Arquivos do Blog

“Cristo Suburbano”: Documentário apresenta panorama do punk rock cristão no Brasil

O Projeto Cristorama acaba de lançar um documentário com um panorama da cena do punk com temática cristã no Brasil. Intitulado “Cristo Suburbano – Documentário Punk Underground Cristão”, o filme apresenta bandas que apesar de sua fé e letras, não perdem em momento algum sua contestação, acidez e criatividade extrema.

No exterior, o gênero é representado por nomes como Altar Boys, The Predators, 100% Proff, Nobody Special, One Bad Pig, Lust Control e The Lead. Ao apresentar a cena brasileira do gênero, o documentário apresenta bandas de todo o Brasil, como Ressurreição (SP), Crush Hell Machine (CE), Dexin (SP), New Life Tones (SP), Thimoteos (SP) (atual No More Zombies) , Soberano (SP), Romanos Se7e (SP), Living Fire (SP), F.M.I. (Fabuloso Mundo de Ilusões) (PE) e CxFxI (RJ).

Segundo o site Whiplash, o filme apresenta um grande leque de variações do gênero punk, que vai desde o mais clássico, seguindo pelo hardcore, hardcore melódico, emocore, crossover e até thrash metal.

“Cristo Suburbano” conta ainda com o depoimento do pastor Batista da banda Antidemon, uma das representantes mais conhecidas do gênero no Brasil, e com a citação de outras bandas da cena, como Theosophy, Ruptura e Radioativos.

Assista ao documentário:

Fonte:Gospel+

Edir Macedo terá vida contada no cinema

Edir Macedo terá vida contada no cinema

A Igreja Universal do Reino de Deus e a Rede Record planejam contar a vida de Edir Macedo em um longa metragem que será exibido nos cinemas brasileiros.

Edir Macedo lança ainda este ano a terceira e última parte de sua biografia, Nada a Perder, as duas primeiras edições bateram recordes de venda em diversas partes do mundo e se tornaram best seller no Brasil.

O roteiro do filme terá as três edições do livro como base, contando desde a conversão de Macedo, passando pela fundação da Igreja Universal do Reino de Deus, a compra da Rede Record e a expansão do ministério que hoje está presente em mais de 150 países.

O filme será uma produção da Record Entretenimento e deve custar cerca de 5,1 milhões para ficar pronto. O orçamento é tão alto quanto a expectativa do retorno obtido com a produção, pois de acordo com o site “Notícias da TV” a intenção é colocar o filme entre os dez mais vistos de toda a história do cinema nacional.

A megaprodução já começou a ser desenhada e a Record já tem alguns nomes de atores que poderão fazer parte deste projeto. O ator Wagner Moura está sendo cotado para fazer o papel principal do filme que deve estrear em 2016.

O diretor do filme Tropa de Elite, José Padilha, chegou a ser chamado para dirigir o filme, mas se recusou alegando falta de tempo por conta de outros compromissos assumidos.

A Record Entretenimento deve fechar a ficha técnica antes da inauguração do Templo de Salomão, previsto para junho deste ano, para iniciar as gravações do longa.

Fonte:GospelPrime

“O Filho de Deus”: Estreia no Brasil o filme sobre Jesus baseado na série “The Bible”

Na última quinta feira (17), estreou no Brasil o filme “O filho de Deus”, longa metragem que relata a vida e o ministério de Jesus. Tendo como protagonista o ator português Diogo Morgado, o filme é resultado da série ‘The Bible’, que acabou rendendo uma produção para o cinema.

Roma Downey, produtora do filme, afirma que Morgado passa a ideia de um cordeiro e um leão, como eles queriam, e ressalta que essa produção é um épico, que mostrará a vida de Jesus desde sua adolescência até a crucificação.

– Será um filme épico, com milagres, lindas paisagens, uma bela trilha sonora e um grande elenco multicultural. O orçamento ultrapassou pouco mais de 20 milhões de dólares. Jesus não era representado no cinema havia dez anos, desde o filme A Paixão de Cristo, de Mel Gibson, em 2004. Vamos mostrar a vida dele desde a adolescência até a morte. Creio que existem fãs da série ansiosos por essa produção – afirmou Roma.

Apesar da grande expectativa de aceitação, o filme tem atraído também críticas, sobretudo por ter um foco maior nos milagres realizados por Jesus do que em seus ensinamentos, como afirmou o crítico Francisco Russo.

