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Muçulmanos e budistas se convertem após terem sonhos com Jesus

Testemunhos de pessoas que afirmam ter conhecido Jesus em seus sonhos não são novidade, mas nas últimas semanas dois deles foram destaque da mídia especializada em cobrir questões religiosas.

O escritor Nabeel Qureshi lançou o livro Seeking Allah, Finding Jesus [Procurando Alá, Encontrando Jesus], onde conta como trocou o islamismo pelo cristianismo, conta também porque os ensinamentos de Maomé sobre os propósitos de Deus dentro de sonhos são tão valorizados pelos muçulmanos.

Quriehi explica que os muçulmanos os aceitam como uma resposta do que esperam ouvir de Deus. Afinal, no Islã “as pessoas não esperam Deus falar com elas de maneira pessoal”, esclareceu. Pessoalmente foi um sonho com Jesus que o levou a sair do Islã, além das diversas conversas com um amigo, onde comparava as duas religiões.

O outro relato foi divulgado pela missão SEND Internacional. Trata-se da história de Yulia, uma russa que foi criada por pais budistas dedicados. Desde cedo, ela visitava regularmente com a família o santuário local e reverenciava Buda.

Contudo, a morte repentina de seu pai alterou a vida de toda a família. Sua mãe passou a beber e quando Yulia tinha 21 anos de idade, em meio a uma bebedeira da mãe, foi expulsa de casa. Em crise, a jovem fez um balanço da sua vida. Sua mãe dizia não se importar, as pessoas que ela considerava seus amigos a abandonaram quando ela mais precisava. Sem muito e odiando seu trabalho como faxineira, Yulia não via mais sentido em nada. Decidiu tirar a própria vida e preparou uma forca em seu quarto.

Yulia estava sozinha. Colocou uma mesinha em cima da cômoda e pegou o laço para amarrar no pescoço, acreditando que essa era a única solução. Para sua surpresa, a mãe entrou no exato momento em que ela preparava para se enforcar.

Mesmo fazendo as pazes com a mãe, aquele pensamento de morte a perseguia. Dias depois, recebeu a visita de um amigo cristão que lhe falou sobre Jesus e que ela deveria segui-lo e não a Buda.

Alguns dias depois, Yulia teve “um sonho incrível” onde Jesus falou com ela. No final do diálogo, onde ela procurava entender por que tinha tantos problemas, Jesus olhou no fundo de sua alma e disse, “Acredite em mim e ore Yulia. Eu vou te salvar”.

Cerca de um mês depois, seu amigo cristão convidou Yulia para um culto. A jovem foi a igreja algumas vezes com ele até que foi questionada pelo líder local sobre sua fé. Ela confessou a Jesus e caindo de joelhos, orou arrependida de seus pecados e nasceu de novo em Jesus Cristo.

Em ambos os casos, os sonhos foram fundamentais para uma mudança de vida, mas a presença de amigos cristãos mostra que eles não substituem a evangelização pessoal. Com informações Christian Post.

Fonte:GospelPrime

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Jean Wyllys acusa cristãos de não se importarem com abusos sexuais cometidos em igrejas; Assista

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) voltou a causar polêmica ao afirmar que os cristãos não se importam com os abusos sexuais que acontecem na comunidade. A declaração foi feita durante uma sessão da Comissão Especial que discute o Plano Nacional de Educação (PNE).

“Na comunidade cristã existem os fundamentalistas – não são todos os cristãos que são fundamentalistas – mas a expressão aqui nesta Casa, neste momento, é dos fundamentalismos cristãos. Então eu acho curioso que o fundamentalismo cristão queira influenciar retirando a identidade de gênero do texto do PNE, mas esteja muito pouco preocupado, por exemplo, com a prática de abusos sexuais no seio da igreja. A gente lê todos os dias notícias de abuso sexual praticado por líderes religiosos. As pessoas não estão preocupadas com isso, e isso é violência de gênero”, discursou Wyllys.

No meio de seu discurso, Wyllys foi vaiado e ouviu um “cala a boca” de alguma parlamentar que estava presente na sessão, mas não pôde ser identificada.

A proposta de inclusão do ensino da ideologia de gênero é uma bandeira dos partidos de esquerda, como o PT, que atualmente ocupa o poder. Ela se baseia no princípio de que para haver igualdade, não deve haver distinção entre homem e mulher, assim como as já estabelecidas igualdades racial e social.

