionamento sexo oral é entre você e sua mulher e ninguém tem nada a ver com isso”, disse ele.

Ratinho deixou claro que o tema do programa seria sexo por ser um tema polêmico que dá ibope. Inclusive ele comentou que a primeira participação de Cláudio Duarte no programa foi um sucesso.

O pastor também precisou responder a respeito da relação homossexual. Ao falar que todos os seus conselhos são bíblicos, Cláudio Duarte afirmou que sim, a relação homossexual não é aceita, mas que isso não lhe dá permissões para agredir moralmente os homossexuais.

“A Bíblia me orienta a não aceitar [a prática homossexual]. Isso não me dá direito de segregar ninguém, de usar palavras pejorativas, de diminuir as pessoas. Só que, como eu estou baseado biblicamente, não aceito”, afirmou.

Ainda sobre o tema, ele falou que como pastor ele entende que todas as pessoas precisam ter um encontro com Cristo, e depois desse encontro as pessoas entenderão o que é certo e o que é errado.

Assista o programa completo:

Fonte:GospelPrime

Pastor Silas Malafaia critica pais e líderes que não falam sobre masturbação com jovens e diz: “É pecado”

Masturbação é uma prática que, independentemente da religião, é adotada por muitos adolescentes, impulsionados pelos hormônios e pela falta de orientação e abordagem correta de pais e conselheiros. Sobre o assunto, o pastor Silas Malafaia publicou um artigo com o título “Masturbação é ou não uma prática pecaminosa?”.

No texto, Malafaia  – que é psicólogo – ressaltou que “abordar o tema masturbação à luz da Palavra de Deus não é algo simples”, e que por isso, muitos pais, líderes de jovens e pastores fogem da responsabilidade sobre o assunto, e isso resulta em desinformação. “A consequência disso é que alguns desses jovens, desinformados, poderão adotar tal prática, sucumbindo à culpa neurótica ou refugiando-se na educação secular e em padrões mundanos, que contrariam os princípios que Deus estabeleceu para o desenvolvimento sadio e equilibrado do ser humano. Isso traz sérios problemas à vida espiritual, psíquica e emocional”, ponderou o pastor.

“A masturbação é uma prática pecaminosa à luz da Palavra de Deus”, delineou o pastor, acrescentando que “talvez a maior dificuldade de alguns para lidar com a questão seja a inegável realidade da explosão hormonal na puberdade e o fato de a Bíblia não proibir explicitamente esta prática”.

No entanto, Malafaia ressalta que a ausência da proibição explícita “não nos impede de deliberar sobre o assunto, com base em textos mais genéricos, como os que estão em Gênesis 2.24, 38.6-8, Romanos 6.12, 1 Coríntios 6.12 e 1 Tessalonicenses 4.3-5”.

“Alguém consegue masturbar-se sem imaginar um ato sexual, sem ter fantasias eróticas e sem deixar-se dominar pela lascívia ou pela luxúria? Após ceder à masturbação, a pessoa consegue ficar isenta da vergonha e da culpa?”, questionou o pastor. Com esse raciocínio, Malafaia sugere que o estímulo a partir da imaginação do sexo com outra pessoa é tão pecado quanto a prática real fora do casamento.

“Deus criou o homem e a mulher. Eles foram criados com órgãos genitais distintos e a libido, o desejo de união sexual, a fim de saciarem os seus desejos mais íntimos de companhia, de intimidade e de afetividade — necessidades que só são plenamente satisfeitas a partir do casamento, da união legal entre um homem e uma mulher que deixaram afetiva, econômica e geograficamente os pais, ou seja, que atingiram a maturidade. Sendo assim, o ato pelo qual alguém exercita sua sexualidade solitariamente, proporcionando a si mesmo o orgasmo, é uma prática contrária ao projeto de Deus para a vida do ser humano”, conceitua o pastor.

