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Pastor é preso por protestar contra o aborto; Cartazes diziam que prática é assassinato de crianças

Um pastor que protestava contra o aborto num cruzamento foi preso por segurar um cartaz que dizia que a prática mata crianças. Stephen Joiner foi detido por quatro horas por supostamente ter desobedecido um policial que ordenou que ele deixasse o local.

Joiner é líder da Igreja do Nazareno, na cidade de Columbus, Mississippi, e agora é beneficiário de uma ação por conta de sua prisão, considerada abusiva.

O Conselho de Liberdade entrou com um processo de direitos civis contra a prefeitura da cidade e o capitão da Polícia, Frederick Shelton, em nome do pastor.

Durante a audiência do processo, o capitão Shelton acusou o pastor de violar leis municipais que regulamentam manifestações em grupo, porém, a defesa argumentou que o pastor estava sozinho no momento de sua prisão.

“A Primeira Emenda protege o direito dos cidadãos de se expressar sobre as vias públicas livres de interferência do governo”, disse Mat Staver, fundador e presidente do Conselho de Liberdade. “As ações da cidade foram totalmente injustificadas e são uma afronta aos direitos fundamentais de todos os americanos. Mesmo o discurso impopular é protegido quando pacificamente expressa, como o pastor Joiner fez aqui”, acrescentou Staver.

Fonte:Gospel+

Apesar das recentes polêmicas, Rachel Scheherazade renova contrato por mais 4 anos com o SBT

A jornalista evangélica Rachel Scheherazade, que recentemente causou polêmica com seus comentários sobre os “justiceiros” que prenderam um suposto assaltante nu a um poste na zona sul do Rio de Janeiro, renovou essa semana seu contrato com o SBT.

Scheherazade chegou à emissora como uma contratação pessoal de Silvio Santos, mas a repercussão de suas opiniões transmitidas pelo telejornal que apresenta iniciou uma polêmica nacional, motivando uma representação contra o SBT no Ministério Público e até mesmo a censura de opiniões nos programas jornalísticos da emissora.

Nas últimas semanas, a jornalista chegou a negociar sua saída para a Band, mas reuniões com a cúpula do SBT ao longo dessa semana culminaram na renovação de seu contrato. Após reunião com o vice-presidente José Roberto Maciel e o diretor de programações, Leon Abravanel, seu contrato foi renovado por mais 4 anos.

– A proposta da Band me deixou dividida quanto ao meu futuro, mas não foi adiante. Não senti segurança no projeto que eles tinham para mim na emissora. Não ficou claro onde iria atuar: se faria bancada com o Boechat, se iria para o Café com Jornal, ou se estaria junto com o Boris Casoy. Diante das incertezas, achei melhor optar por não trocar de casa – afirmou a jornalista.

– Estou feliz em renovar com o SBT. Desejo que essa parceria possa ser duradoura e produtiva – afirmou Rachel.

Rachel comentou também sobre a censura de opiniões que ainda vigora nos telejornais do SBT, e afirmou que o próprio Silvio Santos lhe garantiu que essa situação será revertida em breve.

– É interesse da emissora que as opiniões voltem. Não sei se após as eleições, eles não me falaram de prazo. Mas o próprio Silvio Santos me falou que eu ficasse tranquila, pois as opiniões irão voltar. Acho que ele fala sério, afinal o sucesso do SBT Brasil e o diferencial do programa são exatamente as opiniões dos âncoras. O Joseval Peixoto também sente falta – afirmou a jornalista, em entrevista à revista Veja.

– Eles estão pensando num programa que aborde temas polêmicos e que possa trazer opiniões conflitantes de especialistas e também de leigos, mostrando uma variedade de pontos de vista. A conclusão do programa traria a minha opinião. Mas nada está definido. Acredito que, com o contrato assinado, vamos sentar para pensar o programa. Cada coisa ao seu tempo – completou.