Os cristãos evangélicos e católicos do país se posicionam contra o projeto porque entendem que, uma vez aprovado, o PNE tornará a educação sexual obrigatória nas escolas, “sem direito a objeções de consciência por parte dos pais, conforme já faz parte das orientações internacionais da ONU a este respeito”, diz Alberto Monteiro, um dos ativistas contrários ao projeto.

“O sistema educacional brasileiro será transformado em uma máquina armada para a demolição e a destruição da família natural”, acrescenta Monteiro, demonstrando preocupação com um dos principais pilares dos princípios cristãos.

Na sessão da Comissão Especial sobre o PNE, houve tumulto e reclamações dos ativistas que estiveram presentes quanto ao teor do discurso de Wyllys, que retrucou: “Essas pessoas levantaram faixas aqui ofensivas à dignidade humana de diversos grupos deste país. Eu li todas as estupidezes escritas nessas faixas, e não falei nada contra elas. Eu espero que as pessoas respeitem o meu direito de fazer a minha avaliação do relatório, e nela, eu digo que num Estado laico democrático de direito, numa República federativa, dogmas religiosos não devem influenciar políticas públicas, e que fundamentalismos estão preocupados em proibir e vetar uma legislação que vai trazer cidadania a todos, mas não estão preocupados com abusos sexuais no seio de suas próprias comunidades”, insistiu Wyllys, demonstrando bastante irritação.

Assista ao discurso de Jean Wyllys:

Por Tiago Chagas | Fonte:Gospel+

STF investiga se Marco Feliciano cometeu preconceito religioso

O pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo Partido Social Cristão de São Paulo, voltou a ser alvo de perseguição política. Na última sexta-feira (21) Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de inquérito para apurar se o parlamentar cometeu o crime de preconceito religioso.

Em vídeo publicado no YouTube o pastor Marco Feliciano está ministrando e fala: “Eu profetizo a falência do reino das trevas! Profetizo o sepultamento dos pais de santo! Profetizo o fechamento de terreiros de macumba! Profetizo a glória do senhor na terra!”.

O pedido de abertura de inquérito foi feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que afirma que houve o cometimento do crime previsto no artigo 20 da lei do racismo, que criminaliza “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. A punição prevista é de um a três anos de prisão e multa.

O ministro determinou que a Polícia Federal (PF) ouça o depoimento de Feliciano em 30 dias. “Conforme requerido pelo procurador-geral da República, encaminhem-se os autos à Corregedoria da Polícia Federal para a oitiva do parlamentar no prazo de 30 dias”, afirma.

Perseguição politica

Feliciano tornou-se o principal alvo de grupos de ativistas gays e partidos de esquerda. Desde que passou pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados o parlamentar vem sofrendo uma série de acusações.

Fonte:GospelPrime

Cantora gospel que estava desaparecida se comunica pelas redes sociais

A cantora Carol Mouzinho, que estava desaparecida há dois dias, se comunicou com sua família e amigos nesta segunda-feira (24).

Na pequena mensagem ela apenas agradece a preocupação e diz que está colocando as ideias em ordem. “Obrigado pela preocupação, estou bem e breve darei notícias. Apenas organizando as ideias”, escreveu Carol.

Segundo seus familiares a cantora estava na casa de uma amiga de igreja e que tirou esses dias para pensar na vida. A mãe acredita que a jovem esteja com depressão.

“Isso deve ser um distúrbio, Carol sempre foi muito comunicativa, mas de uns tempos pra cá ela mudou os hábitos e estava muito introspectiva. Ficava calada e de poucas palavras”, disse a mãe da cantora.

Carol Mouzinho saiu de casa na sexta-feira (21) pela manhã. Ela mora na zona Norte de João Pessoa (PB) e desde então não dava notícias para a família.

Em desespero seus familiares foram até a Polícia para comunicar o desaparecimento e foram em hospitais e até no necrotério da cidade para tentar localizá-la. Com informações do Portal Correio.

Fonte:GospelPrime

Feiticeiro se converte ao Evangelho após receber “cura milagrosa”, em resposta à oração de um pastor

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Recentemente o ministério “Gospel for Asia” divulgou o testemunho de Kalith, um homem que era adepto de práticas da feitiçaria, e tinha como crença a adoração a seus antepassados, através de sacrifícios de cabras, porcos e galinhas. Ele afirma que acreditava que, através desses sacrifícios, estaria protegido de todo o mal.