Em sua conclusão, o pastor afirma que “Deus dotou o ser humano com um código moral, e toda vez que o infringimos há tristeza, dor, culpa, porque o salário do pecado é a morte (Romanos 6.23)”, acrescentando que “quando uma pessoa é subjugada por algo, ainda que seja um desejo legítimo, ela se torna escrava (2 Pedro 2.19)”.

“Superprofeta” visita o Brasil e alerta para invasão de insetos no país

O pastor David Owuor já foi chamado de “profeta da chuva” e de “superprofeta” por ter anunciado grandes tragédias, como os furações Katrina e Irene, que destruiu parte dos Estados Unidos, além do terremoto que, em 2010, devastou o Haiti, meses antes de ocorrerem. Na África é conhecido por “chamar” a chuva com suas orações.

“Em alguns eventos ele orou para chover e choveu. O mais conhecido foi em 2011, na Nigéria. Dez dias antes de uma conferência que faria, David começou a noticiar que haveria uma chuva na data. Ele registrou isso. Gravou em uma rádio local e colocou no Youtube. Era um período de seca. No dia da conferência foi uma grande multidão e, durante o evento, com sol escaldante e céu brilhante, choveu forte por mais de uma hora”, explica o pastor Gladiston Amorim, 51 anos, do Ministério Atos de Justiça.

Ele coordenou a primeira vinda de David ao Brasil assegurando que “em nível de ofício profético talvez não exista outro”. Acrescenta que Owour tem um ministério de milagres, tendo testemunhos gravados de paralíticos, cegos, surdos mudos, leprosos e portadores de HIV.

Sempre vestido de roupas brancas e com sua característica barba comprida, Owur largou uma bem sucedida carreira de cientista médico para pregar o evangelho.  Esta semana ele foi o destaque na “Conferência de Arrependimento e Santidade – A preparação para a vinda do Messias”, evento evangélicos em Campo Grande.

Marcada para os dias 25 e 26 de março, no Parque das Nações Indígenas, a cruzada reuniu cerca de 10 mil pessoas.

Os organizadores afirmam que 50 igrejas evangélicas e 138 pastores do Mato Grosso do Sul se mobilizaram durante os últimos meses para preparar a vinda de Owuor.  Ontem foi o encerramento de sua visita ao país.  Ela já passou este mês por São Paulo e Rio de Janeiro, mas em eventos fechados, apenas para pastores.

Nas duas cidades, ele profetizou uma “invasão” de insetos no Brasil. O bispo Carlos Ferreira, 55, explica: “Ele falou que vem uma grande nuvem de insetos, que vai tomar conta das casas, caso a Igreja, as pessoas, que não se arrependam. Isso pode ser literalmente uma praga ou uma tragédia como consequência do pecado. É melhor não facilitar”.

No continente africano, o pastor Owur já levou essa mensagem a outros países. Mas ele também trouxe uma boa notícia. Segundo o material divulgado, o profeta anunciou que a igreja, “no Brasil, já está preparada para um avivamento, um grande despertar”.

Alaíde Santana Lopes, de 75 anos, que foi de São Paulo até Campo Grande apenas para a conferência, disse que essa é a mensagem que o povo precisa ouvir: “Espero que o Brasil realmente se arrependa, a começar pelas esferas federal, estadual e municipal, porque Deus está voltando”.

Mesmo sabendo das críticas que receberia, inclusive de evangélicos, o bispo Ferreira explica que o evento teve “um grande diferencial”: o fato de Owuor não cobrar nada. “Deus o mandou e o povo de Campo Grande não pode deixar de receber essa unção… Ele paga a despesa dele e da equipe. Não recebe oferta e não cobra nada, porque tem uma mensagem para entregar. Ele paga para trazer essa mensagem”, ressalta.Com informações Campo Grande News.

Fonte:GospelPrime

Líderes evangélicos se posicionaram contra a lei estabelecida na Uganda que criminaliza a prática homossexual: “Nem tudo o que é pecado é crime”

Líderes evangélicos se posicionaram contra a lei estabelecida pelo governo de Uganda que criminaliza a prática homossexual e prevê pena de prisão perpétua para quem mantiver relações sexuais com pessoas do mesmo gênero.

