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Cláudio Duarte fala sobre casamento e sexualidade no Ratinho

O pastor Claudio Duarte esteve no “Programa do Ratinho” nesta quinta-feira (24) participando do quadro “Dois Dedos de Prosa”.

Essa foi a segunda vez que o pastor evangélico esteve na atração do SBT falando principalmente de sexo e família, mostrando como deve ser o relacionamento de acordo com a Bíblia.

Logo no começo da conversa, Duarte deixou claro ao apresentador Carlos Massa que só fala sobre sexo e casamento nas palestras, e não nos cultos.

Ao longo do programa o pastor respondeu perguntas da produção, dos telespectadores e da plateia do programa, sempre se baseando na Bíblia para solucionar as dúvidas apresentadas.
Uma delas foi a respeito das fantasias sexuais. “Eu não vejo restrição nenhuma nas fantasias, desde que o objeto de desejo seja o corpo do cônjuge”, afirmou.

Outra dúvida levantada foi se o sexo oral é pecado. “Tem um texto em I Pedro 3:7 que diz que você deve se relacionar sexualmente com sua mulher com entendimento. No meu posicionamento sexo oral é entre você e sua mulher e ninguém tem nada a ver com isso”, disse ele.

Ratinho deixou claro que o tema do programa seria sexo por ser um tema polêmico que dá ibope. Inclusive ele comentou que a primeira participação de Cláudio Duarte no programa foi um sucesso.

O pastor também precisou responder a respeito da relação homossexual. Ao falar que todos os seus conselhos são bíblicos, Cláudio Duarte afirmou que sim, a relação homossexual não é aceita, mas que isso não lhe dá permissões para agredir moralmente os homossexuais.

“A Bíblia me orienta a não aceitar [a prática homossexual]. Isso não me dá direito de segregar ninguém, de usar palavras pejorativas, de diminuir as pessoas. Só que, como eu estou baseado biblicamente, não aceito”, afirmou.

Ainda sobre o tema, ele falou que como pastor ele entende que todas as pessoas precisam ter um encontro com Cristo, e depois desse encontro as pessoas entenderão o que é certo e o que é errado.

Assista o programa completo:

Fonte:GospelPrime

A Invenção das Asas, o Militarismo e o Cristianismo Brasileiro

Invencao

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Escrito pela norte-americana Sue Monk Kidd, o livro A Invenção das Asas relata a história de uma jovem que, em meio a uma sociedade escravocrata, passou a defender o Abolicionismo e o fim dos maus tratos à mulher. A história, investigada por Kidd durante dois anos, se passa em 1803, em Charleston, Carolina do Sul, nos EUA. Neste ano, a pequena Sarah Grimké recebe de presente uma servente negra, chamada Hetty. Ambas tinham onze anos. Grimké, que desde os quatro anos de idade manifestava repudio a injustiça praticada contra negras, viu uma oportunidade de contextualizar sua aversão. Ao invés de escrava, Hetty passou a ser tratada como irmã, alguém da família. Foram trinta e cinco anos de convivência.

Sarah Grimké, ao desafiar sua própria família escravocrata, comum no sul dos Estados Unidos, entrou para a história como a “primeira abolicionista feminina dos EUA”. Escreveu panfletos em conjunto com sua irmã, Angelina, através dos quais condenava duramente à escravidão. Cento e cinquenta anos depois da abolição da escravidão nos EUA, ainda há resquícios do racismo predominante na época de Grimké. Sue Monk Kidd, branca, que mora na cidade de Marco Island, na Flórida, nos EUA, relata que cresceu em meio a um sul racista, de pré-direitos civis, e que demorou a erguer sua voz contra o racismo. “A opressão ainda é um fenômeno mais ou menos naturalizado nas sociedades ocidentais com histórico escravista”, pontua a escritora e sulista Sue Monk Kidd.

Que mentalidade predominava no Sul dos Estados Unidos, na primeira metade do século XIX? Historicamente favorável à escravidão, os sulistas eram em sua maioria cristãos protestantes, oriundos de famílias que imigraram da Europa para trabalhar na Costa Leste dos EUA. Segundo Hernâni Francisco da Silva, em O Protestantismo e a escravidão no Brasil, o “fundamentalismo das denominações protestantes dos EUA se transformou em terreno fértil para justificativas da escravidão, que buscavam embasamento doutrinário para apaziguar a consciência dos escravocratas do sul. Citando a história de Noé, identificavam a maldição de Cam, por ter surpreendido o patriarca nu e embriagado, como a maldição dos negros”. Interesses conflitantes.

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No Brasil, segundo Silva, grupos protestantes do Sul dos EUA trouxeram ao País sua mensagem e concepção branca do Evangelho. “Os principais agentes da imigração norte-americana para o Brasil foram pastores protestantes do Sul dos EUA, a exemplo do Rev. B. Dunn, que via no Brasil uma nova Canaã, a terra prometida onde os confederados derrotados na Guerra de Secessão poderiam reconstruir suas vidas, seus lares e suas propriedades, incluindo a mão-de-obra escrava. Pelo menos cerca de 2000 a 3000 sulistas se deslocaram para São Paulo. O aceno de encontrar terras em abundância com mão-de-obra escrava certamente foi decisivo para que famílias inteiras, acostumadas a um estilo de vida escravista, se deslocassem do Sul dos EUA para o sudeste brasileiro […] De uma maneira geral os protestantes no Brasil só tomaram uma posição contra a escravidão quando a abolição já era unanimidade”, pontua Hernâni Francisco da Silva.

Alcides Gussi, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), contraria alguns historiadores ao declarar que apenas quatro famílias protestantes possuíam um total de 66 escravos entre1868 e 1875. Hélio de Oliveira, em A Igreja Presbiteriana do Brasil e a Escravidão (Universidade Mackenzie), declara que, embora tímida, “a participação dos presbiterianos no processo abolicionista brasileiro foi construtiva e a mais expressiva dentre todas as denominações protestantes em processo de implantação no país no período de 1870 e 1888”. Oliveira pontua: “a prioridade das missões presbiterianas instaladas no Brasil a partir de 1859 era o estabelecimento e o desenvolvimento da sua obra missionária. Temia-se que o envolvimento precoce com a questão abolicionista poderia colocar em risco o processo de implantação da igreja, uma vez que o catolicismo era a religião majoritária e detinha inquestionável influência política”.

O envolvimento de protestantes com a escravidão ocorreu de forma diferenciada, nem sempre compatível com o que alguns historiadores pontuam, como se subtende das declarações de Hélio de Oliveira e Alcides Gussi. Oliveira, citando Júlio Andrade e Émile Léonard, chega a declarar que dos onze prosélitos que a comunidade presbiteriana de São Paulo recebeu em 1879, havia cinco escravos. “… [eles] também forneciam às igrejas bom número de membros. Sobre onze prosélitos que a comunidade presbiteriana de São Paulo recebeu em 1879, contavam-se cinco escravos. Tratava-se, o mais das vezes, de criados domésticos que adotavam a religião de sua patroa; mas outras vezes de escolha inteiramente livre, que era objeto de longas oposições; é assim que uma das negras de 1789, Felismena, precisou esperar quatro anos a permissão de seu senhor”.

De fato houve certa conivência ou resguardo de alguns grupos protestantes oriundos do Sul dos EUA, mas limitava-se a pequenos núcleos familiares, ao uso de escravos em trabalhos do lar, mas de forma diferente da usada por católicos – a exemplo da Ordem de São Bento que utilizava escravos em uma fazenda no ABC paulista. Do lado protestante havia movimentos localizados, de fundamentalistas, que interpretavam o Evangelho à sua maneira. Eram grupos isolados. Na segunda metade do século XX, mais precisamente em 1964, movimentos liderados por cristãos clamavam por uma resposta à “ameaça comunista”. Denominada de Marcha da Família com Deus pela Liberdade (MFDL), o movimento resultou em mais de vinte anos de opressão militar, privação de direitos, terrorismo e torturas. Reeditada de forma pífia no dia 22 de março, a MFDL reuniu apenas mil manifestantes em São Paulo e foi marcada por exemplos de extremismo religioso, de conivência com as mortes praticadas pelos militares. Igualmente há grupos evangélicos extremistas, localizados, que recorrem a expressões chulas, ao apoio de líderes e movimentos cuja moral é questionável. É um grupo isolado, contrário a maioria, que não verbera pelo amor ao próximo, ao pecador. Registre-se!

