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[Vídeo] Cristãos são presos em universidade por distribuírem panfletos dizendo que a homossexualidade é pecado

Dois evangelistas foram presos no campus de uma universidade canadense por distribuírem folhetos que pregavam contra a homossexualidade, dizendo que a prática é pecaminosa. Peter LaBarbera e Bill Whatcott  fazem parte de um grupo chamado The Truth About Homosexuality (“A verdade sobre a homossexualidade”, em tradução para o português).

Os cristãos foram abordados por um funcionário da universidade, que pediu que eles se retirassem, pois a instituição tinha regras que proibiam a distribuição de folhetos em suas dependências.

Na conversa, o evangelista Whatcott rebateu o funcionário dizendo que eles estavam exercendo seu direito à liberdade de expressão, e que haviam procurado a universidade para conseguir permissão e foram ignorados.

“Eu não vou sair. Você é o intolerante e deveria ter vergonha de si mesmo por não permitir a nossa mensagem sem sequer pensar nisso”, disse Whatcott. Segundo informações da CBC News, pouco tempo depois vários policiais chegaram ao local e algemaram os evangelistas.

Os representantes da universidade explicaram sua decisão de chamar a Polícia: “Somos um campus diversificado e acolhedor. Nós celebramos a diversidade e nossa equipe sentiu que o material e algumas das coisas que eles tinham eram simplesmente inconsistentes com a política do campus e os pediram para sair”, disse Tom Chase, um dos vice-presidentes da universidade.

Por Tiago Chagas | Fonte: Gospel+

Missionários brasileiros continuam presos no Senegal

OMissionários brasileiros continuam presos no Senegal

s missionários José Dilson Alves da Silva e Zeneide Moreira Novais continuam detidos no Senegal. Eles foram presos em novembro sob acusação de aliciar menores e aguardam a decisão final da justiça.

A prisão aconteceu depois que um pai foi até a polícia reclamar que seu filho se recusou a recitar uma oração muçulmana e que estava exibindo comportamento cristão. Os missionários realizam trabalho com as crianças de rua oferecendo abrigo, comida e educação.

O projeto social Obadias, recebe apoio da Agência Presbiteriana de Missões Transculturais (APMT), também recebe alunos de escolas corânicas, onde estudantes islâmicos são forçados por seus professores a mendigar nas ruas, como explica o site da Missão Portas Abertas.

O pai que acusou os missionários alegou que houve desrespeito ao Islã e também disse que os brasileiros teriam sequestrado e cometido o crime de tráfico de menores.

O caso chegou ao Brasil e comoveu o senador Magno Malta que conhece a missionária Zeneide. Em companhia de outros parlamentares, Malta foi até o Senegal tentar resolver o problema, mas não pode interferir.

A Missão Portas Abertas relata que os missionários estão em presídios superlotados, dividindo as pequenas celas com 30 pessoas e só estão autorizados a receber visitas rápidas de familiares ou amigos duas vezes por semana.

“Um fator de forte preocupação, porém, é a saúde do pastor. Ele é diabético, está fraco, com um dente quebrado e uma inflamação no ouvido”, diz um comunicado no portal do ministério que pede oração não só por José, mas também por Zeneide e por suas famílias.

Fonte:GospelPrime

Bispos da Igreja Universal poderão ser presos por “curar” jovem homossexual

O vídeo onde um jovem homossexual é exorcizado e “curado” durante um programa da IURD TV pode render um processo judicial histórico no país.

Neste programa, o bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, fala que o jovem identificado apenas como Leandro passaria por um processo de “libertação”.

O bispo Clodomir Santos é chamado e conversa com o demônio e o expulsa depois de saber que o jovem se tornou gay por ser vítima de um “trabalho de macumba” de um vizinho contra ele.

O jovem se contorce, grita e se ajoelha no chão enquanto os bispos começam a gritar “queimando, queimando, queimando” e o exorcismo é feito. O jovem volta ao seu estado normal e diz que se sente melhor. Depois, agradece por ser libertado pelos bispos da Universal.

A alegação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) é que as imagens seriam provas de “charlatanismo”. Segundo o artigo 283 do Código Penal, esse crime pode resultar na prisão dos envolvidos por até dois anos.

A ABGLT pediu ao Ministério Público de São Paulo que investigue o caso, pois afirma que embora a Constituição garanta liberdade de culto, a homossexualidade não pode ser tratada como uma doença. Desde 1990, ela não consta mais da Classificação Internacional de Doenças, da Organização Mundial da Saúde.

“Parece-nos que o vídeo em questão, assim como vários outros disponíveis na internet com conteúdos parecidos, é uma prova cabal da prática do charlatanismo, uma vez que divulga publicamente a suposta “cura” de uma condição que não é doença, além de disseminar a demonização e manifesta intolerância da homossexualidade”, diz o requerimento encaminhado pela Associação ao MP.

O Ministério Público ainda não se manifestou a respeito. Não é a primeira vez que Toni Reis, presidente da ABGLT, entra em rota de colisão com os evangélicos.

Reis e sua associação já reivindicartam no ano passado punições às emissoras que levem ao ar declarações ofensivas aos direitos homossexuais. Sua solicitação ao Ministério das Comunicações é que se iniba essa prática em especial nos programas religiosos transmitidos em rede aberta.

Além dos pastores evangélicos, em especial Silas Malafaia, que moveu um processo contra Toni Reis, o deputado Jair Bolsonaro também já foi atacado pela ABGLT.

Esta semana, a ABGLT e outras entidades similares, enviaram um ofício ao Ministério Público Federal, questionando o veto aos vídeos da campanha do Carnaval contra a Aids, produzida pelo Ministério da Saúde com o foco em jovens gays.

Também solicitou ao Ministério Público Federal que investigue e tome providências sobre o veto à distribuição do chamado “kit Gay”, material distribuído nas escolas que serviria para combater a homofobia. Na interpretação dos evangélicos e católicos, que conseguiram impedir sua distribuição, o material iria promover a homossexualidade.

A Associação quer saber que providências o governo está tomando “diante da comprovada existência da homofobia no ambiente escolar”.

Assista: