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Projeto quer enviar Antigo Testamento à Lua

O Google Lunar X PRIZE é um projeto que existe desde 2007. São 20 milhões de dólares oferecidos em prêmios para quem consiga enviar um foguete que pouse com segurança na superfície da Lua, ande por pelo menos 500 metros e transmita o evento pela internet.

“Mais da metade da população do mundo nunca teve a oportunidade de ver uma transmissão ao vivo da superfície lunar”, dizem os organizadores. Até agora nenhuma empresa conseguiu realizar o feito, mas vários programas diferentes estão em andamento e devem ser lançados até o final de 2015.

Entre os muitos projetos inscritos está o de uma equipe de Israel que deseja enviar junto com o foguete uma cópia da Torá para a Lua. A Torá inclui os cinco primeiros livros do Antigo Testamento, sendo a base da fé judaica.

Não seria a primeira vez que um texto religioso é enviado para o espaço. Na véspera de Natal, em 1968 a NASA provocou indignação entre os ateus, quando os astronautas da espaçonave Apollo 8 leram o Livro de Gênesis enquanto orbitavam ao redor da Lua. Três anos depois, os astronautas Apollo 15 deixaram uma cópia da Bíblia em solo lunar.

O projeto conhecido como Torá na Lua está sediado na capital Tel Aviv. Uma sonda projetada pelo Laboratório SpaceIL, da Tel Aviv University estava projetada, mas seu envio foi cancelado. A opção agora é fazer uma parceria com a equipe lunar de Barcelona, também inscrita no Lunar Prize, mas ainda não houve confirmação sobre um acordo.

Além de fazer o exemplar da Torá chegar até a Lua, outro grande obstáculo é criar uma cápsula que o faça resistir ao clima extremo. À luz do sol na superfície lunar pode chegar a um escaldante 123° de calor, mas à noite ele chega a 173° negativos. As primeiras cápsulas criadas pelo Spacell não suportaram essa variação de temperatura. O custo aproximado do projeto atual é 240 mil dólares, que serão arrecadados através de doações pela internet.

A perspectiva de criação de uma “cápsula do tempo” da vida na Terra não é exatamente novidade. O objetivo é preservar o legado da humanidade caso ocorra uma catástrofe global, como uma guerra nuclear ou a colisão com um asteroide.

O pergaminho sagrado judaico não seria a única obra do tipo sendo enviada relata a revista New Scientist. Há projetos similares que incluem os Vedas (escrituras hindus) e o I-Ching (antiga obra filosófica chinesa).

“Este é um projeto incrível”, disse o fundador do grupo judeu, Paul Aouizerate. “Estes três textos estão entre os documentos mais antigos da Terra, escritos mais de 3.000 anos atrás”.  Em última instância, o objetivo é garantir que uma parte significativa da cultura da Terra permaneça na Lua como maneira de preservá-los, como uma “cápsula do tempo”.

Na verdade, duas sondas Voyager da NASA, que já estão no espaço contém algo chamado de “Registro de Ouro”. São registros da vida da Terra e da cultura humana, incluindo sons da natureza a imagens de seres humanos. Com informações Daily Mail e News Cientist.

Fonte:GospelPrime

A Bíblia é o documento mais historicamente correto de todos os tempos

Chad Hovind, pastor da megaigreja Horizon Community, de 5.000 membros, em Cincinnati, Ohio, quer ajudar os cristãos a entender melhor por que a Bíblia é o documento “mais historicamente correto de todos os tempos”.

Segundo Hovind, a visita do conhecido pregador Josh McDowell à sua igreja ajudou muitas pessoas a “abrirem os olhos” para alguns fatos fascinantes. O autor de “Mais que um carpinteiro” usou em suas palestras um rolo com os cinco primeiros livros da Bíblia (Torá) com cerca de 500 anos de idade. Ele permitiu que os presentes o tocassem e examinassem. Depois, explicou que aquele era um dos poucos manuscritos completos da Torá do mundo que não está em algum museu.

Durante sua apresentação, mostrou como eram as técnicas detalhadas dos antigos escribas judeus para certificarem-se que a Bíblia que temos em nossas mãos hoje ficasse livre de erros.

Para McDowell, as tentativas constantes de atacar a credibilidade histórica da Bíblia são a ameaça mais comum, pois ela é a base da fé cristã. Lamentou que até mesmo os cristãos acreditam em ‘bobagens’ que visam desacreditar a maneira que o texto bíblico foi passado de geração em geração.

O pastor Hovind enfatiza que as explicações de McDowell fizeram muitos dos presentes repensar a maneira como veem as Escrituras Sagradas e que essas verdades deveriam ser mais divulgadas. Para isso, pretende produzir um DVD com esse material, visando a multiplicação do conhecimento.

O rolo que McDowell usa para ensinar sobre o assunto foi copiado por escribas por volta de 1450 dC.  Possui grande valor histórico pois naquela época era muito comum que material religioso deste tipo fosse proibido e muitas vezes queimado, como resultado da perseguição judaica por parte da Igreja Católica.

O compromisso de copiar as Escrituras era uma tarefa sagrada. Havia milhares de métodos de controle de qualidade destinados a assegurar sua confiabilidade. Os escribas eram obrigados a memorizar mais de 4000 leis antes de começar a escrever. Nada poderia ser escrito a partir da memória.

Cada letra das copiadas obedecendo um sistema de três escriba. Depois que um escrevia, outro verificava cuidadosamente cada letra e um terceiro escriba verificava a obra final.  A maioria das cópias completas da Torá tinham cerca de 70 metros de comprimento e levavam mais de três anos para serem terminadas. Após a conclusão, três escribas verificavam o documento antes que ele pudesse ser usado.

Sabe-se que os escribas literalmente contavam as letras do começo ao fim. São exatamente 304.805 letras na Torá, parando a contagem na 152.402a letra (em Levítico 11:42). Ficou estabelecido que a próxima letra era a chamada “letra central”. Se ela não estivesse certa, o pergaminho todo precisava ser reexaminado. Se estivesse correta, continuavam contando para ver se a última letra do pergaminho totalizava 152.402.

As Escrituras eram confirmadas por meio de um rolo de papel que servia como um certificado de que seguira todos os processos necessários, incluindo a verificação de três escribas e o sistema de contagem para confirmação.

Até hoje, não se conhece na história da humanidade nenhum processo de cópia com tamanho compromisso com o controle de qualidade. Hovind e McDowell querem enfatizar aos leitores da Bíblia e também aos seus críticos que as antigas histórias de que as Escrituras foram alteradas ao longo do tempo são bobagem.

Embora as traduções possam variar, é possível ver cópias do documento mais historicamente confiável da história expostas em diversos museus. Ainda que se possa atacar seus ensinamentos, os fatos mostram que não há como questionar a seriedade do processo de cópia e a enorme quantidade de sangue que foi derramado para que o que Deus revelou ao homem fosse preservado. Letra por letra.

Notícia: GospelPrime