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Testemunho: pastor diz que música gospel o ajudou a deixar a homossexualidade; Assista

Testemunhos de pessoas que se descrevem como ex-homossexuais e que afirmam terem abandonado a prática através do Evangelho vêm se tornando cada vez mais comuns nos últimos anos, com a intensificação do debate entre cristãos e ativistas gays. O pastor Donnie McClurkin é mais uma voz que se junta ao coro dos que são gratos pela “libertação” da homossexualidade.

O testemunho de McClurkin vem percorrendo o mundo desde que ele revelou que foi tocado pela música gospel, e que através dela, abandonou a homossexualidade. De acordo com o pastor, música e oração formaram a receita que recuperaram sua heterossexualidade.

“Deus usou a música livre de toda a escravidão gradualmente, até que o que as pessoas pensavam de mim deixou de importar, e eu pude passar por cima da opinião das pessoas, superei o espírito de rejeição, e pude ver em mim que os outros não têm como eu”, afirmou McClurkin.

Sobre o início na homossexualidade, o pastor afirmou que as vozes que diziam que era certo eram mais presentes do que as que diziam ser errado: “As pessoas me disseram que eu poderia fazer. Eles não me disseram quem eu era, nunca foi dito que eu poderia desenvolver meu potencial. Eu coloquei as algemas e me limitei”.

O pastor afirmou que teve problemas emocionais em sua juventude, incluindo a morte de um irmão, abuso de drogas na família, abuso sexual que sofreu de seu tio e, posteriormente, pelo primo, e que isso influenciou na sua opção homossexual mais à frente. “Eu já passei por isso e tenho experimentado o poder de Deus para mudar o meu estilo de vida, e eu sei que Deus pode dar isso a outros também”, concluiu o pastor Donnie McClurkin.

Confira o testemunho do pastor no vídeo (em inglês) abaixo:

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Cláudio Duarte fala sobre casamento e sexualidade no Ratinho

O pastor Claudio Duarte esteve no “Programa do Ratinho” nesta quinta-feira (24) participando do quadro “Dois Dedos de Prosa”.

Essa foi a segunda vez que o pastor evangélico esteve na atração do SBT falando principalmente de sexo e família, mostrando como deve ser o relacionamento de acordo com a Bíblia.

Logo no começo da conversa, Duarte deixou claro ao apresentador Carlos Massa que só fala sobre sexo e casamento nas palestras, e não nos cultos.

Ao longo do programa o pastor respondeu perguntas da produção, dos telespectadores e da plateia do programa, sempre se baseando na Bíblia para solucionar as dúvidas apresentadas.
Uma delas foi a respeito das fantasias sexuais. “Eu não vejo restrição nenhuma nas fantasias, desde que o objeto de desejo seja o corpo do cônjuge”, afirmou.

Outra dúvida levantada foi se o sexo oral é pecado. “Tem um texto em I Pedro 3:7 que diz que você deve se relacionar sexualmente com sua mulher com entendimento. No meu posicionamento sexo oral é entre você e sua mulher e ninguém tem nada a ver com isso”, disse ele.

Ratinho deixou claro que o tema do programa seria sexo por ser um tema polêmico que dá ibope. Inclusive ele comentou que a primeira participação de Cláudio Duarte no programa foi um sucesso.

O pastor também precisou responder a respeito da relação homossexual. Ao falar que todos os seus conselhos são bíblicos, Cláudio Duarte afirmou que sim, a relação homossexual não é aceita, mas que isso não lhe dá permissões para agredir moralmente os homossexuais.

“A Bíblia me orienta a não aceitar [a prática homossexual]. Isso não me dá direito de segregar ninguém, de usar palavras pejorativas, de diminuir as pessoas. Só que, como eu estou baseado biblicamente, não aceito”, afirmou.

Ainda sobre o tema, ele falou que como pastor ele entende que todas as pessoas precisam ter um encontro com Cristo, e depois desse encontro as pessoas entenderão o que é certo e o que é errado.