Por Dan Martins | Fonte:Gospel+

[Vídeo] Cristãos são presos em universidade por distribuírem panfletos dizendo que a homossexualidade é pecado

Dois evangelistas foram presos no campus de uma universidade canadense por distribuírem folhetos que pregavam contra a homossexualidade, dizendo que a prática é pecaminosa. Peter LaBarbera e Bill Whatcott  fazem parte de um grupo chamado The Truth About Homosexuality (“A verdade sobre a homossexualidade”, em tradução para o português).

Os cristãos foram abordados por um funcionário da universidade, que pediu que eles se retirassem, pois a instituição tinha regras que proibiam a distribuição de folhetos em suas dependências.

Na conversa, o evangelista Whatcott rebateu o funcionário dizendo que eles estavam exercendo seu direito à liberdade de expressão, e que haviam procurado a universidade para conseguir permissão e foram ignorados.

“Eu não vou sair. Você é o intolerante e deveria ter vergonha de si mesmo por não permitir a nossa mensagem sem sequer pensar nisso”, disse Whatcott. Segundo informações da CBC News, pouco tempo depois vários policiais chegaram ao local e algemaram os evangelistas.

Os representantes da universidade explicaram sua decisão de chamar a Polícia: “Somos um campus diversificado e acolhedor. Nós celebramos a diversidade e nossa equipe sentiu que o material e algumas das coisas que eles tinham eram simplesmente inconsistentes com a política do campus e os pediram para sair”, disse Tom Chase, um dos vice-presidentes da universidade.

Por Tiago Chagas | Fonte: Gospel+

A democracia do Brasil corre perigo, diz Malafaia sobre censura a Rachel Sheherazade

O pastor Silas Malafaia falou sobre a decisão do SBT em cancelar o quadro de opinião dos apresentadores do SBT Brasil.

A medida foi tomada após parlamentares entrarem com uma representação criminal junto à Procuradoria-Geral da República pedindo o cancelamento da verba pública repassada à emissora paulista.

Os deputados, liderados pela deputada Jandira Feghali (PSOL-RJ) afirmam que a jornalista Rachel Sheherazade estaria usando uma concessão pública para fazer apologia ao crime.

“Que vergonha! Que ridículo! O SBT ceder às pressões de partidos, tais como PSOL, PC do B e do PT. Partidos esses, que idolatram Fidel Castro, o governo da Venezuela e suas ideologias baseadas em Marx”, escreveu Malafaia.

O pastor presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo entende que a pressão dos deputados mostra que eles não estão em defesa da democracia ao impedir a liberdade de expressão.

“A democracia do Brasil corre grande perigo!”, diz Malafaia fazendo um alerta ao povo brasileiro: “Uma jornalista, na maior cara de pau, é silenciada. Liberdade de expressão para todo mundo falar a mesma coisa é ditadura da opinião”.

Malafaia continuou seu artigo explicando que verbas públicas garantem anualmente milhões de reais às emissoras e que ao calar uma jornalista independente o governo estaria impedindo que ela o criticasse.

“Imagine Sheherazade agora falando da roubalheira da Petrobras. É o governo silenciando a jornalista!”, disse em seu site, Verdade Gospel. Malafaia também se mostra desconfortável com a situação e afirma que “hoje estão silenciando uma jornalista, amanhã vão querer silenciar os pastores”.

Fonte:GospelPrime

Rachel Sheherazade está com “dias contados” na TV

Cristã e conservadora, a jornalista Rachel Sheherazade não deve permanecer como âncora e comentarista do telejornal SBT Brasil. A informação do colunista do UOL, Ricardo Feltrin, é de que o SBT afastou Rachel por causa da pressão política e jurídica que vem recebendo.

Oficialmente, Rachel Sheherazade está em férias. Mas, como informou o colunista, ela já havia tirado férias em janeiro, ocasião na qual viajou a Paris e, de lá, participou de um hangout com o cantor Lobão para falar justamente do tema da liberdade de expressão no Brasil.