Porém, a mudança em sua vida veio quando foi acometido por uma dor crônica no estômago. Tendo tentado, sem sucesso, uma cura através dos rituais de adoração aos seus antepassados, e não obtendo respostas nem mesmo na medicina, Kalith então buscou ajuda nas orações do pastor Oojam, do Gospel for Asia.

– Ore, e se o seu Deus responder sua oração e me curar, eu vou seguir a Ele – afirmou Kalith ao pastor.

O pastor Oojam relata que orou por Kalith e, após uma semana, ele estava curado e todos os seus vizinhos ficaram sabendo do que aconteceu com ele. Então, o agora ex-feiticeiro e sua família, junto a outros dois casais, se tornaram os primeiros cristãos de sua aldeia.

Através deles, uma congregação cristã se iniciou no local e eles construíram um pequeno local para abrigar as reuniões da igreja que se iniciava. Porém, a construção era precária e, com um telhado de palha, sofreu com a temporada de chuvas na região. Foi então que eles oraram para que, assim como havia curado Kalith, Deus os abençoasse com um milagre para construírem uma igreja no local.

Segundo o Gospel for Asia, as orações foram respondidas através de doações, com as quais construíram um amplo templo que hoje abriga 65 membros da igreja, que adoram e Deus regularmente no local e têm atraído mais pessoas ao Evangelho.

Por Dan Martins |Fonte: Gospel+

Líderes evangélicos se posicionaram contra a lei estabelecida na Uganda que criminaliza a prática homossexual: “Nem tudo o que é pecado é crime”

Líderes evangélicos se posicionaram contra a lei estabelecida pelo governo de Uganda que criminaliza a prática homossexual e prevê pena de prisão perpétua para quem mantiver relações sexuais com pessoas do mesmo gênero.

De acordo com Russel D. Moore, presidente da Comissão de Liberdade de Ética Religiosa, e Andrew Walker, diretor de estudos políticos da mesma entidade, um governo que criminaliza a homossexualidade “ultrapassou seus limites de forma drástica e injusta”.

A opinião foi externada num comunicado divulgado recentemente pela entidade, que é ligada à Convenção das Igrejas Batistas do Sul dos Estados Unidos.

No texto, os líderes fazem questão de frisar que mantém-se alinhados a visão bíblica da sexualidade, mas que a homossexualidade não deveria ser alvo de legislações.

“A sexualidade deve ser expressa somente dentro da união de uma só carne do casamento de um homem com uma mulher. Qualquer outra coisa é um pecado contra Deus. A igreja tem acreditado nisso, e sempre vai acreditar, porque a Bíblia ensina […] Ao mesmo tempo, acreditamos que leis criminalizando a atividade homossexual são injustas e uma afronta à imagem de Deus incorporada em todas as pessoas”, diz o comunicado.

A lei aprovada em Uganda no último 24 de fevereiro é similar a uma determinação implantada na Nigéria, onde está prevista a prisão por 10 anos para casais homossexuais que forem pegos beijando em público ou frequentando casas noturnas voltadas ao público gay.

Segundo informações do Urban Christian News, a Organização das Nações Unidas (ONU) contabiliza 78 países que têm leis que criminalizam o comportamento homossexual.

“Nem tudo o que é pecado é crime”, disseram os líderes evangélicos. “Sim, nós acreditamos que toda atividade sexual fora do casamento (definido por Jesus, não pelo Supremo Tribunal Federal) está errado. Também acreditamos que a resposta a esse pecado não é encontrado em algum estado policial, mas na boa notícia de que Deus reconcilia os pecadores como nós a si mesmo através do sangue derramado e a vida contínua em Jesus Cristo”, pontuaram Moore e Walker, antes de frisar que a missão dos cristãos “não é prender e perseguir aqueles que estão andando contrários às Escrituras, mas em vez disso a nossa missão é amar e persuadir. Nossa missão é sermos embaixadores da reconciliação – uma missão que exige tanto a definição de pecado e ofereça misericórdia (2 Coríntios 5:18-19). Isso não pode ser feito por meio da coerção ou ameaças de um estado policial, mas apenas pelo persuasivo. poder da convicção do Espírito Santo”.

Por Tiago Chagas |Fonte: Gospel+

Pastores evangélicos se manifestam contra “lei anti-gay” recém aprovada em Uganda

Recentemente o presidente da Uganda, Yoweri Museveni, assinou uma “lei anti-gay” no país, tornando a homossexualidade um crime passível de prisão perpétua. Ao justificar a assinatura no projeto de lei, Museveni afirmou que “nenhum estudo demonstrou que alguém pode ser homossexual por natureza”.

