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Deputado evangélico apresenta projeto de lei para proibir a marca da besta no Brasil e impedir a implantação da “satânica Nova Ordem Mundial”

O deputado federal missionário José Olímpio (PP-SP), da Igreja Mundial do Poder de Deus, apresentou um projeto de lei que visa impedir o surgimento de uma “satânica Nova Ordem Mundial”.

O controverso projeto de lei foi apresentado na Câmara dos Deputados na última quarta-feira, 14 de maio, sob o argumento de que o Poder Legislativo deve se antecipar à possibilidade do “fim do mundo”, proibindo que a “marca da besta” seja concretizada com a implantação de chips nas pessoas.

“Tendo em conta que o fim dos tempos se aproxima, é preciso que o Parlamento brasileiro se antecipe aos futuros acontecimentos e resguarde, desde logo, a liberdade constitucional de locomoção dos cidadãos”, argumentou o missionário.

Segundo Olímpio, é urgente que “se proíba a implantação em seres humanos de chips ou quaisquer outros dispositivos móveis que permitam o rastreamento dos cidadãos e facilitem que sejam as pessoas alvo fácil de perseguição e toda sorte de atentados”.

O projeto, identificado na Câmara como PL 7561/2014, diz ainda que os argumentos de que os chips são desenvolvidos pensando na segurança das pessoas são falsos. “O povo brasileiro não deve se iludir com tais artifícios, que escondem uma verdade nua e cruel: há um grupo de pessoas que busca monitorar e rastrear cada passo de cada ser humano, a fim de que uma satânica Nova Ordem Mundial seja implantada”, escreveu o deputado.

Por fim, o missionário alerta para as profecias apocalípticas: “A Bíblia Sagrada, no livro de Apocalipse, capítulo 13, versículos 16 e 17, diz o seguinte: ‘16 – E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, 17 – Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome’”.

Fonte:Gospel+

Testemunho: pastor diz que música gospel o ajudou a deixar a homossexualidade; Assista

Testemunhos de pessoas que se descrevem como ex-homossexuais e que afirmam terem abandonado a prática através do Evangelho vêm se tornando cada vez mais comuns nos últimos anos, com a intensificação do debate entre cristãos e ativistas gays. O pastor Donnie McClurkin é mais uma voz que se junta ao coro dos que são gratos pela “libertação” da homossexualidade.

O testemunho de McClurkin vem percorrendo o mundo desde que ele revelou que foi tocado pela música gospel, e que através dela, abandonou a homossexualidade. De acordo com o pastor, música e oração formaram a receita que recuperaram sua heterossexualidade.

“Deus usou a música livre de toda a escravidão gradualmente, até que o que as pessoas pensavam de mim deixou de importar, e eu pude passar por cima da opinião das pessoas, superei o espírito de rejeição, e pude ver em mim que os outros não têm como eu”, afirmou McClurkin.

Sobre o início na homossexualidade, o pastor afirmou que as vozes que diziam que era certo eram mais presentes do que as que diziam ser errado: “As pessoas me disseram que eu poderia fazer. Eles não me disseram quem eu era, nunca foi dito que eu poderia desenvolver meu potencial. Eu coloquei as algemas e me limitei”.

O pastor afirmou que teve problemas emocionais em sua juventude, incluindo a morte de um irmão, abuso de drogas na família, abuso sexual que sofreu de seu tio e, posteriormente, pelo primo, e que isso influenciou na sua opção homossexual mais à frente. “Eu já passei por isso e tenho experimentado o poder de Deus para mudar o meu estilo de vida, e eu sei que Deus pode dar isso a outros também”, concluiu o pastor Donnie McClurkin.

Confira o testemunho do pastor no vídeo (em inglês) abaixo:

Missionário relata experiência de evangelismo na Península Árabe e diz que “corações muçulmanos estão abertos ao Evangelho”

Um missionário na Península Árabe, que inclui países como o Kuwait, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iêmen e Bahrein, revelou que as estratégias de evangelização junto a muçulmanos devem ser criativas e sutis, pois os seguidores do islamismo “têm o coração aberto ao Evangelho”.

O relato do missionário foi publicado pela Missão Portas Abertas, e seu nome foi alterado para que sua identidade fosse preservada. O missionário John (nome fictício), acordou certo dia com a ideia de deixar exemplares da Bíblia em locais estratégicos, para que fossem encontradas pelas pessoas e então, lidas.

O evangelismo é considerado crime em boa parte dos países árabes, e a necessidade de cumprir o Ide é algo que exige dos missionários muita coragem, determinação e criatividade. John relata que dirigiu-se a um vilarejo onde encontrou pessoas sentadas numa roda, tomando café, e achou que aquele seria uma boa oportunidade de estudar o cenário para iniciar sua missão.

Quando saiu do carro e cumprimentou as pessoas que ali estavam, foi recebido por um senhor chamado Ali, que o ofereceu café. Com a resposta afirmativa, John foi convidado por Ali para acompanhá-lo, e seguiram por um caminho em direção a um vale.

Apreensivo, John seguiu o anfitrião numa caminhada que segundo ele, “pareceu levar horas”. Ao chegarem embaixo de uma árvore, Ali disse que aquele era um de seus lugares preferidos, e pegou um pote, encheu de água e enterrou na areia. John questionou o motivo daquilo, e Ali disse que essa era uma forma de ferver a água, para então, fazer o café.

Enquanto conversavam sobre costumes locais, John notou que havia um livro no centro da árvore, e perguntou a Ali o que era. O anfitrião respondeu que aquele era um livro com histórias fantásticas, que ele costumava ler e gostava de contar aos visitantes que chegavam à sua aldeia.

Quando John pegou o livro, notou que era um exemplar dos Evangelhos, e percebeu que faltavam páginas. Imediatamente, perguntou a Ali se ele gostaria de conhecer as páginas que faltavam. Com a resposta positiva, o missionário pediu licença e correu de volta para o carro, a fim de buscar um exemplar da Bíblia Sagrada em seu automóvel e entregar ao anfitrião.

“Noé” atrai multidões aos cinemas e pastor aprova o filme: “Fui profundamente tocado pela mensagem”

O filme “Noé”, do cineasta Daren Aronosfky, estreou nos cinemas dos Estados Unidos no último fim de semana, e chamou atenção da imprensa especializada por ocupar o topo da bilheteria no país.

Alvo de críticas por parte de alguns líderes evangélicos – devido às adaptações que o roteiro faz para que a curta história da construção da arca possa ser contada num filme de duas horas – o filme arrecadou mais de US$ 44 milhões apenas nos Estados Unidos, chegando a US$ 77,6 milhões se contabilizada a bilheteria nos demais países onde o filme já estreou.

O pastor e cantor mexicano Jesús Adrian Romero, radicado nos Estados Unidos, usou sua página no Facebook para comentar suas impressões sobre o filme e repudiar as críticas feitas ao longa-metragem estrelado por Russel Crowe.

“Ontem eu fui ver o filme ‘Noé’, e em seguida, deixei recomendações através de redes sociais. Alguns líderes que não entendem de cinema estão desencorajando as pessoas, dizendo para não irem ver o filme, argumentando que se afasta da narrativa bíblica… Sério? Assim como em ‘Noé’, todo filme precisa fugir um pouco da narrativa e incluir alguma ficção. A história bíblica de Noé está contida em apenas quatro folhas da Bíblia, o que é muito pouco material para fazer um roteiro de filme. Em compensação, uma série de livros que se tornaram roteiro de filme, quase nunca é seguida ao pé da letra”, comparou.

Para Romero, é preciso levar em consideração as questões que envolvem a produção de um filme, e a liberdade que todo artista tem para transmitir determinada mensagem ao seu modo, pois isso não significa necessariamente uma deturpação de princípios.