Assista o programa completo:

Fonte:GospelPrime

Marco Feliciano fala sobre homossexualidade e política no Agora é Tarde

O pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo Partido Social Cristão de São Paulo (PSC-SP), voltou à mídia nesta quarta-feira (23) após deixar a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.

Feliciano participou do programa “Agora é Tarde”, apresentado pelo polêmico humorista Rafinha Bastos. Logo que anunciou sua participação milhares de internautas se dividiram sobre o pastor conceder ou não conceder a entrevista a Rafinha. Muitos internautas acreditavam que o humorista poderia prejudicar a imagem do pastor com suas piadas de dúbio sentido.

Ainda assim, a participação do líder da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento não causou constrangimentos. Feliciano falou sobre os temas recorrentes e fez algumas revelações sobre sua vida pessoal.

Rafinha iniciou a entrevista questionando o parlamentar sobre o sumiço na mídia. Para o pastor o que houve foi uma tentativa de usá-lo como bode expiatório, mas como não tiveram resultado, quando a imprensa parou de falar sobre sua estada na CDHM, Feliciano diz que houve as grandes manifestações no Brasil contra o Governo.

O apresentador também questionou Feliciano se sua rejeição na CDHM não teria sido motiva por suas posições polêmicas. Para Feliciano esta rejeição é de um grupo minoritário que representa 3% da nação, enquanto que 90% da população manifestava apoio às suas opiniões.

Rafinha Bastos questionou Feliciano sobre sua opinião quanto a homossexualidade e afirmou que o Movimento LGBT “extrapola as vezes até para mostrar sua causa de maneira mais veemente”.

“A conclusão que eu cheguei é que o homossexual em si é um fenômeno de comportamento. A pessoa não nasce, porque não existe o gene gay, a ciência não conseguiu descobrir até hoje. Então é um fenômeno comportamental. O próprio movimento chama de orientação sexual. Se é uma orientação pode haver uma reorientação ou até uma desorientação”, comentou o parlamentar.

Para o pastor o único profissional que poderia estudar o comportamento homossexual é o psicólogo, porém no Brasil o Conselho Federal de Psicologia proíbe os profissionais da área de abordarem o tema.

Para a surpresa do público evangélico o apresentador chegou a citar passagens bíblicas que tratam sobre a questão da homossexualidade. Rafinha Bastos lembrou a passagem em Apocalipse sobre os que entrarão no reino dos céus citando os afeminados como sendo aqueles que serão impedidos.

O apresentador encerrou a participação de Feliciano em um quadro onde o parlamentar deveria escolher aquelas pessoas que ele coligaria e aquelas que ele não concorda com a opinião e por isso não coligaria.

Marco Feliciano disse que não coligaria com a presidente Dilma Rousseff. Apesar de não explicar os motivos Feliciano tornou-se um crítico do Governo por considerar que foi usado pelo mesmo como bode expiatório. Nas eleições de 2010, Feliciano chegou a fazer campanha em favor do Partido dos Trabalhadores.

Ao apresentar a ex-ministra Marina Silva o parlamentar também rejeitou uma possível coligação, pois para ele Marina traiu os princípios cristãos. O parlamentar lembrou que em 2010 a candidata Marina Silva conquistou mais de 20 milhões de votos, sendo uma surpresa nas eleições presidenciais, mas acabou não opinando sobre questões morais. Marco Feliciano também lembrou que durante a participação da ex-senadora no programa Roda Viva ela acabou dando uma resposta dúbia sobre o criacionismo. Na época Feliciano chegou a publicar um artigo criticando Marina Silva.

Entre outras personalidades o parlamentar disse que coligaria com a jornalista do SBT, Rachel Sheherazade, âncora do telejornal “SBT Brasil” que se envolveu em uma polêmica após defender a ação de cidadãos no Rio de Janeiro contra um bandido.

Para Feliciano a jornalista é uma das poucas vozes que representam o pensamento da sociedade. Sheherazade foi proibida de expressar opiniões após perseguição política sofrida pelo SBT.