Johnny Bernardo

Pastor Silas Malafaia fala sobre os papéis do homem e da mulher no casamento, e afirma uma esposa sábia “edifica a casa” a partir do que o marido “provê”

Casamento é uma instituição sagrada para os cristãos, e apesar das exigências implícitas que se tornar casado traz – como adaptação e responsabilidades -, muitas pessoas continuam sonhando e planejando formar uma família nos moldes tradicionais. Nesse contexto, o pastor Silas Malafaia publicou um artigo falando sobre os papéis que homem e mulher devem desempenhar na união.

“O sucesso do relacionamento familiar e a durabilidade do casamento também dependem do modo como o marido e a esposa desempenham seus papéis conjugais e sociais. Tanto na sociedade como na família, exercemos funções importantes: a de marido ou esposa, a de pai ou mãe, a de filho ou filha, a de irmão, a de provedor, a de educador, a de amigo, a de patrão ou empregado, a de pastor ou ovelha, a de aluno ou professor etc., e precisamos exercê-las com sabedoria e excelência”, introduziu Malafaia.

O pastor explicou que “de um modo geral, podemos afirmar que o homem é mais lógico e racional do que a mulher. O papel social dele, designado por Deus em Gênesis 2.15, é proteger, prover e liderar a família”, escreveu o pastor, acrescentando que “quando Adão e Eva desobedeceram e comeram o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, Deus dirigiu a palavra primeiro ao homem (Gênesis 3.9), pois sobre este pesava a responsabilidade de desempenhar bem a função de líder, protetor e provedor do jardim. Assim, até hoje, quando o homem não cumpre com suas atribuições, transferindo para a esposa a responsabilidade dele como líder e provedor, enfrenta problemas em casa”.

Já em relação às mulheres, no texto o pastor aponta que “biblicamente falando, compete à mulher ser adjutora, ou seja, auxiliar do marido na missão de proteger, prover e liderar a família”. Silas Malafaia observou que “Deus delegou à mulher uma função de extrema importância na família”, pois ela “foi criada com intuição e sensibilidade mais aguçadas que as do homem, para equilibrar os relacionamentos familiares, agindo como uma sábia mediadora, trazendo harmonia ao lar. Por isso, em Provérbios 14.1, é dito que toda mulher sábia edifica a sua casa”.

O equilíbrio dos papéis está justamente no ponto em que “a mulher é quem edifica a casa, mas compete ao homem fornecer proteção e o material para sua edificação”.

“A mulher não pode construir a partir do nada. O provedor tem de desempenhar bem seu papel. Como líder, ele tem de dispor tudo o que for preciso para a esposa edificar a família, evitando que a esposa se sobrecarregue com todo o trabalho. Tanto na educação dos filhos como no relacionamento conjugal e nas tarefas domésticas, a mulher edifica a casa, mas é o esposo que provê os meios necessários, cooperando com ela”, orientou.

O pastor alerta ainda para os conceitos sociais contemporâneos que podem influenciar negativamente o casamento: “Embora a mídia secular dissemine o discurso de que os papéis tradicionais do homem e da mulher no casamento não sejam mais viáveis, hoje, numa sociedade em que a mulher ascendeu profissionalmente e que as famílias não têm mais a mesma estrutura nuclear devido a divórcios e novos casamentos ou ‘produções independentes’, devemos continuar enxergando os papéis do marido e da mulher à luz da Palavra de Deus, a fim de que os vínculos afetivos que ligam o casal sejam saudáveis e redundem em bênçãos para os cônjuges, para seus descendentes, para a Igreja e para a sociedade como um todo”.

O pastor ainda acrescentou que “a esposa pode até ganhar um salário maior do que o marido, ser profissionalmente mais bem preparada e obter melhores oportunidades no mercado de trabalho; contudo, como mulher sábia, ela deve continuar exercendo seu papel de adjutora idônea”, pois segundo ele, “a mulher sábia não inverte os papéis nem age de maneira arrogante, a fim de não humilhar o marido e não minar a liderança dele. Se fizer isso, estará agindo como uma tola, que, em vez de edificar, destrói sua casa com as próprias mãos, e a família toda sofrerá com problemas de ordem espiritual, emocional e até material, podendo desagregar-se com a separação do casal”, ponderou.