– Por mais que acompanhe a vida de Cristo de forma didática, o filme procura dar uma atenção especial aos milagres por ele realizados. Ou seja, seus ensinamentos acabam ficando em segundo plano, citados num diálogo ou outro apenas. Se alguém jamais ouviu falar de Jesus Cristo (se é que isto é possível) e for conhecê-lo a partir de O Filho de Deus, fica a impressão dele ter tido tantos seguidores graças aos milagres realizados, não por toda a filosofia de amor ao próximo por ele implantada – afirmou Russo, ao site Adoro Cinema.

Para Roma Downey, a abordagem dada ao filme tem como objetivo alcançar todas as pessoas, independente das suas crenças. Ela afirma que “existem pessoas que não vão ao cinema por causa da crença, mas sim para conhecer mais da história de um homem que é tão falado mais de 2.000 anos depois de sua morte”.

– A intenção é alcançar todas as religiões. A principal mensagem do filme não é propagar uma religião específica, mas sim o poder do amor – afirmou a produtora.

Assista o trailer do filme:

Por Dan Martins | Fonte:Gospel+

Líderes cristãos apontam os “piores erros” teológicos do filme Noé e criticam: “Ensina o que jamais a Bíblia ensinou”

O filme Noé, criticado por muitos cristãos por conta das diferenças entre a narrativa bíblica e o que é apresentado no longa-metragem dirigido por Darren Aronosfky, despertou a ira de líderes cristãos. Listas de erros teológicos existentes no filme foram feitas pelo pastor Renato Vargens e pelo escritor J. Lee Grady.

Nos pontos elencados por ambos, as críticas ao filme abrangem questões diretas, como diferenças entre a história constante da Bíblia, e questões indiretas, como a impressão que o filme deixa sobre os personagens por conta da forma como a história é narrada.

O próprio diretor do filme reconheceu que o longa-mentragem é “o filme bíblico menos bíblico de todos os tempos”, e o estúdio que o produziu se viu obrigado a emitir alertas de que o filme continha diversas diferenças em relação à Bíblia.

Vargens afirma que não recomenda o filme porque ele “fundamenta-se em lendas, ficções e interpretações equivocadas de quem foi Noé”, e dentro desse ponto de vista, “a história de Nóe narrada pelas Escrituras se contrapõe em muito ao filme hollywoodiano”.

O escritor J. Lee Grady afirma que “Noé não estava distante de Deus”, ao contrário do filme, que o apresenta como uma “alma torturada que sente através de um sonho que o misterioso ‘Criador’ (Ele nunca é chamado de Deus) planeja destruir o mundo com uma inundação”.

Grady aponta que “na versão fantasiosa de Aronofsky, apenas um dos filhos de Noé, Sem, tem uma mulher (interpretada por Emma Watson) e ela acaba grávida de gêmeas que, supomos, irão eventualmente se tornarem mulheres para os outros dois filhos de Noé”. O escritor ressalta que na versão bíblica, “os filhos de Noé não estavam sem esposas na arca”, citando a passagem de Gênesis 6:18: “Você entrará na arca com seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos”.

O pastor Renato Vargens critica o filme por apresentar Deus como um ser “desprovido de amor, bondade e misericórdia”, e Noé como alguém “obcecado, violento e insensível”. O líder da Igreja Cristã da Aliança frisa ainda que “o filme  apresenta um péssimo conceito de Deus, onde o Criador não fala, ama ou se relaciona com Noé. Na verdade o filme retrata um deus vingativo, impessoal e cheio de ódio […] e induz  os expectadores  ao erro por ensinar aquilo que jamais a Bíblia ensinou”.

Já Grady aponta uma das liberdades poéticas do diretor como um dos piores erros cometidos no filme. O escritor diz que “Noé não obteve ajuda de criaturas gigantes de pedra quando construiu a arca”, e afirma que Darren Aronofsky “pegou emprestado esse conceito estranho de antigos místicos judeus que sugeriram que os anjos de Deus expulsos do céu após a criação caíram e foram aprisionados em rochas, caminhando pela Terra em busca de oportunidades para ajudar os seres humanos”.