Rafinha Bastos também criticou a censura à jornalista e disse que a jornalista representa o pensamento de muita gente.

Assista:


Fonte:GospelPrime

[Vídeo] Cristãos são presos em universidade por distribuírem panfletos dizendo que a homossexualidade é pecado

Dois evangelistas foram presos no campus de uma universidade canadense por distribuírem folhetos que pregavam contra a homossexualidade, dizendo que a prática é pecaminosa. Peter LaBarbera e Bill Whatcott  fazem parte de um grupo chamado The Truth About Homosexuality (“A verdade sobre a homossexualidade”, em tradução para o português).

Os cristãos foram abordados por um funcionário da universidade, que pediu que eles se retirassem, pois a instituição tinha regras que proibiam a distribuição de folhetos em suas dependências.

Na conversa, o evangelista Whatcott rebateu o funcionário dizendo que eles estavam exercendo seu direito à liberdade de expressão, e que haviam procurado a universidade para conseguir permissão e foram ignorados.

“Eu não vou sair. Você é o intolerante e deveria ter vergonha de si mesmo por não permitir a nossa mensagem sem sequer pensar nisso”, disse Whatcott. Segundo informações da CBC News, pouco tempo depois vários policiais chegaram ao local e algemaram os evangelistas.

Os representantes da universidade explicaram sua decisão de chamar a Polícia: “Somos um campus diversificado e acolhedor. Nós celebramos a diversidade e nossa equipe sentiu que o material e algumas das coisas que eles tinham eram simplesmente inconsistentes com a política do campus e os pediram para sair”, disse Tom Chase, um dos vice-presidentes da universidade.

Por Tiago Chagas | Fonte: Gospel+

Líderes evangélicos se posicionaram contra a lei estabelecida na Uganda que criminaliza a prática homossexual: “Nem tudo o que é pecado é crime”

Líderes evangélicos se posicionaram contra a lei estabelecida pelo governo de Uganda que criminaliza a prática homossexual e prevê pena de prisão perpétua para quem mantiver relações sexuais com pessoas do mesmo gênero.

De acordo com Russel D. Moore, presidente da Comissão de Liberdade de Ética Religiosa, e Andrew Walker, diretor de estudos políticos da mesma entidade, um governo que criminaliza a homossexualidade “ultrapassou seus limites de forma drástica e injusta”.

A opinião foi externada num comunicado divulgado recentemente pela entidade, que é ligada à Convenção das Igrejas Batistas do Sul dos Estados Unidos.

No texto, os líderes fazem questão de frisar que mantém-se alinhados a visão bíblica da sexualidade, mas que a homossexualidade não deveria ser alvo de legislações.

“A sexualidade deve ser expressa somente dentro da união de uma só carne do casamento de um homem com uma mulher. Qualquer outra coisa é um pecado contra Deus. A igreja tem acreditado nisso, e sempre vai acreditar, porque a Bíblia ensina […] Ao mesmo tempo, acreditamos que leis criminalizando a atividade homossexual são injustas e uma afronta à imagem de Deus incorporada em todas as pessoas”, diz o comunicado.

A lei aprovada em Uganda no último 24 de fevereiro é similar a uma determinação implantada na Nigéria, onde está prevista a prisão por 10 anos para casais homossexuais que forem pegos beijando em público ou frequentando casas noturnas voltadas ao público gay.

Segundo informações do Urban Christian News, a Organização das Nações Unidas (ONU) contabiliza 78 países que têm leis que criminalizam o comportamento homossexual.

“Nem tudo o que é pecado é crime”, disseram os líderes evangélicos. “Sim, nós acreditamos que toda atividade sexual fora do casamento (definido por Jesus, não pelo Supremo Tribunal Federal) está errado. Também acreditamos que a resposta a esse pecado não é encontrado em algum estado policial, mas na boa notícia de que Deus reconcilia os pecadores como nós a si mesmo através do sangue derramado e a vida contínua em Jesus Cristo”, pontuaram Moore e Walker, antes de frisar que a missão dos cristãos “não é prender e perseguir aqueles que estão andando contrários às Escrituras, mas em vez disso a nossa missão é amar e persuadir. Nossa missão é sermos embaixadores da reconciliação – uma missão que exige tanto a definição de pecado e ofereça misericórdia (2 Coríntios 5:18-19). Isso não pode ser feito por meio da coerção ou ameaças de um estado policial, mas apenas pelo persuasivo. poder da convicção do Espírito Santo”.