Por Tiago Chagas | Fonte:Gospel+

Cantora gospel desaparece e família faz campanha para encontrá-la

A cantora gospel Carol Mouzinho, da Igreja Betel Brasileiro, de João Pessoa (PB), está desaparecida desde a manhã de sexta-feira (21).

Sua família tem feito campanha em redes sociais como Facebook e Instagram tentando localizar a jovem ou obter alguma informação. Foi registrado um boletim de ocorrência numa delegacia da capital paraibana, mas a polícia não teve sucesso nas primeiras tentativas. Já foram feitas buscas em vários hospitais e até no necrotério, mas não há vestígios.

Segundo relatos, Carol saiu de casa por volta das 7h30 do dia 21 e não faz mais contato desde então. Adeilton Mouzinho, irmão da cantora, afirmou: “Achamos estranho pois fomos acostumado a sair de casa e sempre dizer para onde vamos. Ela sempre disse, mas desta vez apenas falou: ‘vou ali’”.

Para a família, a jovem apresentou uma mudança brusca de comportamento, o que pode sugerir um envolvimento amoroso. “Carol sempre foi muito comunicativa, mas de uns tempos pra cá ela mudou os hábitos e estava muito introspectiva. Ficava calada e de poucas palavras”, explica Adeilton.

A família está pedindo orações pela cantora e, caso alguém tenha alguma informação, que contate a polícia imediatamente. Com informações R7 e Araruna Online.

Fonte:GospelPrime

Jovem diagnosticada com morte cerebral desperta após família reunir-se para cantar hinos no hospital

A família de uma adolescente com morte cerebral declarada pelos médicos acreditou que um milagre era possível e se reuniu para cantar hinos no quarto onde a jovem estava internada. O resultado do gesto de fé vem sendo noticiado pelos maiores portais de comunicação dos Estados Unidos: a adolescente despertou e já começa a arriscar algumas palavras.

A imprensa não titubeou em descrever o fato como um verdadeiro milagre, pois Lexi Hansen, 18 anos, estudante, tinha apenas 5% de chance de sobreviver quando deu entrada no hospital após ser atropelada enquanto andava de longboard.

“Quando a trouxe, os médicos deram-lhe menos de uma chance de 5% de sobrevivência”, disse Doug Hansen, o pai de Lexi. “Eles nos disseram para ligar para a nossa família e levá-los aqui rapidamente, porque ela não ia durar muito tempo”, acrescentou.

Com severos danos cerebrais, Lexi passou por testes que acusaram morte cerebral, mas os pais da jovem optaram por não desligar os aparelhos. Após vários dias, a jovem despertou no último domingo, 09 de março, enquanto seus familiares cantavam hinos ao seu redor.

“Nós tivemos a experiência mais incrível hoje”, escreveram seus familiares na fanpage “Ore por Lexi”, no Facebook. “Lexi abriu os olhos e os manteve aberto durante quase uma hora enquanto nós cantamos hinos a ela como uma família. Enquanto estávamos cantando, ela gesticulou ‘Eu te amo’, movendo o braço em torno de modo que todos pudessem ver. Ela, então, pegou as mãos de cada pessoa individualmente para que ela pudesse espremê-los. Dificilmente poderíamos cantar devido às lágrimas escorrendo pelo nosso rosto. Sabíamos que estávamos presenciando um milagre”, diz a nota.

A mãe de Lexi, Marcia Hansen, descreve sua filha como uma lutadora: “Cada dia é um milagre, todos os dias. Foi um zero por cento, quando ela foi encontrada, então de 1% no dia seguinte. Agora ainda há algumas coisas que não temos certeza de, mas quase tudo é positivo”, comemorou.