De acordo com Russel D. Moore, presidente da Comissão de Liberdade de Ética Religiosa, e Andrew Walker, diretor de estudos políticos da mesma entidade, um governo que criminaliza a homossexualidade “ultrapassou seus limites de forma drástica e injusta”.

A opinião foi externada num comunicado divulgado recentemente pela entidade, que é ligada à Convenção das Igrejas Batistas do Sul dos Estados Unidos.

No texto, os líderes fazem questão de frisar que mantém-se alinhados a visão bíblica da sexualidade, mas que a homossexualidade não deveria ser alvo de legislações.

“A sexualidade deve ser expressa somente dentro da união de uma só carne do casamento de um homem com uma mulher. Qualquer outra coisa é um pecado contra Deus. A igreja tem acreditado nisso, e sempre vai acreditar, porque a Bíblia ensina […] Ao mesmo tempo, acreditamos que leis criminalizando a atividade homossexual são injustas e uma afronta à imagem de Deus incorporada em todas as pessoas”, diz o comunicado.

A lei aprovada em Uganda no último 24 de fevereiro é similar a uma determinação implantada na Nigéria, onde está prevista a prisão por 10 anos para casais homossexuais que forem pegos beijando em público ou frequentando casas noturnas voltadas ao público gay.

Segundo informações do Urban Christian News, a Organização das Nações Unidas (ONU) contabiliza 78 países que têm leis que criminalizam o comportamento homossexual.

“Nem tudo o que é pecado é crime”, disseram os líderes evangélicos. “Sim, nós acreditamos que toda atividade sexual fora do casamento (definido por Jesus, não pelo Supremo Tribunal Federal) está errado. Também acreditamos que a resposta a esse pecado não é encontrado em algum estado policial, mas na boa notícia de que Deus reconcilia os pecadores como nós a si mesmo através do sangue derramado e a vida contínua em Jesus Cristo”, pontuaram Moore e Walker, antes de frisar que a missão dos cristãos “não é prender e perseguir aqueles que estão andando contrários às Escrituras, mas em vez disso a nossa missão é amar e persuadir. Nossa missão é sermos embaixadores da reconciliação – uma missão que exige tanto a definição de pecado e ofereça misericórdia (2 Coríntios 5:18-19). Isso não pode ser feito por meio da coerção ou ameaças de um estado policial, mas apenas pelo persuasivo. poder da convicção do Espírito Santo”.

Por Tiago Chagas |Fonte: Gospel+

“Deus abomina o pecado e o pecador”,Diz Paul Washer durante evento no Brasil

Durante o carnaval aconteceu em Campina Grande (PB), o 16° Encontro para a Consciência Cristã. Realizado pela VINACC (, o evento teve como um de seus principais preletores o pastor e missionário norte-americano Paul Washer, que falou sobre a visão de Deus a respeito do pecado e do pecador.

Em sua pregação, Washer prendeu a atenção do público presente na Representação do Tabernáculo Bíblico, e em uma de suas frases mais contundentes durante sua fala afirmou que quem vive um cristianismo superficial, carrega sobre si a ira de Deus.

– Ele [Deus] é amor, e isso é inegável. Mas Deus não é apenas amor. Ele é justiça e santidade! Por Ele ser santo, odeia o pecado; e por ser justo, Ele julgará os pecadores! – afirmou o pastor.

– Se você vive um cristianismo superficial, a ira de Deus está queimando sobre você! – completou Paul Washer.

Igor Sabino, membro da Igreja Presbiteriana de Campina Grande e colunista do Gospel+, comentou sobre a participação de Paul Washer no evento afirmando ter visto nele um “verdadeiro profeta da nossa geração, que abre a boca não para relatar sonhos e visões mentirosas a fim de enganar multidões, mas que abria a Bíblia para anunciar a graça e juízo de Deus sobre os pecadores”.

