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Igreja faz campanha de oração por chuva e vê milagre acontecer

Centenas de cristãos da cidade de Austin, no Texas, pediram a intervenção divina para aliviar a sua cidade de uma seca sem precedentes. Poucos dias depois de uma campanha maciça de jejum e oração ao longo de uma semana, a chuva caiu.

Os membros das igrejas evangélicas agora oram agradecendo pelo milagre. Obviamente os críticos alegam que foi apenas coincidência.

“Eu acredito que Deus pode fazer grandes coisas e acredito que ele vai fazer chover” afirmava Emily Davis, uma cristã de Austin, em uma entrevista para a rede Fox dias antes da chuva começar.

Para a maioria dos cidadãos da região, não há dúvidas que foi um milagre. Não havia previsão de chuvas. Os dois reservatórios da região, Lago Travis, estão bem abaixo do nível considerado ideal. Mais chuva ainda é necessária nos próximos dias para minimizar os efeitos da seca.

O meteorologista Bob Rose foi consultado e explica que durante o mês de maio em algumas áreas as chuvas foram maiores do que o esperado.

“Falo pelo lado científico agora. Estou olhando para todos os gráficos e vendo como a atmosfera se comporta. A média de chuvas nessa área é de cerca de 12 centímetros. Mesmo assim, em alguns pontos a precipitação foi realmente acima do normal para o mês de maio”, explicou ele à Fox.

O pastor Will David Jr. da Austin Christian Fellowship conta que iniciou semanas atrás uma campanha entre os fiéis para que o maior número de pessoas possível intercedesse pela situação. O movimento cresceu espontaneamente e atraiu milhares de pessoas, membros de várias igrejas da região. Eles estiveram inclusive na câmera de vereadores e convidaram autoridades para se juntar a eles.

O movimento cresceu e chamou atenção da mídia que passou a cobrir a campanha. No dia 22 de maio, membros de diversas igrejas evangélicas da cidade reuniram-se no templo da Igreja batista de Hyde Park para uma maratona de oração. Durante o dia inteiro, liderados pelo pastor Kie Bowman, os fiéis intensificaram suas orações e decretaram um período de jejum. E eles dizem que continuarão orando até a seca passar.

Para o pastor Will David Jr., essa sempre foi uma questão séria. “Quando anunciamos que estávamos orando, usamos o nome de Deus. Era isso que estava em jogo a partir daí”.

Cinco dias depois, uma tempestade caiu na região, com chuva forte o bastante para ajudar a elevar o nível do Lago Travis até quase o mínimo necessário para evitar o racionamento. Com informações The Blaze.

Fonte:GospelPrime

PSDB e PT buscam apoio evangélico em SP

A menos de sete meses das eleições, os principais nomes que disputarão a sucessão ao governo de São Paulo iniciaram uma disputa acirrada em busca do apoio de líderes evangélicos, que representam quase um quarto do eleitorado paulista.

Geraldo Alckmin (PSDB) e o pré-candidato do PT, Alexandre Padilha, tem visitado diversas denominações em São Paulo para tentar conquistar o maior número possível do eleitorado evangélico.

Padilha afirma que o pai é metodista e apresenta-se como um homem que crê em Deus. E Geraldo Alckmin tenta participar dos cultos como se tivesse intimidade com o ritual, levantando as mãos e movimentando os lábios para tentar acompanhar as questões.

“Vocês sabem que o presidente Lula começou no país uma era de crescimento, de ascensão, de redução da pobreza. E todos nós sabemos o quanto tem o dedo de Deus no crescimento individual no nosso país”, disse Padilha há duas semanas, durante encontro com pastores.

Na visita do governador de São Paulo a Igreja Batista do Povo, na capital paulista, durante culto em comemoração aos 100 anos do pastor Enéas Tognini. Alckmin orou, fechou os olhos, levantou as mãos e decretou: “Feliz a cidade, feliz o Estado, feliz a nação cujo Deus é o Senhor”.

Em troca de apoio político os líderes evangélicos negociam modificações e inserções nos programas de governo dos pré-candidatos, entre eles, o ensino religioso na grade regular de escolas públicas e a neutralidade diante de temas como a legalização do aborto, descriminalização das drogas e leis de privilégios aos movimentos homossexuais.

Apesar dos pedidos dos líderes, os pré-candidatos evitam se comprometer. Padilha pediu que orassem por ele, que trouxessem propostas para a elaboração do seu programa e se mostrou favorável ao uso das igrejas evangélicas em programas de tratamento para dependentes químicos.

“Com certeza nossas reivindicações vão entrar no plano de governo. São pedidos pertinentes e ele [Padilha] me disse isso pessoalmente”, afirmou Luciano Luna, coordenador do setorial de assuntos religiosos do PT.

Alckmin também promoveu um encontro com lideres evangélicos na sede do governo paulista. Uma agenda com pastoras também deve ser estruturada para a primeira-dama, Lu Alckmin.

“O governador já foi a todas as igrejas evangélicas que você pode imaginar. Ele vai ao interior e é convidado a participar de cultos, assim como a missas”, disse o presbítero Geraldo Malta, do PSDB.

Outro pré-candidato em busca de apoio é Paulo Skaf, do PMDB, que já marcou diversos encontros com lideres evangélicos e tem uma meta de alcançar um milhão de votos do segmento religioso.

“Pretendemos consolidar o apoio de mil lideranças [evangélicas]. Cada uma buscará mais cem pessoas, que buscarão mais dez, o que dá um milhão de eleitores”, disse o coordenador do núcleo evangélico do PMDB, pastor Renato Galdino. Com informações Folha de SP.

Fonte:GospelPrime

Líderes evangélicos se posicionaram contra a lei estabelecida na Uganda que criminaliza a prática homossexual: “Nem tudo o que é pecado é crime”

Líderes evangélicos se posicionaram contra a lei estabelecida pelo governo de Uganda que criminaliza a prática homossexual e prevê pena de prisão perpétua para quem mantiver relações sexuais com pessoas do mesmo gênero.

De acordo com Russel D. Moore, presidente da Comissão de Liberdade de Ética Religiosa, e Andrew Walker, diretor de estudos políticos da mesma entidade, um governo que criminaliza a homossexualidade “ultrapassou seus limites de forma drástica e injusta”.

A opinião foi externada num comunicado divulgado recentemente pela entidade, que é ligada à Convenção das Igrejas Batistas do Sul dos Estados Unidos.

No texto, os líderes fazem questão de frisar que mantém-se alinhados a visão bíblica da sexualidade, mas que a homossexualidade não deveria ser alvo de legislações.

“A sexualidade deve ser expressa somente dentro da união de uma só carne do casamento de um homem com uma mulher. Qualquer outra coisa é um pecado contra Deus. A igreja tem acreditado nisso, e sempre vai acreditar, porque a Bíblia ensina […] Ao mesmo tempo, acreditamos que leis criminalizando a atividade homossexual são injustas e uma afronta à imagem de Deus incorporada em todas as pessoas”, diz o comunicado.

A lei aprovada em Uganda no último 24 de fevereiro é similar a uma determinação implantada na Nigéria, onde está prevista a prisão por 10 anos para casais homossexuais que forem pegos beijando em público ou frequentando casas noturnas voltadas ao público gay.

Segundo informações do Urban Christian News, a Organização das Nações Unidas (ONU) contabiliza 78 países que têm leis que criminalizam o comportamento homossexual.

“Nem tudo o que é pecado é crime”, disseram os líderes evangélicos. “Sim, nós acreditamos que toda atividade sexual fora do casamento (definido por Jesus, não pelo Supremo Tribunal Federal) está errado. Também acreditamos que a resposta a esse pecado não é encontrado em algum estado policial, mas na boa notícia de que Deus reconcilia os pecadores como nós a si mesmo através do sangue derramado e a vida contínua em Jesus Cristo”, pontuaram Moore e Walker, antes de frisar que a missão dos cristãos “não é prender e perseguir aqueles que estão andando contrários às Escrituras, mas em vez disso a nossa missão é amar e persuadir. Nossa missão é sermos embaixadores da reconciliação – uma missão que exige tanto a definição de pecado e ofereça misericórdia (2 Coríntios 5:18-19). Isso não pode ser feito por meio da coerção ou ameaças de um estado policial, mas apenas pelo persuasivo. poder da convicção do Espírito Santo”.

Por Tiago Chagas |Fonte: Gospel+

Igrejas evangélicas passarão a reconhecer batismo católico

Igrejas evangélicas passarão a reconhecer batismo católico

Uma decisão histórica da Igreja Católica Romana e um grupo de denominações protestantes dos Estados Unidos deve causar surpresa para religiosos do mundo todo. Na primeira semana de fevereiro deve ser assinado um documento que formaliza a decisão das igrejas reconhecerem o batismo umas das outras. O anúncio vem quase 500 anos depois que a Reforma Protestante dividiu a igreja no mundo todo.

Isso significa que os líderes da Igreja Católica, da Igreja Presbiteriana (EUA), Igreja Cristã Reformada da América do Norte, Igreja Reformada da América e a Igreja Unida de Cristo, selarão o “Acordo Comum de Reconhecimento Mútuo do Batismo”.

A cerimônia ecumênica em Austin, Texas, marca o fim de quase sete anos de debate onde as igrejas evangélicas mencionadas reconhecerão o batismo católico e vice-versa.  Esse acordo mútuo sobre batismos quebra uma tradição secular de católicos sendo rebatizados ao ingressar nas igrejas evangélicas.

O bispo católico Joe Vasquez, da Diocese de Austin declarou em uma entrevista que esse esforço “é parte de nossa resposta à oração onde Jesus pede que sejamos todos um”.

De acordo com uma declaração da Conferência dos Bispos dos Estados Unidos, publicada em 2010, os cristãos das tradições católica e evangélica sustentam que o batismo é o vínculo sacramental da unidade do Corpo de Cristo, deve ser realizada uma única vez, por um ministro autorizado, com água e usando-se a fórmula trinitária bíblica de invocação “Pai, Filho e Espírito Santo.” O acordo encoraja todas as comunidades cristãs locais a manterem registros de batismo.

Desde 2002, o Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos mostrou preocupação com certas práticas batismais distintas e fórmulas verbais (em nome do Criador, Redentor e Santificador) usado por alguns segmentos cristãos. Isso levou os bispos americanos a estudar com outros cristãos a compreensão mútua do batismo. As questões foram analisadas e resolvidas na Reunião Para o Diálogo, promovida pela Igreja Católica Romana dos EUA, que elaborou a primeira versão do acordo.

O documento foi aprovado em 2008 pela Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana (EUA) e em 2010, aceito pelos órgãos diretivos da Igreja Cristã Reformada da América do Norte, da Igreja Reformada da América e da Igreja Unida de Cristo. Com informações Huffington Post.

Fonte:GospelPrime