O SBT estaria sendo pressionado por comissões parlamentares e pela ameaça de perder mais de R$ 150 milhões em verbas publicitárias estatais. Com suas opiniões polêmicas sobre política e cultura, Sheherazade se tornou uma das vozes mais críticas ao governo Dilma.

Entenda o caso

As opiniões de Sheherazade sempre foram polêmicas. A mais controversa delas foi sobre a reação de populares no Rio de Janeiro que amarram um menor infrator a um poste. Para a jornalista, a reação dos populares é “compreensível” diante da ineficiência do Estado.

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) fez representação junto à Procuradoria Geral da República(PGR) contra a jornalista. A deputada comunista solicita investigação, alegando que a âncora do ‘SBT Brasil” cometeu crime de apologia e incitamento à tortura e ao linchamento.

A representação foi aceita pela PGR. Além disso, Jandira Feghali e grupos de direitos humanos fazem pressão para que o SBT tenha suas verbas estatais suspensas até que o caso seja devidamente apurado e Rachel Sheherazade seja oficialmente afastada do programa.

Marco Feliciano reafirma que não renunciará, fala sobre aborto e diz que movimento LGBT quer impor uma “ditadura gay” no Brasil. Assista

O pastor Marco Feliciano concedeu uma entrevista ao programa Poder e Política, exibido pelo portal Uol em parceria com  o jornal Folha de S. Paulo, e comentou as questões que tem cercado seu mandato nos últimos dias.

Feliciano voltou a negar que renunciará ao cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), e disse que está acostumado a pressões.

“Quero agradecer a oportunidade que você me dá de a primeira vez, agora, dar uma entrevista séria para um portal sério. E dizer que não há possibilidade nenhuma de renúncia. Não há possibilidade nenhuma de renúncia até porque eu não cometi nenhum crime, eu não passei por nenhum tipo de julgamento, nenhum tipo de tribunal e o que tem acontecido é apenas a força de um grupo da sociedade que luta muito para que eu, debaixo dessa pressão, saia do cargo. Só que pressão é meu sobrenome. Desde criança eu vivi sobre pressão. Eu nasci de uma família pobre e vivi até agora”, disse Feliciano ao jornalista Fernando Rodrigues, apresentador do programa.

Sobre questões ligadas ao aborto, Feliciano afirmou ter ficado feliz pela escolha da Igreja Católica por “um papa que ainda é bem ortodoxo, é bem conservador e que prima” pela vida, posicionando-se contra a legalização da interrupção das gestações.

“A família é a base da sociedade. Aliás, a família é antes da sociedade. A família é antes do estado. Então, nós não podemos destruir a família. Se você destruir a família, você destrói a sociedade, destrói o estado. Isso já aconteceu em outras civilizações. Então, existe uma proteção. É preciso ter o contraponto e o contraditório”, disse Feliciano.

O pastor posicionou-se contra, inclusive, ao aborto em casos de estupro, dizendo que “Vivemos num mundo cão”, mas que o bebê “não tem culpa disso. É uma vida. É uma criança”.

Para o pastor, o melhor caminho nesses casos é encaminhar o bebê para adoção: “Se ela não quer cuidar da criança, existe uma fila imensa de pessoas que querem adotar essas crianças. Dê a luz e dê essa criança para que alguém possa cuidar dela, mas não assassine. Não aborte”.

Feliciano-Fernando RodriguesMarco Feliciano fez uma revelação a respeito de sua mãe para contextualizar sua postura nesse assunto: “Eu sou filho de uma mulher que, por causa dada à pobreza… A minha mãe… Houve um tempo na vida dela em que ela tinha uma pequena clínica de aborto. Uma clínica clandestina. Eu cresci no meio disso. Eu vi mulheres perderem o seu bebê assim e fiquei traumatizado por isso. Eu vi fetos serem arrancados de dentro de mulheres. Isso é uma tortura. Não se faz isso. Não se faz isso. A vida é um dom de Deus. Só Deus dá e só Deus tira”, pontuou.