– Sinceramente nunca me esquecerei do que ouvi ontem, e ainda hoje ao lembrar, as lágrimas correm pelo meu rosto. O Paul me lembrou o quanto meu coração é depravado e imundo, o quanto eu sou falho e mesmo após a salvação preciso da graça de Deus para ser santo e vencer o pecado – afirmou Sabino, ao descrever a pregação de Washer.

– Como disse ele, às vezes é preciso que Deus dê um “pé na bunda” de seus filhos e os impeça de seguir seus próprios caminhos. Foi exatamente assim que me senti. Foi como se Deus me dissesse: “Já basta! Eu sei o que está por trás do seu extremismo, do seu aparente zelo por mim. Eu conheço o seu coração e vejo suas motivações erradas, o orgulho, a presunção. Mas está na hora de você cair do cavalo. Se eu te ofereci graça, porque você quer oferecer a Lei aos outros?” – completou.

Segundo Igor Sabino, além da sua pregação contundente Paul Washer demonstrou também nos bastidores do evento “o temor e tremor que ele sentia antes de pregar”, e também se mostrou um homem simples, desapegado aos bens materiais e ao luxo.

– Eu não choro porque não tenho coisas. Eu choro porque não sou com Jesus – afirmou o pastor em algumas ocasiões durante o evento.

Por Dan Martins | Fonte:Gospel+

“A masturbação é uma prática pecaminosa”, diz Silas Malafaia

A coluna “Pastor Silas Responde” desta semana trata de um assunto bastante polêmico e pouco discutido nas igrejas que é a masturbação. Ao falar sobre o tema, o pastor da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo usa a Bíblia para afirmar que a prática é pecaminosa.

O primeiro texto bíblico usado por Malafaia é Gênesis 2.24, o pastor ensina que o homem e a mulher foram criados para saciarem os desejos mais íntimos um do outro depois que estiverem casados. “Sendo assim, o ato pelo qual alguém exercita sua sexualidade solitariamente, proporcionando a si mesmo o orgasmo, é uma prática contrária ao projeto de Deus para a vida do ser humano.”

“Alguém consegue masturbar-se sem imaginar um ato sexual, sem ter fantasias eróticas e sem deixar-se dominar pela lascívia ou pela luxúria?”, questiona o pastor que lembra que é natural que depois de praticar a masturbação a pessoa se sinta triste e com culpa.

No texto publicado no site Verdade Gospel o pastor segue lembrando a história de Onã que tinha relações sexuais com sua esposa, mas derramava o sêmen na terra. “Era uma masturbação disfarçada. Por isso, outro nome que dão à masturbação é onanismo”.

Outros textos citados por Silas Malafaia para criticar a masturbação foram Romanos 6.23, 2 Pedro 2.19 e Romanos 6.12. Em suma, não apenas a masturbação, mas qualquer prática sexual sem o compromisso do casamento entre um homem e uma mulher está fora do projeto de Deus, é pecaminosa e traz consequências funestas para o ser humano.

Leia:

Masturbação é ou não uma prática pecaminosa?

Abordar o tema masturbação à luz da Palavra de Deus não é algo simples. E, por pastores, líderes e pais fugirem desta responsabilidade, não discutindo o assunto por medo, tabu ou falta de informação, o conflito na mente de muitos jovens persiste.

A consequência disso é que alguns desses jovens, desinformados, poderão adotar tal prática, sucumbindo à culpa neurótica ou refugiando-se na educação secular e em padrões mundanos, que contrariam os princípios que Deus estabeleceu para o desenvolvimento sadio e equilibrado do ser humano. Isso traz sérios problemas à vida espiritual, psíquica e emocional.

A masturbação é uma prática pecaminosa à luz da Palavra de Deus. E, talvez a maior dificuldade de alguns para lidar com a questão seja a inegável realidade da explosão hormonal na puberdade e o fato de a Bíblia não proibir explicitamente esta prática — o que não nos impede de deliberar sobre o assunto, com base em textos mais genéricos, como os que estão em Gênesis 2.24, 38.6-8, Romanos 6.12, 1 Coríntios 6.12 e 1 Tessalonicenses 4.3-5.

