Arquivos do Blog

Padre mexicano é acusado de 100 casos de abusos contra crianças

Um cartaz gigante colocado na capital de San Luis Potosí, no México, pede para que vítimas de abuso sexual cometidos por um padre o denunciem.

A foto do religioso está estampada para que as vítimas possam o reconhecer ao lado da inscrição: “¿Fuiste víctima? ¡Denuncialo!” [Foi vítima? Denuncie-o] com os dados para realizar a denúncia, tanto por e-mail como através do Facebook de uma fundação de apoio às vítimas.

O nome do religioso é Eduardo Córdova, ele é acusado de abusar de mais de cem crianças que estudavam em uma escola privada localizada em San Luis Potosí, capital do estado de mesmo nome.

O procurador de Justiça Miguel Covarrubias está acompanhando as investigações e pediu para que o arcebispo da região, Carlos Cabrero, para que ele repasse os arquivos com todas as denúncias feitas contra o sacerdote.

Em resposta, o porta-voz do arcebispado de San Luis Potosí, Jesús Priego, reconheceu durante entrevista coletiva que existe um arquivo aberto no Vaticano que investiga Córdova por pederastia.

O padre Eduardo Córdova é uma figura influente na região, ele já atuou no Conselho Cidadão pela Transparência, ao lado do governo local, e também no Conselho dos Direitos Humanos.

A campanha no outdoor pretende estimular as vítimas a fazerem denúncias para que o padre seja punido por conta desses crimes cometidos. Com informações R7.

Fonte:GospelPrime

Testemunho: pastor diz que música gospel o ajudou a deixar a homossexualidade; Assista

Testemunhos de pessoas que se descrevem como ex-homossexuais e que afirmam terem abandonado a prática através do Evangelho vêm se tornando cada vez mais comuns nos últimos anos, com a intensificação do debate entre cristãos e ativistas gays. O pastor Donnie McClurkin é mais uma voz que se junta ao coro dos que são gratos pela “libertação” da homossexualidade.

O testemunho de McClurkin vem percorrendo o mundo desde que ele revelou que foi tocado pela música gospel, e que através dela, abandonou a homossexualidade. De acordo com o pastor, música e oração formaram a receita que recuperaram sua heterossexualidade.

“Deus usou a música livre de toda a escravidão gradualmente, até que o que as pessoas pensavam de mim deixou de importar, e eu pude passar por cima da opinião das pessoas, superei o espírito de rejeição, e pude ver em mim que os outros não têm como eu”, afirmou McClurkin.

Sobre o início na homossexualidade, o pastor afirmou que as vozes que diziam que era certo eram mais presentes do que as que diziam ser errado: “As pessoas me disseram que eu poderia fazer. Eles não me disseram quem eu era, nunca foi dito que eu poderia desenvolver meu potencial. Eu coloquei as algemas e me limitei”.

O pastor afirmou que teve problemas emocionais em sua juventude, incluindo a morte de um irmão, abuso de drogas na família, abuso sexual que sofreu de seu tio e, posteriormente, pelo primo, e que isso influenciou na sua opção homossexual mais à frente. “Eu já passei por isso e tenho experimentado o poder de Deus para mudar o meu estilo de vida, e eu sei que Deus pode dar isso a outros também”, concluiu o pastor Donnie McClurkin.

Confira o testemunho do pastor no vídeo (em inglês) abaixo:

Médico cristão é demitido por enviar por e-mail uma oração a colegas do hospital

Um médico cristão foi a um tribunal do trabalho na Inglaterra esta semana alegando ter sido  demitido injustamente, apenas porque enviou um e-mail com uma oração para seus colegas.

David Drew, 64, do Walsall Manor Hospital, é médico há 40 anos e chegou a ser diretor clínico do hospital onde trabalhava. Mas afirma que foi perseguido e demitido após não aceitar uma ordem para “evitar utilizar referências religiosas em suas comunicações profissionais, verbais ou escritas”.

Três anos atrás, o Dr. Drew repassou uma oração escrita no século 16 por Santo Inácio de Loyola, fundador dos jesuítas, a seus colegas do Walsall Manor para “tentar motivar o departamento”.

A mensagem era:

“Ensina-nos, Senhor, a servir-te como mereces:
A dar sem contar o preço,
A lutar sem contar as feridas,
A trabalhar e a não procurar descanso,
A doar sem pedir recompensa
Exceto o saber que fazemos tua vontade”.

Ele disse que iniciou com as palavras: ‘Acho isso uma inspiração pessoal em meio a meus esforços frágeis e imperfeitos em atender meus pacientes, suas famílias e o nosso departamento’. Algum tempo depois foi acusado de enviar uma mensagem “indesejável” a um colega no dia de Natal, que dizia simplesmente “tenha um Natal de paz”.

Seu colega, o doutor Rob Hodgkiss, respondeu com ‘você também’, mas enviou uma queixa ao hospital dizendo que aquilo era “uma invasão agressiva e indesejável”

Dr. Drew, disse ao tribunal em Birmingham que não entende a proibição de usar linguagem religiosa no trabalho, e que nega as acusações de “impor sua religião para outras pessoas, e de que era um maníaco religioso”. “Não sabia que um simples e-mail poderia me causar tantas dificuldades e acabar na minha demissão”, lamentou.

O tribunal ouviu os seus problemas, que começaram depois que ele fez uma série de denuncias sobre procedimentos “suspeitos” de alguns funcionários, que incluía a suspeita de abuso sexual de menores. Por isso, ele acredita que sua fé acabou sendo incompatível com algumas posturas dos colegas.

O doutor Drew e sua esposa Janet, 61, frequentam uma igreja batista e dizem aguardar que a justiça seja feita em seu caso.

Traduzido e adaptado de Daily Mail

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/medico-cristao-e-demitido-por-enviar-por-e-mail-uma-oracao-a-colegas-do-hospital/#ixzz1qywB9I5S

Ex-fiéis pedem prisão do pastor acusado de abuso sexual de fiéis

Na manhã da última segunda-feira (27) iniciou o julgamento do pastor Aldo Bertoni, 85 anos, que foi acusado de abusar de dezenas de fiéis oferecendo cura de doenças em troca de sexo.

Líder da Igreja Apostólica, uma seita que ele fundou para adorar a si mesmo, ele tem sido investigado pelo Ministério Público desde 2009 quando uma das vítimas teve coragem de denunciar o líder religioso para a polícia.

Antes de começar o julgamento dezenas de pessoas foram até o Fórum Criminal da Barra Funda, zona oeste de São Paulo, para protestar contra Aldo Bertoni. Os cartazes o acusavam de “abusador”, e também pediam  a condenação de quem teria abusado de muitas mulheres.

Para os frequentadores da Igreja Apostólica, o irmão Aldo, como é chamado, é praticamente um santo e por esse motivo é que muitas das vítimas tiveram medo de contar sobre os abusos. Muitas delas esperaram anos para poder denunciar o líder uma vez que não tinham como convencer seus familiares de que ele teria abusado sexualmente delas.

Os abusos, segundo relatos, aconteciam em uma sala onde Aldo Bertoni recebia os fiéis para orações. Relatos dizem que ele trancava a porta e molestava as mulheres dizendo que os toques e carícias iriam curá-las.

Com informações Band