Por Tiago Chagas |Fonte: Gospel+

Ex-travesti, pastor conta como abandonou a homossexualidade após se converter; Assista

O pastor Júlio César Santana, 37 anos, vem se tornando uma figura de interesse da imprensa dominicana por conta de seu testemunho: deixou de ser o travesti Nicole, e se tornou num líder cristão com história de transformação de vida.

Uma reportagem do canal Zona 5 serviu de impulso para o testemunho do pastor, que lidera uma igreja em San Pedro de Macoris, República Dominicana.

O testemunho tem elementos comuns à maioria dos travestis que se convertem: histórico de abuso de drogas e álcool, prostituição e maus tratos.

Segundo Júlio, há cinco anos ele abandonou a homossexualidade, e agora dedica-se ao evangelismo. O pastor, conhecido por outros travestis, aproveita o conhecimento para levar a mensagem do Evangelho aos antigos colegas de prostituição.

Atualmente, cerca de 60 jovens fazem parte de um grupo que recebe apoio do pastor, e alguns deles, já abandonaram a prática homossexual, de acordo com Isaac Pimente, pastor do Ministério Internacional Transformados por Cristo.

Casado com Belkis Jiménez, Júlio revela que o relacionamento com sua esposa passou por dificuldades no começo, e apesar da desconfiança de pessoas a respeito de sua vida íntima, estão juntos.

O momento de mudança, segundo Júlio, aconteceu quando precisou ser atendido num hospital, e por conta de sua opção sexual, foi discriminado. Uma senhora que presenciou a situação se aproximou e disse que Jesus o amava.Assista:

 Tiago Chagas –  Gospel+

Reportagem do Fantástico com Daniela Mercury a favor casamento gay causa revolta de cristãos na Internet. Assista ao vídeo

A exibição da matéria no Fantástico sobre o anúncio feito pela cantora Daniela Mercury de sua relação homossexual com a jornalista Malu Verçosa causou indignação a líderes cristãos na noite deste domingo, 07 de abril.

O programa da TV Globo abriu espaço para as declarações da cantora, que resolveu assumir sua homossexualidade no momento em que o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) tem sido pressionado para renunciar à Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) por causa de suas posturas conservadoras.

Embora não admita ter tomado essa iniciativa como resposta direta ao caso de Feliciano, a cantora não se esquivou de se posicionar contra o pastor: “Isso só nos fez ter mais certeza de que era isso que tinha que ser feito, mas não foi o motivo que nos levou a isso. Essa nossa atitude afirma que o Feliciano está errado. Como cidadã brasileira eu estou aproveitando e dando meu recado sobre a presidência da CDHM”, disse a cantora.

No Twitter, a reação à matéria do Fantástico foi imediata: “A Rede Globo no Fantástico, a serviço da causa gay. Ridículo! A cantora em decadência que arrumou uma causa para aparecer”, disse o pastor Silas Malafaia, líder da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), que foi acompanhado pelo pastor, escritor e colunista do Gospel+, Rubens Teixeira: “Rede Globo fazendo campanha contra Marco Feliciano usando Daniela Mercury: ridículo!”

O tom de críticas ao programa e à emissora foram seguidos pelo cantor Rodolfo Abrantes: “Artistas falidos e celebridades inúteis encontraram uma nova forma de aparecer. A Rede Globo é um lixo e só um povo muito burro se deixa influenciar por algo assim”, protestou.