Em Gênesis 2.24, somos informados de que Deus criou o homem e a mulher. Eles foram criados com órgãos genitais distintos e a libido, o desejo de união sexual, a fim de saciarem os seus desejos mais íntimos de companhia, de intimidade e de afetividade — necessidades que só são plenamente satisfeitas a partir do casamento, da união legal entre um homem e uma mulher que deixaram afetiva, econômica e geograficamente os pais, ou seja, que atingiram a maturidade. Sendo assim, o ato pelo qual alguém exercita sua sexualidade solitariamente, proporcionando a si mesmo o orgasmo, é uma prática contrária ao projeto de Deus para a vida do ser humano.

Além disso, alguém consegue masturbar-se sem imaginar um ato sexual, sem ter fantasias eróticas e sem deixar-se dominar pela lascívia ou pela luxúria? Após ceder à masturbação, a pessoa consegue ficar isenta da vergonha e da culpa?

Em Gênesis 38.6-8, encontramos o caso de Onã, que, agindo de maneira egoísta, tinha relação sexual com a esposa, mas derramava o sêmen na terra. Era uma masturbação disfarçada. Por isso, outro nome que dão à masturbação é onanismo.

Deus dotou o ser humano com um código moral, e toda vez que o infringimos há tristeza, dor, culpa, porque o salário do pecado é a morte (Romanos 6.23). E quando uma pessoa é subjugada por algo, ainda que seja um desejo legítimo, ela se torna escrava (2 Pedro 2.19). Daí a recomendação de Paulo em Romanos 6.12: Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências. A conclusão do apóstolo é salutar: Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma (1 Coríntios 6.12).

Em suma, não apenas a masturbação, mas qualquer prática sexual sem o compromisso do casamento entre um homem e uma mulher está fora do projeto de Deus, é pecaminosa e traz consequências funestas para o ser humano.

Projeto de Lei garante direito de líderes religiosos ensinarem que homossexualismo é pecado

Uma possível aprovação do Projeto de Lei PLC 122/06, que tramita no Senado, e tem como tema central a criminalização da homofobia levanta a possibilidade, segundo alguns líderes políticos e religiosos, de que a simples manifestação de opinião contra a homossexualidade pode vir a ser interpretada como crime. Essa possibilidade teria impacto principalmente no meio das igrejas, que trazem em seus dogmas o ensinamento de que tal prática constitui pecado.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 4500/12, do ex-deputado Professor Victório Galli (PMDB-MT), que teria como objetivo impedir que religiosos sejam presos por causa de sua crença, ao propor uma garantia à liberdade de expressão religiosa em questões envolvendo a sexualidade.

De acordo com a Agência Câmara, Victório Galli afirma que o objetivo da medida é assegurar o direito constitucional de livre manifestação do pensamento. Segundo ele, se o PLC 122/06 for aprovado, o líder religioso que ensinar que o homossexualismo é pecado correrá o risco de ser preso.

– O cerceamento da liberdade de expressão durante a realização dos cultos representaria interferência indevida do poder público na atividade das igrejas, impedindo o pleno funcionamento dessas cerimônias e rituais religiosos, em ostensiva violação do mandamento constitucional – explica Victório Galli.

O PLC 122/06 atualmente está em análise na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, e o senador petista Paulo Paim (RS) prometeu que a proposta será aprovada ainda no ano de 2013.

– Vou trabalhar muito por esse projeto. 2013 vai ser o ano da aprovação do PLC 122 – declarou Paim, à Agência Senado.

O senador criticou ainda influência de líderes religiosos no andamento do projeto, e disse que “no Brasil, criou-se uma falsa polêmica entre liberdade de orientação sexual e liberdade religiosa”, o que, de acordo com ele “não tem fundamento e não interessa a ninguém”.