“Na arte há o que é conhecido como ‘licença poética e artística’, e esta é a liberdade que tem o produtor, ou compositor, ou poeta, para ficar longe de certas regras ou detalhes, a fim de melhor comunicar uma história. Acredito que aqueles que estão proibindo o filme não entendem que o cinema é arte. Estamos muito acostumados a encontrar o erro e o diabo em tudo, e dificilmente encontrar Deus. Sem entrar em detalhes, para não contar o filme, houve momentos em que eu estava profundamente tocado pela mensagem, e embora eu ache que a ideia do produtor deste filme seja o evangelismo, a história bíblica foi apresentada como arte. O filme abre uma excelente oportunidade para a evangelização e discussão sobre temas espirituais. Outros reclamam que o filme usa fantasia e tem alguns erros bíblicos, mas a verdade é que, por vezes, eu ouvi mais fantasia e erros bíblicos em pregações diretamente dos púlpitos, porém ninguém faz nada a respeito. Aproveite o filme”, incentivou Jesús Adrian Romero.

O filme “Noé” é descrito pelos críticos de cinema como um filme épico, repleto de efeitos especiais e com um elenco vencedor de Oscars. A estreia do longa-metragem no Brasil acontece no próximo dia 03 de março, numa quinta-feira.

Por Tiago Chagas | Fonte:Gospel+

Grupo islâmico espalha placas polêmicas dizendo “Jesus é muçulmano” e motiva protestos de cristãos

Um grupo muçulmano resolveu usar uma estratégia bem incomum para divulgar princípios de respeito e compreensão, e terminou provocando uma enorme polêmica com a comunidade cristã dos Estados Unidos. Placas com os dizeres “Jesus é muçulmano” foram espalhadas pela cidade de Columbus, estado de Ohio, e suscitaram o furor de muitos cristãos.

A iniciativa da entidade Ask a Muslim (“pergunte a um muçulmano”, em tradução livre) irritou diversos ministérios cristãos do estado, que acusam o grupo de “roubar” o nome de Jesus para distorcer a verdade a fim de converter pessoas ao islamismo.

Em contrapartida, o grupo muçulmano alega que suas ações são sempre focadas em fazer da sociedade “um lugar com menos violência e ódio, cheio de respeito e compreensão mútua”, e que o uso do nome de Jesus tinha a intenção de mostrar uma forte conexão entre a Bíblia Sagrada e o Alcorão, livros que representam a palavra divina nas duas religiões, e que os ensinamentos de Cristo são semelhantes aos de Maomé, que é visto como profeta de Deus no islamismo.

A reação dos cristãos foi imediata, e o grupo cristão Pass The Salt (“repasse o sal”, na tradução para o português) anunciou que fará uma vigília de oração, com palestras que explicarão as diferenças entre as duas religiões e esclarecendo que Jesus não possui ligações com o islamismo.

Parte dos argumentos usados pelo Pass The Salt envolvem o reconhecimento que Maomé fez de Jesus como profeta. Nesse ponto, o ministério argumenta que a religião muçulmana é incoerente porque não reconhece o nazareno como Filho de Deus. “Jesus foi crucificado, morreu e ressuscitou mais de 600 anos antes do nascimento de Maomé. Embora o Islã homenageie Jesus como um profeta, eles não acreditam que Ele seja o filho de Deus ressuscitado”, comentou Dave Daubenmire, líder do Pass The Salt, ao Christian Post.

Por Tiago Chagas | Fonte:Gospel+

Bíblia Sagrada supera crises econômicas e religiosas e registra crescimento nas vendas

A Bíblia Sagrada, livro mais comercializado do mundo, registrou em 2009 um aumento de 9% nas vendas em relação ao ano anterior, somente no Brasil.

A informação foi divulgada pelo jornalista Lauro Jardim, em sua coluna Radar Online, da revista Veja. O volume de vendas chegou à casa dos dez milhões de exemplares, sendo que 74% desse montante foram de Bíblias editadas pela Sociedade Bíblica do Brasil.

O jornalista afirma que a Bíblia é “imune a crise” e que “caminha de vento em popa no Brasil”.

Dados do site Visual News apontam que a Bíblia Sagrada é o livro mais vendido nos últimos cinquenta anos em todo o mundo, seguido de O Livro Vermelho, de Mao Tse Tung; coletânea Harry Potter, de J. K. Rowling; trilogia O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien, O Alquimista, de Paulo Coelho; O Código da Vinci, de Dan Brown e a saga Crepúsculo, de Stephenie Meyer.

Fonte:Gospel+