O escritor Daniel Simoncelos, colunista do Gospel+, também criticou a postura da sociedade e da emissora: “Sociedade relativista, sem absolutos, sem moral e sem referências. Isso normalmente não acaba bem… Indignado em ver como a porcaria da Globo usa matérias tendenciosas para tentar empurrar e influenciar a sociedade a aceitar o que é errado”, escreveu em seu perfil no Twitter.

Seguindo essa linha, a cantora gospel Rebeca Nemer também criticou a imposição indireta feita pela matéria, e comentou a escolha de Daniela Mercury: “Cada um faz com seu corpo o que quiser. Mas não venha me obrigar a achar bonito, concordar e aceitar!”, pontuou.

A psicóloga Marisa Lobo se queixou dizendo que a emissora estaria apoiando os manifestos contra o pastor Marco Feliciano: “Rede Globo fazendo campanha contra Marco Feliciano usando Daniela Mercury: Absurdo. Agora mesmo que quero #MarcoFelcianoPresidente”, escreveu.

Confira no vídeo abaixo, o trecho da extensa matéria sobre famílias de casais homossexuais, em que Daniela Mercury comentou sua opção pelo relacionamento com a jornalista Malu Verçosa:

Fonte:Gospel+

“Não sou a favor de maldade contra gay”, diz Silas Malafaia; Pastor revela expectativa de que Marco Feliciano tenha mais de 400 mil votos em 2014

“Não sou a favor de maldade contra gay”, diz Silas Malafaia; Pastor revela expectativa de que Marco Feliciano tenha mais de 400 mil votos em 2014

O pastor Silas Malafaia afirmou durante entrevista que acredita que o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) terá o dobro de votos conseguidos na última eleição, quando disputou pela primeira vez um cargo público e recebeu mais de 211 mil votos.

“Se o Feliciano tiver menos de 400 mil votos na próxima eleição, eu estou mudando de nome”, disse à Folha de S. Paulo, ironizando os esforços dos ativistas gays: “Quero agradecer ao movimento gay. Quanto mais tempo perderem com o Feliciano, maior será a bancada evangélica em 2014”, afirmou.

A ideia de que Feliciano será mais bem votado nas próximas eleições é lugar comum no Partido Social Cristão: “Essa coisa vai despertar o sentimento do evangélico de ter representantes na Câmara dos Deputados, nas Assembleias Legislativas e nas Câmaras Municipais. Vai nos ajudar”, disse Eliel Santana, presidente do PSC da Bahia.

Em declaração ao site do jornal O Globo, Silas Malafaia afirmou que os protestos contra Feliciano acontecem porque os ativistas estariam “engasgados” por não conseguirem impor suas vontades sobre a maioria. “Os que querem direitos humanos agridem, xingam. Eles querem direitos para eles. Isso aí é um joguinho político de ativismo gay. Eu também sou vítima disso”, disse o pastor.

O Partido dos Trabalhadores também foi criticado por Malafaia pela forma como está se portando durante o episódio: “Acho engraçado como o PT consegue jogar para a plateia. Essa comissão sempre foi presidida pelo PT. O PT não quis mais. Será que é por questões inconfessáveis? Opinião não é crime. Ele [Marco Feliciano] tem direito de expressar a opinião que ele tem”.

Questionado sobre as acusações de homofobia contra Feliciano, o pastor contra-atacou: “Eu também sou acusado de ser homofóbico. Aí eu pergunto: qual o evangélico que matou um gay? Isso é conversa. Quem contraria os ativistas gays no Brasil é chamado de homofóbico”.

Silas Malafaia afirmou ainda que espera que Feliciano “presida [a CDHM] com cuidado […] Seja justo, ético, que não tenha proteção com a, com b ou com c”, pois atualmente, o trabalho da comissão é “terrivelmente parcial em favor da causa gay, com proteção e privilégios para um grupo social”, pontuou.

“Na democracia, minoria não determina sobre a maioria e é isso que eles estão engasgados. Não quero injustiça, não sou favor de maldade contra gay, mas também privilégios para eles, não”, concluiu o pastor Silas Malafaia.

Fonte:Gospel+