Fonte: Gospel+

Pastor responde a processo por “crimes contra a humanidade”

Começou nesta segunda-feira (7), em Massachusetts, o julgamento do pastor e advogado Scott Lively. Ele está sendo acusado de “crimes contra a humanidade” por ter apoiado a perseguição de gays e lésbicas em Uganda.
O líder evangélico norte-americano foi processado pela Organização Minorias Sexuais de Uganda, a qual alega que ele teve “participação ativa em uma conspiração para despojar os direitos fundamentais de pessoas LGBT, o que constitui perseguição”.
Este é o primeiro caso de responsabilização internacional por causa de perseguição baseada na orientação sexual e identidade de gênero a chegar até os tribunais americanos pelas mãos do Centro de Direitos Constitucionais.
De acordo com o jornal New York Times, o processo contra o Lively alega que ele “conspirou com líderes religiosos e políticos em Uganda para gerar uma histeria antigay, com falsas advertências que os gays iriam sodomizar crianças africanas e corromper sua cultura”.
Em 2009, o país africano começou a discutir um projeto de lei, conhecido por alguns como a lei “Mate os Gays”, que iria impor a sentença de morte a homossexuais ativos que vivem com o HIV ou em casos de estupro de pessoas do mesmo sexo. Mas a lei foi inicialmente descartada após um protesto internacional.
Contudo, voltou a pauta em fevereiro de 2012. Lively expressou seu apoio para a revisão do projeto em seu blog, escrevendo que apoiava essa revisão para impedir a “rápida e contínua cultura de homossexualização em Uganda”.
Nos EUA, Lively atraiu a ira de organizações em defesas da população LGBT por conta de seu livro “A Suástica Rosa”, onde argumenta que alguns dos conselheiros mais próximos de Hitler eram gays, e que eles ajudaram o mentor do Holocausto.
“Embora não possamos dizer que os homossexuais provocaram o Holocausto, não devemos ignorar o seu papel central no nazismo”, escrevem Lively e Kevin Abrams, que fizeram o livro a quatro mãos”.
Porém, durante uma entrevista à rede Current TV em 2010, Lively afirmou que nunca apoiou a pena de morte dos gays em Uganda, embora considerasse a situação difícil. Para ele, o objetivo da lei seria “proteger toda a sociedade”, e além de ressaltar que Uganda era um “país cristão”, chamou o pastor Martin Ssempa de “amigo e um bom homem”.
Ssempa, líder da Igreja da Comunidade Makerere, na capital Kampala, é um dos maiores ativistas antigay de Uganda. Ele é criticado por usar “táticas sensacionalistas” contra a comunidade LGBT, incluindo a defesa de que a homossexualidade está ligada à pedofilia
Ssempa também teria exibido filmes pornográficos gays em igrejas e conferências em Uganda. Lively teria pregado em Uganda contra a homossexualidade, o que despertou a ira da Organização Minorias Sexuais de Uganda, que levou o processo até os EUA.
O pastor Scott Lively e sua família tem pedido pela internet orações e apoio da comunidade cristã internacional. Seu julgamento é inédito porque nunca antes alguém foi julgado por crimes contra a humanidade, segundo ele, apenas por pregar que Deus condena o comportamento homossexual na Bíblia.
Diferentes especialistas acreditam que a condenação do pastor Lively poderia abrir um precedente perigoso, pois qualquer pessoa que pregue contra os homossexuais em qualquer parte do mundo poderá ser acusada de cometer “crimes contra a humanidade”. Traduzido de Huffington Post.

É difícil avaliar honestamente seu próprio pecado

Naturalmente é muito difícil avaliar honestamente o nosso próprio pecado. Mas, se estivermos realmente preocupados com isso, se formos rígidos e sondarmos totalmente o nosso coração, podemos, na maioria das vezes, descobrir o pecado no íntimo. As pessoas que querem agradar e obedecer a Deus, com toda luz que desfrutamos, certamente, não precisam continuar nos caminhos pecaminosos por causa da ignorância.

É verdade que o nosso coração é muito enganoso. Mas Deus, em sua santa palavra, nos deu luz suficiente para o estado de trevas em que nos encontramos. Por meio do cuidado e da averiguação, podemos conhecer nossas responsabilidades espirituais e saber se estamos vivendo em algum caminho mau. Todo aquele que tem algum amor a Deus ficará grato pela ajuda bíblica nesta questão. Tais pessoas estão preocupadas em andar em todas as coisas que Deus queria que andassem, como agradá-lo e honrá-lo. Se a vida delas, de alguma maneira, ofende a Deus, terão prazer em saber disso e de maneira nenhuma optam por ocultar de si mesmas o próprio pecado.

Também, aquele que pergunta com sinceridade, O que eu devo fazer para ser salvo? irá querer identificar o pecado em sua vida, já que é o pecado o que separa de Cristo.

Há duas maneiras pelas quais chegamos ao conhecimento do nosso pecado:

Conhecimento da Lei de Deus. Se você deseja saber se vive em pecado desconhecido, deve familiarizar-se totalmente com o que Deus quer de você. Na Bíblia, Deus nos deu normas perfeitas e verdadeiras pelas quais devemos andar. Ele expressou seus preceitos clara e fartamente, assim, somos capazes de saber — a despeito das nossas trevas e desvantagens espirituais — exatamente o que ele requer de nós. Que revelação da mente divina completa e abundante temos nas Escrituras! Quão clara é em nos instruir sobre como nos comportar! Quão freqüentemente seus preceitos são repetidos! E quão explicitamente são revelados, de várias maneiras, a fim de que pudéssemos entendê-los completamente!

Mas que proveito há em tudo isso se negligenciamos a revelação de Deus e não nos esforçamos em nos inteirar dela? Que proveito há em se ter princípios piedosos se ainda não os conhecemos? Por que Deus revelaria a sua mente, se não nos importamos em saber o que é ela?

No entanto, a única maneira pela qual podemos saber se estamos pecando é conhecendo sua lei moral: “Pela lei vem o pleno conhecimento do pecado” (Rm 3.20). Entretanto, se não queremos continuar desagradando a Deus, devemos estudar diligentemente os princípios do certo e do errado que ele revelou. Devemos ler e pesquisar muito mais as santas Escrituras. E devemos fazer isso com a intenção de conhecer todo o nosso dever, assim a Palavra de Deus pode ser “lâmpada para os [nossos] pés e luz para os [nossos] caminhos” (SI 119.105).

E, assim sendo, está claro que a maior parte das pessoas é muito mais culpada simplesmente por causa da sua negligência aos deveres espirituais. Antes de tudo, são culpáveis porque desprezam a Palavra de Deus e outras fontes que poderiam informá-las. Agem como se o estudo fosse somente um trabalho dos pastores. Tal ignorância é freqüentemente uma negligência proposital e deliberada. Se não são conscientes do que Deus quer delas, é sua própria falta. Elas têm oportunidade suficiente para saber, e poderiam saber se o quisessem. Além disso, se esforçam para ter outros tipos de conhecimen¬to. São bem treinadas em qualquer interesse mundano que lhes agradam. Aprendem qualquer coisa que seja necessário para ganhar a vida no mundo. Porém, não gastam nenhuma energia para buscar o que conta para a eternidade.

O autoconhecimento. Segundo, se você deseja saber se está odiando o seu pecado secreto deve examinar a si mesmo. Compare a sua vida com a lei de Deus, e veja se você se conforma com o padrão divino. Este é o caminho primário que devemos tomar para descobrir nosso próprio caráter. Esta é uma diferença importante entre o ser humano e os animais irracionais: o homem é capaz da auto-reflexão, capaz de contemplar seus próprios atos e avaliar a natureza e a qualidade deles. Sem dúvida nenhuma isso foi parte do motivo pelo qual Deus nos deu o seu poder — a fim de que pudéssemos conhecer e avaliar nossos próprios caminhos.

Devemos nos examinar até descobrirmos se concordamos ou não com os princípios da Bíblia. Isso requer a máxima atenção, a fim de não omitir os nossos próprios erros, ou de não permitir que nenhum caminho mau se esconda de maneira dissimulada.

Autor: Jonathan Edwards
Fonte:  Jonathan Edwards