O escritor J. Lee Grady encerra a lista de defeitos do filme dizendo que, na Bíblia, “os descendentes de Noé não tratam a pele da serpente do Éden como uma relíquia de família”, e revela que o diretor do filme baseou-se em “escritos gnósticos de séculos atrás”, quando “judeus ensinaram que o Deus do Gênesis era realmente um perdedor e que Satanás era um deus melhor. A implicação sutil é que Noé precisava de ajuda de Satanás, não de Deus”.

O escritor J. Lee Grady encerra a lista de defeitos do filme dizendo que, na Bíblia, “os descendentes de Noé não tratam a pele da serpente do Éden como uma relíquia de família”, e revela que o diretor do filme baseou-se em “escritos gnósticos de séculos atrás”, quando “judeus ensinaram que o Deus do Gênesis era realmente um perdedor e que Satanás era um deus melhor. A implicação sutil é que Noé precisava de ajuda de Satanás, não de Deus”.

Por Tiago Chagas | Fonte:Gospel+

Filme Noé aumenta leitura da Bíblia em cerca de 300%

A enxurrada de críticas de segmentos cristãos ao filme ‘Noé’, se devem principalmente por seu afastamento da narrativa bíblica. Mas enquanto os cristãos questionam a “falta de precisão”, parece que toda essa polêmica está fazendo as pessoas lerem mais a Bíblia.

Ao menos é o que indica o aplicativo de leitura da Bíblia mais popular do mundo, o YouVersion. No final de semana de estreia do longa, a leitura da história de Noé em Gênesis 6 aumentou cerca de 300% nos EUA e 245% no restante do planeta.

A equipe responsável pelo aplicativo divulgou essa estatísticas de leitores em sua conta no Twitter, afirmando que foi o maior crescimento na leitura de um trecho específico desde a criação do programa.

Segundo o site Charisma News, o aumento também foi percebido no portal Bible Gateway, bastante popular de leitura da Bíblia online, que registrou um acréscimo de 223% em seus leitores.

Obviamente o número de pessoas que leem a Bíblia em seus aparelhos eletrônicos e pela internet é apenas uma fração dos que leem da maneira convencional, mas essas duas fontes mostram que é inegável a curiosidade sobre a narrativa bíblica.

Benny Perez, pastor da Igreja em South Vegas, disse ao Charisma News, “A maioria dos membros de nossa igreja contam que primeira coisa que fizeram após ver o filme foi abrir suas Bíblias e reler a história.”

Embora muitos cristãos tenham acusado o filme de criar confusão e corromper a Bíblia, parece que pelo menos em parte, está instigando as pessoas a lerem mais a Palavra de Deus. Com informações Christian Today

Fonte:GospelPrime

“Noé” atrai multidões aos cinemas e pastor aprova o filme: “Fui profundamente tocado pela mensagem”

O filme “Noé”, do cineasta Daren Aronosfky, estreou nos cinemas dos Estados Unidos no último fim de semana, e chamou atenção da imprensa especializada por ocupar o topo da bilheteria no país.

Alvo de críticas por parte de alguns líderes evangélicos – devido às adaptações que o roteiro faz para que a curta história da construção da arca possa ser contada num filme de duas horas – o filme arrecadou mais de US$ 44 milhões apenas nos Estados Unidos, chegando a US$ 77,6 milhões se contabilizada a bilheteria nos demais países onde o filme já estreou.

O pastor e cantor mexicano Jesús Adrian Romero, radicado nos Estados Unidos, usou sua página no Facebook para comentar suas impressões sobre o filme e repudiar as críticas feitas ao longa-metragem estrelado por Russel Crowe.

“Ontem eu fui ver o filme ‘Noé’, e em seguida, deixei recomendações através de redes sociais. Alguns líderes que não entendem de cinema estão desencorajando as pessoas, dizendo para não irem ver o filme, argumentando que se afasta da narrativa bíblica… Sério? Assim como em ‘Noé’, todo filme precisa fugir um pouco da narrativa e incluir alguma ficção. A história bíblica de Noé está contida em apenas quatro folhas da Bíblia, o que é muito pouco material para fazer um roteiro de filme. Em compensação, uma série de livros que se tornaram roteiro de filme, quase nunca é seguida ao pé da letra”, comparou.

Para Romero, é preciso levar em consideração as questões que envolvem a produção de um filme, e a liberdade que todo artista tem para transmitir determinada mensagem ao seu modo, pois isso não significa necessariamente uma deturpação de princípios.

