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Feiticeiro se converte ao Evangelho após receber “cura milagrosa”, em resposta à oração de um pastor

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Recentemente o ministério “Gospel for Asia” divulgou o testemunho de Kalith, um homem que era adepto de práticas da feitiçaria, e tinha como crença a adoração a seus antepassados, através de sacrifícios de cabras, porcos e galinhas. Ele afirma que acreditava que, através desses sacrifícios, estaria protegido de todo o mal.

Porém, a mudança em sua vida veio quando foi acometido por uma dor crônica no estômago. Tendo tentado, sem sucesso, uma cura através dos rituais de adoração aos seus antepassados, e não obtendo respostas nem mesmo na medicina, Kalith então buscou ajuda nas orações do pastor Oojam, do Gospel for Asia.

– Ore, e se o seu Deus responder sua oração e me curar, eu vou seguir a Ele – afirmou Kalith ao pastor.

O pastor Oojam relata que orou por Kalith e, após uma semana, ele estava curado e todos os seus vizinhos ficaram sabendo do que aconteceu com ele. Então, o agora ex-feiticeiro e sua família, junto a outros dois casais, se tornaram os primeiros cristãos de sua aldeia.

Através deles, uma congregação cristã se iniciou no local e eles construíram um pequeno local para abrigar as reuniões da igreja que se iniciava. Porém, a construção era precária e, com um telhado de palha, sofreu com a temporada de chuvas na região. Foi então que eles oraram para que, assim como havia curado Kalith, Deus os abençoasse com um milagre para construírem uma igreja no local.

Segundo o Gospel for Asia, as orações foram respondidas através de doações, com as quais construíram um amplo templo que hoje abriga 65 membros da igreja, que adoram e Deus regularmente no local e têm atraído mais pessoas ao Evangelho.

Por Dan Martins |Fonte: Gospel+

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Intolerância religiosa é um dos assuntos mais denunciados no Facebook

Intolerância religiosa é um dos assuntos mais denunciados no Facebook

De acordo com dados da ONG Safernet Brasil, das 11.305 páginas do Facebook denunciadas em 2012, 494 se referiam a conteúdo de intolerância religiosa. O tema acabou entrando para a lista de crimes virtuais mais denunciados perdendo apenas para o racismo, pornografia infantil, crime contra vida, maus tratos aos animais e homofobia.
A ONG também relata que houve um aumento de 264,5% no número de reclamações feitas na Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos (CND) que reúne informações de sete entidades como a Polícia Federal e a Secretaria de Direitos Humanos e outras.
A ONG agora está discutindo com executivos da rede de relacionamentos para tentar um acordo de cooperação e se for firmado as páginas denunciadas serão encaminhadas automaticamente para um time de suporte e segurança da empresa que revisarão esses conteúdos.
Quem tem perfil na rede social já está acostumado a ver amigos pedindo ajuda para denunciar páginas que pregam ódio a religiões e crenças. Em algumas delas usuários chegam a enviar mensagens reclamando do conteúdo e recebem a resposta da “liberdade de expressão” como direto para continuar alimentando a página.
O próprio Facebook tem um campo para denunciar páginas e perfis, qualquer pessoa que se sentir ofendida com as postagens poderá fazer a denúncia explicando seus motivos. As informações são do G1.
Veja os assuntos que mais foram denunciados:

Racismo – 5.021 denuncias.
Pornografia Infantil – 1.969
Crimes contra a vida – 1.513
Maus tratos aos animais – 697
Homofobia – 635
Intolerância Religiosa – 494
Xenofobia – 376
Tráfico de Pessoas – 233
Neonazismo – 186
Genocídio – 181

Cristãos são apedrejados no Monte do Templo

Um grupo de cerca de 50 palestinos muçulmanos apedrejaram esta semana um grupo de turistas cristãos no Monte do Templo, em Jerusalém. Vários ficaram seriamente feridos, mas ninguém morreu,

Três policiais israelenses que tentaram proteger o grupo cristão foram atingidos pelas pedras arremessadas contra eles, disse o site Israel Today.

A polícia prendeu 11 palestinos envolvidos no ataque. Muitos deles são crianças. A justificativa para o apedrejamento seria uma resposta ao apelo do líder muçulmano Ekrama Sabri. Ele  afirmou semana passada que grupos judeus planejavam entrar nas mesquitas e profanar seus recintos sagrados.

Sabri conclamou que todos os muçulmanos deviam proteger as mesquitas de Jerusalém de uma “conspiração israelense contra a cidade e seus lugares sagrados”.

Os líderes religiosos muçulmanos seguidamente alegam que Israel está conspirando para destruir o “Domo da Rocha” e a mesquita de Al Aqsa visando com isso abrir o caminho para a reconstrução do Templo. A Bíblia relata que ali foi construído o Templo de Salomão, desctruido e reconstruído depois por Herodes. O Muro das Lamentações, localizado algumas centenas de metros do alto do monte contraria os argumentos islamitas de que ele nunca existiu.

Apesar de o Monte do Templo ser o lugar mais sagrado para os judeus e muitos cristãos, a polícia israelense tem atendido as exigências muçulmanas para restringir severamente a presença de visitantes não-muçulmanos. Por exemplo, há muito tempo judeus e cristãos são proibidos de levar a Bíblia para o Monte do Templo para fazer orações silenciosas.

Isso seria uma ofensa aos muçulmanos. É comum judeus e cristãos serem presos por violarem esta medida “de segurança”.

Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Israel Today