Apesar de a homossexualidade já ser considerada ilegal no país, a nova lei torna a relação entre pessoas do mesmo sexo passível de prisão perpétua, e criminaliza também qualquer tipo de promoção à homossexualidade.

Diante da aprovação da lei, pastores evangélicos norte americanos estão se manifestando contra a decisão do presidente de Uganda, afirmando que apesar de não concordar com o homossexualismo, a igreja deve proteger a dignidade de todas as pessoas, como Jesus fez.

O pastor Rick Warren se manifestou sobre o caso afirmando que defende o ideal bíblico do matrimônio entre homem e mulher, mas que vê a lei em Uganda como injusta, e se opõe a ideia de criminalizar e retirar a dignidade das pessoas homossexuais.

– Primeiro, a lei é injusta, extrema e não cristã para com os homossexuais… Em segundo lugar, a lei obriga que os pastores relatem suas conversas pastorais com homossexuais às autoridades… – afirmou o pastor.

Ele disse ainda que tal lei teria um efeito negativo no trabalho de pastores ao ajudar os que sofrem.

– Jesus reafirmou o que Moisés escreveu, que o casamento é para ser entre um homem e uma mulher comprometidos uns com os outros para a vida. Mas Jesus também nos ensinou que o maior mandamento é amar o nosso próximo como a nós mesmos – ressaltou o pastor.

Condenando leis como a de Uganda, Russell Moore, presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, disse que não conhece evangélicos que apoiariam uma legislação como essa.

Morre e diversos outros pastores, como Warren e Scott Lively, pastor e chefe do Abiding Truth Ministries Massachusetts, criticaram também a alegação do governo de Uganda de que a lei se apoia em princípios cristãos.

Segundo o Huffington Post, Lively afirma que “o governo deveria estar preocupado em ajudá-los a superar seus problemas e não apenas puni-los por isso”.

– A liberdade de fazer escolhas morais é concedida por Deus. Uma vez que Deus nos dá essa liberdade, temos de protegê-la para sempre, mesmo quando não concordamos com suas escolhas. Toda a vida é preciosa para Deus – ressaltou Rick Warren.

Por Dan Martins | Fonte: Gospel+

Ex-travesti, pastor conta como abandonou a homossexualidade após se converter; Assista

O pastor Júlio César Santana, 37 anos, vem se tornando uma figura de interesse da imprensa dominicana por conta de seu testemunho: deixou de ser o travesti Nicole, e se tornou num líder cristão com história de transformação de vida.

Uma reportagem do canal Zona 5 serviu de impulso para o testemunho do pastor, que lidera uma igreja em San Pedro de Macoris, República Dominicana.

O testemunho tem elementos comuns à maioria dos travestis que se convertem: histórico de abuso de drogas e álcool, prostituição e maus tratos.

Segundo Júlio, há cinco anos ele abandonou a homossexualidade, e agora dedica-se ao evangelismo. O pastor, conhecido por outros travestis, aproveita o conhecimento para levar a mensagem do Evangelho aos antigos colegas de prostituição.

Atualmente, cerca de 60 jovens fazem parte de um grupo que recebe apoio do pastor, e alguns deles, já abandonaram a prática homossexual, de acordo com Isaac Pimente, pastor do Ministério Internacional Transformados por Cristo.

Casado com Belkis Jiménez, Júlio revela que o relacionamento com sua esposa passou por dificuldades no começo, e apesar da desconfiança de pessoas a respeito de sua vida íntima, estão juntos.

O momento de mudança, segundo Júlio, aconteceu quando precisou ser atendido num hospital, e por conta de sua opção sexual, foi discriminado. Uma senhora que presenciou a situação se aproximou e disse que Jesus o amava.Assista:

 Tiago Chagas –  Gospel+

Antônia Lúcia afirma que Feliciano age como se fosse “dono” da comissão

Antônia Lúcia afirma que Feliciano age como se fosse “dono” da comissão

A vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara, a deputada Antônia Lúcia (PSC-AC) parece não se sentir confortável com as polêmicas envolvendo o colega de partido e presidente do colegiado, Pastor Marco Feliciano (PSC-SP). A parlamentar criticou a decisão de proibir a entrada de público nas sessões da CDH.

Dois dias atrás, na última segunda-feira (1), Antônia Lúcia ameaçou deixar o cargo após divulgação de um vídeo em que Feliciano afirma que a comissão era dominada por satanás. “Pela primeira vez na história desse Brasil, um pastor cheio de Espírito Santo conquistou um espaço que até ontem era dominado por Satanás!”, pregou o pastor. “Sei que Jesus me levantou neste momento para abrir os olhos da igreja brasileira”.

Nesta quarta (3), Antônia Lúcia disse que se fosse ela não faria isso e que o clima está muito pesado. Lúcia também afirmou que a comissão está como se tivesse um dono. “Todos nós temos sofrido com tudo isso”, desabafou.

A decisão da comissão de impedir o ingresso de manifestantes no encontro do colegiado foi aprovada por integrantes da comissão. Com a decisão, apenas deputados, assessores e jornalistas terão acesso às sessões. O requerimento foi aprovado por unanimidade pela comissão.

Para Feliciano não havia outra alternativa, já que , segundo o parlamentar, a militância LGBT não permitiria a continuidade dos trabalhos, por isso, para “evitar tumulto”, optou-se por fechar as sessões.

Desde que assumiu a comissão, Feliciano tem enfrentado protestos que praticamente inviabilizaram o andamento de todas as sessões comandadas por ele. Com informações G1.

Fonte:GospelPrime

Campanha para Marco Feliciano se candidatar a presidente da República em 2014 tem mais de 65 mil apoiadores no Facebook

Uma montagem feita com uma foto do pastor Marco Feliciano e a faixa presidencial está sendo compartilhada por usuários do Facebook, e já superou a marca de 65 mil compartilhamentos.

A campanha pede que os favoráveis a uma candidatura do pastor à presidência da República já em 2014 compartilhem a imagem para demonstrar força nas redes sociais: “Campanha urgente: Marco Feliciano presidente do Brasil”, diz o texto descritivo da imagem.

O mesmo texto afirma que a ideia é alcançar mais de 30 milhões de compartilhamentos, e pede que os internautas não copiem a imagem, apenas compartilhem, para que a quantidade de pessoas empenhadas na campanha possam ser contabilizadas.

marco feliciano 2014

Caso queira aderir à campanha, clique na imagem para ir à postagem original

Uma segunda imagem com comparações entre os deputados Marco Feliciano (PSC-SP) e Jean Wyllys (PSOL-RJ) também está circulando no Facebook e já superou a marca de 100 mil compartilhamentos e mais de 7,5 mil comentários.

Na imagem, há dados sobre o número de votos de cada um dos deputados, além de comparações entre as bandeiras políticas defendidas por cada um deles, como por exemplo, a questão da PL 122.

O texto da imagem diz que Feliciano “nunca ofendeu seu opositor”, e que Wyllys “vive chamando Marco Feliciano de racista e homofóbico”. A imagem quando compartilhada, toma ares de declaração pessoal do usuário, pois o texto encerra manifestando apoio ao pastor Feliciano: “Eu sou cristão, a favor da democracia, da vida e da família brasileira. Marco Feliciano me representa”.

As manifestações contrárias a Jean Wyllys tem tomado grande proporção e seguido a mesma estratégia usada pelos ativistas gays contrários a Marco Feliciano.

Confira abaixo, a imagem de apoio a Marco Feliciano compartilhada por mais de 100 mil usuários do Facebook:

Feliciano-Wyllys

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Uma petição pública que pede a cassação de Wyllys por quebra de decoro parlamentar tem sido divulgada através das redes sociais, e alcançou até agora mais de 14 mil assinaturas. A coleta de assinaturas deverá ser encaminhada à Câmara dos Deputados em breve.

twitter my name is pedro

O texto da petição diz que Wyllys “vêm, com frequência, agindo de forma heterofóbica e contra a família brasileira, através de projetos de leis imorais que visam destruir a família brasileira, a moral e os bons costumes”.

A petição ainda ressalta que a postura de Jean Wyllys transgride a lei: “Após repetitivos ataques contra o povo brasileiro, à igreja e contra qualquer um que se oponha às exigências feitas pelo deputado, pela falta de respeito para com a família brasileira e pela apologia que ele tem feito de uma ‘liberdade’ que fere vários incisos da nossa Constituição, nós pedimos a cassação do deputado Jean Wyllys”, diz o texto.

Fonte:Gospel+