“Na arte há o que é conhecido como ‘licença poética e artística’, e esta é a liberdade que tem o produtor, ou compositor, ou poeta, para ficar longe de certas regras ou detalhes, a fim de melhor comunicar uma história. Acredito que aqueles que estão proibindo o filme não entendem que o cinema é arte. Estamos muito acostumados a encontrar o erro e o diabo em tudo, e dificilmente encontrar Deus. Sem entrar em detalhes, para não contar o filme, houve momentos em que eu estava profundamente tocado pela mensagem, e embora eu ache que a ideia do produtor deste filme seja o evangelismo, a história bíblica foi apresentada como arte. O filme abre uma excelente oportunidade para a evangelização e discussão sobre temas espirituais. Outros reclamam que o filme usa fantasia e tem alguns erros bíblicos, mas a verdade é que, por vezes, eu ouvi mais fantasia e erros bíblicos em pregações diretamente dos púlpitos, porém ninguém faz nada a respeito. Aproveite o filme”, incentivou Jesús Adrian Romero.

O filme “Noé” é descrito pelos críticos de cinema como um filme épico, repleto de efeitos especiais e com um elenco vencedor de Oscars. A estreia do longa-metragem no Brasil acontece no próximo dia 03 de março, numa quinta-feira.

Por Tiago Chagas | Fonte:Gospel+

Pastor evangélico afirma que o filme infantil “Frozen” induz crianças ao homossexualismo

Recentemente o filme infantil “Frozen” (Frozen – Uma Aventura Congelante, no Brasil), que ganhou o Oscar de melhor animação, foi tema do programa de rádio do pastor norte-americano Kevin Swanson que criticou a produção afirmando que ela leva “perigosas mensagens da homossexualidade e da bestialidade” para as crianças.

– Eu acho que esse filme bonitinho vai doutrinar minhas alunas de 5 anos de idade a se tornarem lésbicas – afirmou o pastor, ao criticar o filme.

O filme, produzido pela Walt Disney, conta a estória da trajetória da princesa Anna em busca de sua irmã Elsa, que fugiu e se exilou em um castelo após acidentalmente condenar o reino de seu pai a um inverno eterno.

Ao criticar o filme, o pastor e o co-anfitrião de seu programa, Steve Vaughn, afirmam que quando Anna sai em uma jornada épica para encontrar sua irmã a moral passada pelo filme é de que o amor verdadeiro é entre irmãs não entre uma mulher e um homem. Os dois argumentam que o filme doutrina crianças em tenra idade para se tornarem abertas à homossexualidade, e também à bestialidade, já que o personagem Kristoff, que acompanha Anna em sua jornada, tem um relacionamento “não natural” com o seu animal, Sven.

De acordo com o Hollywood Reporter, as críticas são direcionadas também aos estúdios Walt Disney que, segundo Swanson e Vaughn, é “uma das maiores organizações pró-homossexual do país”.

– Se eu fosse o diabo, o que eu faria para realmente estragar um sistema social inteiro e fazer algo realmente, muito, muito mal a crianças de 5 a 7 anos em famílias cristãs ao redor da América? Se eu fosse o diabo, eu iria comprar a Disney em 1984, é isso o que eu teria feito – afirmou o pastor.

Por Dan Martins | Fonte:Gospel+

Exibição do filme “Jesus” em aldeias maias leva centenas de pessoas a se converterem a Cristo

Uma série de exibições do filme “Jesus” em aldeias do povo Maia no México levou mais de 400 pessoas a se converterem ao evangelho. O filme foi projetado durante três noites em três aldeias localizadas na Península de Yucatán. Também foram exibidos os filmes “A História de Jesus para Crianças” e “Madalena”.

O diretor executivo de “Jesus Filme Project”, Erick Schenkel, afirma que o cuidado em dublar o filme para o idioma local é um dos fatores que atraiu milhares de pessoas para assistirem às exibições. Segundo ele informou em seu blog, cerca de 250 a 500 moradores das aldeias assistiram à exibição em cada noite.

– Estávamos especialmente comovidos na terceira noite, ao ver duas pequenas anciãs maias, enroladas e sentadas na primeira fila e logo atrás as crianças. Ambas se inclinaram para frente, impressionadas desde o primeiro momento, pois era a primeira vez que o filme era mostrado em uma tela grande e os atores falando a sua própria língua. Quando Jesus foi preso, as mulheres se inclinaram para frente, com os olhos grudados na tela e com as mãos cobrindo a boca – relatou Schenkel.

– Até mesmo as crianças ficaram em silêncio e com a boca aberta e em sinal de preocupação. Quando Jesus foi pregado na cruz, a comunidade inteira ficou em silêncio. E quando o convite foi feito para aceitarem Jesus, as duas anciãs se uniram, com mais da metade do povo, e vieram para orar e receber Jesus como Senhor e Salvador – completou, segundo informações do The Christian Post.

O trabalho do “Jesus Film Project”, já levou o filme, que tem 2 horas de duração, a países em todo o mundo desde 1979. Para promover esse trabalho, a produção já foi dublada em centenas de idiomas desde que foi gravada.

– Nosso objetivo é chegar a todas as nações, tribos, povos e língua, ajudando-os a ver e ouvir a história de Jesus em uma linguagem que eles possam entender. Então, se uma pessoa fala swahili, Francês, ou até mesmo uma linguagem cujo nome é difícil de pronunciar para a maioria, ele ou ela vai encontrar a vida e a mensagem de Jesus na linguagem “do seu coração.” – explica o site do projeto.

Fonte:Gospel+

Países do Oriente Médio proíbem exibição do filme “Noé”, por retratar um profeta

O filme “Noé”, épico bíblico dirigido por Darren Aronofsky que retratará o relato sobre a Arca de Noé, ainda não estreou nos cinemas, mas já está causando polêmica entre alguns grupos religiosos, e já foi banido por vários países do Oriente Médio.

Na tradição islâmica, o retrato de profetas é proibido, o que levou a censura de países como Bahrein, Qatar e os Emirados Árabes Unidos a proibir a exibição do filme estrelado por Russell Crowe no papel de Noé. De acordo com o The Hollywood Reporter, a Paramount espera sentenças similares no Kuwait, Jordânia e Egito.

A importante instituição islâmica Al-Azhar emitiu uma declaração na quinta-feira contra os filmes que retratam figuras bíblicas, classificando-os como “contrários à fé e aos fundamentos da Sharia Islâmica”.

Grupos religiosos nos Estados Unidos também expressaram preocupação sobre o filme e sua fidelidade ao relato bíblico. Diante disso a Paramount concordou, na semana passada, a ajustar as peças publicitárias do filme para deixar claro que é uma adaptação criativa e não literal da história bíblica.

Por Dan Martins| Fonte: Gospel+

As aventuras de Pi: pastor Ciro Zibordi diz que o “belíssimo” filme transmite a “mensagem falsa” do ecumenismo. Leia na íntegra

As aventuras de Pi: pastor Ciro Zibordi diz que o “belíssimo” filme transmite a “mensagem falsa” do ecumenismo. Leia na íntegra

O filme As aventuras de Pi, indicado ao Oscar 2013 em onze categorias, foi tema de um artigo do pastor Ciro Zibordi.

A história contada pelo longa-metragem envolve superação e coragem, e retrata a história de um jovem náufrago que precisa conviver com um tigre bengala no meio do oceano.

Zibordi ressalta a beleza da história contada, mas atenta às mensagens implícitas no filme: “Peço ao leitor que não me veja como um estraga-prazeres. Meu objetivo é apenas fazer um alerta, visto que não conformar-se com o mundo denota, também, não se deixar enganar pelas influências filosóficas maléficas prevalecentes no mundo (Rm 12.1,2)”, diz, embasando seus argumentos a partir do ponto de vista bíblico.

Segundo o pastor Zibordi, a proposta da história é promover o ecumenismo: “Fica claro, especialmente no início e na conclusão da história do jovem indiano Pi, que o autor da obra tem como objetivo apresentar a mensagem de que todos os caminhos (ou religiões) levam a Deus”, pontua

Lembrando que o filme foi baseado na obra Life of Pi, de Yann Martel, Ciro Zibordi menciona um trecho do livro para reforçar sua tese.

“No livro — e não no filme — o personagem de Martel, já adulto, afirma: ‘A primeira vez que topei com uma Bíblia na mesinha de cabeceira de um quarto de hotel no Canadá, caí em prantos. Logo no dia seguinte, mandei uma contribuição para os Gideões e incluí um bilhete insistindo para que eles ampliassem a sua rede de distribuição. Pedi que não se limitassem aos quartos de hotéis, mas incluíssem todo e qualquer lugar onde viajantes exaustos e esgotados pudessem deitar a cabeça, e disse ainda que não deviam deixar ali apenas Bíblias, mas também outros escritos sagrados’”, reproduz, como forma de reforçar sua tese.

O livro Life of Pi tornou-se best seller mundial e foi traduzido para mais de 41 idiomas. No Brasil, enfrenta acusações de plágio da obra Max e os Felinos, de autoria de Moacyr Scliar, segundo informações do site Cinema com Rapadura.

Ciro Zibordi lembra que o filme “incentiva a comunhão com Deus”, que “pode ser o Deus dos cristãos, ou o dos muçulmanos, ou os muitos deuses do hinduísmo”, e observa que “essa mensagem é politicamente correta, agradável, pacificadora… Ao mesmo tempo, é falsa”.

Assista no vídeo abaixo, ao trailer do filme As aventuras de Pi, dirigido por Ang Lee:

Confira abaixo, a íntegra do artigo “O que há por trás das aventuras de Pi”, do pastor Ciro Zibordi:

O filme As Aventuras de Pi é muito bonito, divertido, cheio de emoção, efeitos especiais e belíssimas paisagens. A história, realmente muito cativante, gira em torno da inusitada convivência, em alto mar, de um jovem com um tigre-de-bengala! Não é por acaso que o livro já foi traduzido para 41 idiomas e esteve na lista dos mais vendidos do New York Times por mais de um ano.

Não vou contar a história de Pi, pois alguém pode estar interessado em assistir ao filme ou, pelo menos, ler o livro, publicado no Brasil pela Editora Nova Fronteira. Mas farei uma abordagem crítica sobre a mensagem central do autor do romance: o espanhol Yann Martel. Peço ao leitor que não me veja como um estraga-prazeres. Meu objetivo é apenas fazer um alerta, visto que não conformar-se com o mundo denota, também, não se deixar enganar pelas influências filosóficas maléficas prevalecentes no mundo (Rm 12.1,2).

Fica claro, especialmente no início e na conclusão da história do jovem indiano Pi, que o autor da obra tem como objetivo apresentar a mensagem de que todos os caminhos (ou religiões) levam a Deus. Martel advoga o ecumenismo. Para ele, o importante é estar em contato com Deus, que pode ser conhecido através do hinduísmo, do cristianismo, do islamismo, do budismo, etc.

No livro — e não no filme — o personagem de Martel, já adulto, afirma: “A primeira vez que topei com uma Bíblia na mesinha de cabeceira de um quarto de hotel no Canadá, caí em prantos. Logo no dia seguinte, mandei uma contribuição para os Gideões e incluí um bilhete insistindo para que eles ampliassem a sua rede de distribuição. Pedi que não se limitassem aos quartos de hotéis, mas incluíssem todo e qualquer lugar onde viajantes exaustos e esgotados pudessem deitar a cabeça, e disse ainda que não deviam deixar ali apenas Bíblias, mas também outros escritos sagrados”.

A bem da verdade, o belíssimo filme Life of Pi (título original) incentiva a comunhão com Deus. Mas que Deus? Pode ser o Deus dos cristãos, ou o dos muçulmanos, ou os muitos deuses do hinduísmo. O importante é acreditar que existe uma força superior que rege o Universo. Essa mensagem é politicamente correta, agradável, pacificadora… Ao mesmo tempo, é falsa! Por quê? Porque só existe uma única porta para a salvação: Jesus Cristo (Jo 3.16; 14.6).

Mas, além de defender o pseudo-evangelho ecumênico, que contraria a verdade bíblica de que o Senhor Jesus é o único que pode conduzir o homem a Deus (Jo 10.9; 1 Tm 2.5), o personagem Pi opõe-se — acredite — à pregação tradicional do Evangelho, de cima do púlpito. Em outra parte do livro está escrito: “Nada de preleções tonitruantes lá do púlpito, ou condenação de igrejas ruins, nem olhares vigilantes, simplesmente um livro de textos sacros esperando calmamente para dizer olá, tão delicado e poderoso quanto o beijo de uma garotinha no nosso rosto”.

Como se costuma dizer nas redes sociais, fica a dica.

Ciro Sanches Zibordi

Fonte:Gospel+