Comentando as acusações de racismo feitas contra ele, Feliciano citou o poema “Vozes D’África”, do escritor abolicionista Castro Alves, e voltou a negar que seja racista por sua menção à teologia que defende a ideia de que os habitantes do continente africano são descendentes de um neto de Noé, amaldiçoado por ele.

O pastor pontuou ainda que toda a polêmica foi “empesteada” no país pelo movimento LGBT, que segundo o pastor, pretende instalar uma “ditadura” no país, e impor seus pensamentos.

“Eles querem impor o seu estilo de vida e a sua condição sobre mim. E eles lutam contra a minha liberdade de pensamento e de expressão. Eles lutam pela liberdade sexual deles. Só que antes da liberdade sexual deles, que é secundária, tem que ser permitida a minha liberdade intelectual. A minha liberdade de expressão. Eu posso pensar. Se tirarem o meu poder de pensar, eu não vivo. Eu vegeto e morro”, afirmou Marco Feliciano.

Marco Feliciano afirmou ainda que hoje em dia, poderia procurar palavras mais adequadas para dizer o que pensa, mas não deixaria de falar o que entende ser verdade: “Hoje pensaria outra forma para falar. Porque hoje eu começo a entender o que é a vida pública. Eu nunca tinha sido nem vereador. Eu tive essa expressão de votos aí. As pessoas que votaram em mim votaram porque sabem que eu sou contundente nos meus posicionamentos, e corajoso. Hoje, usaria outros tipos de palavras. Talvez falaria as mesmas verdades de outra forma. Existem várias maneiras de dizer uma verdade, né? Seria um pouquinho mais cuidadoso”, ponderou.

O pastor e deputado voltou a criticar a determinação do Conselho Federal de Psicologia sobre a reorientação de homossexuais, que proíbe os profissionais da área de oferecerem ajuda nesses casos: “Um homem, cansou de namorar uma mulher e ele está com problema psicológico. Ele vai ao Conselho Federal de Psicologia ou ao psicólogo e diz: “Olha, eu queria me reorientar. Não sei, de repente eu passei a ter uma paixão por pessoas do mesmo sexo”. O psicólogo está amparado pela lei do Conselho Federal de Psicologia para cuidar da pessoa. Se houver alguém no sentido contrário, um homossexual, ele cansou desse estilo de vida, de repente ele viu que não dá certo, ele quer se reorientar, ele quer procurar um psicólogo e falar assim: “Olha, eu sou homossexual, mas eu quero que você me ajude a voltar como eu era antes quando eu nasci. Eu gostava de mulher, ou eu gostava de homem. Eu quero que você me ajude a me reorientar”. Sabe o que o psicólogo vai dizer para ele? “Por favor, saia do meu consultório agora. Porque se alguém souber disso eu vou ser cassado pelo Conselho Federal de Psicologia”. É uma desproporcionalidade. Você pode ir para um lado, mas não pode ir para o outro. O movimento GLBT se levanta com uma doutrinação nacional. Eles se levantam nesse nosso país com uma ditadura, uma ditadura gay”.

Vídeo completo: Marco Feliciano no Poder e Política do UOL e Folha

Estelionato

O jornalista Lauro Jardim, da revista Veja, publicou uma informação de que o pastor Marco Feliciano deverá depor ao ministro Ricardo Lewandovski na próxima sexta-feira, 05 de abril, a respeito do processo em que ele é acusado de estelionato.

Segundo Jardim, Feliciano tentou desmarcar o depoimento alegando um compromisso num evento religioso no Pará, mas o ministro do Supremo Tribunal Federal recusou e manteve a sessão para a data agendada.

Fonte: Gospel+