 No dia seguinte ao despertar, Lexi teve o tubo de respiração retirado e agora já consegue respirar sem a ajuda de aparelhos. Segundo o LifeNews, ela começou a falar e iniciará a fisioterapia.
Por Tiago Chagas |Fonte: Gospel+

“Família Estruturada, Sociedade Curada” é novo projeto de Marco Feliciano

“Família Estruturada, Sociedade Curada” é novo projeto de Marco Feliciano

O pastor Marco Feliciano divulgou neste domingo (20) uma campanha para incentivar as manifestações em favor da família. “Família Estruturada, Sociedade Curada” servirá como base em suas campanhas contra o casamento gay, adoção de crianças por homossexuais, divórcio, drogas, entre outros debates que fazem parte da agenda do deputado do Partido Socialista Cristão.

“A ideia deste projeto é incentivar a família, aos pais e mães que são contra a ‘ditadura gay’ a opinarem, se manifestando em suas redes sociais, blogs, sites, na igreja, em conversas com os filhos e parentes”, disse Feliciano.

O parlamentar divulgou através de sua conta no Twitter o logo do projeto. Feliciano também criticou a posição da ministra Marta Suplicy e da deputada Érica Kokay, favoráveis às leis que criminalizam a opinião contra a prática homossexual.

Para Feliciano os cristãos no Brasil deveriam ser mais participativos e expressar sua desaprovação quanto às leis de benefício de homossexuais e as leis que incentivam a desvalorização da família.

O pastor Marco Feliciano falou com exclusividade ao Gospel Prime sobre o projeto.

Leia a entrevista na íntegra:

Gospel Prime – O que é o projeto “Família Estruturada, Sociedade Curada”?

Marco Feliciano – “Família Estruturada, Sociedade Curada” é um projeto que visa incentivar a manifestação popular contra os projetos que tramitam no Congresso Nacional e visam à desvalorização da família tradicional brasileira. Projetos como o casamento gay, a liberação do consumo de drogas, aborto, entre outros.

GP – O senhor acredita que os cristãos não tem se manifestado contra estes projetos?

MF – Na Alemanha ou em qualquer outro país da Europa, 10 pessoas conseguem chamar a atenção da mídia. Nós brasileiros somos milhões de cristãos e continuamos sendo ignorados pela mídia secular. A França deu o exemplo, 800 mil pessoas foram para as ruas contra a união civil e chamaram a atenção do mundo. Precisamos mobilizar as mídias sociais e chamar a atenção popular, pois a mídia secular é favorável à aprovação da união civil gay. Pois depois da união civil virá à adoção de crianças por parceiros gays, a extinção das palavras pai e mãe, a destruição da família.

GP – O senhor acredita que com o número de cristãos no Brasil ainda corremos o risco de ter leis de desvalorização da família aprovadas no Congresso?

MF – Isso é uma realidade. No projeto do novo Código Penal já temos leis “cristofóbicas”, que criminalizam a opinião contra a prática homossexual. Se continuarmos calados teremos esta prática imposta em nossas famílias. Os projetos do MEC (Ministério da Educação) são um exemplo da intenção perigosa dos grupos e movimentos pró-homossexuais.

GP – Existe um movimento anticristão no Brasil?

MF – Com certeza. Existe um grupo empenhado em macular a imagem do povo evangélico no país. E a mídia secular, infelizmente, é a principal ferramenta deste movimento. Um exemplo claro é a matéria tendenciosa de Veja SP sobre a ESLAVEC e a liderança do pastor Silas Malafaia.

GP – Como os brasileiros podem participar da campanha “Família Estruturada, Sociedade Curada”?

MF – Colocando o logo em suas redes sociais, se manifestando publicamente através de passeatas, encaminhando cartas e e-mails para os gabinetes dos deputados e senadores e até promovendo debates a respeito. Toda manifestação pacífica é válida.

FONTE: GOSPELPRIME

No Egito, família inteira é condenada à prisão por se converter ao cristianismo

Uma família completa foi sentenciada a 15 anos de prisão por se converter ao cristianismo na cidade egípcia de El Beni Suef, 115 km ao sul do Cairo. Nadia Mohamed Ali Mohab e seus filhos, Maged, Sherif, Amira, Amir, e Nancy Ahmed Mohamed Abdel-Wahab. As outras sete outras pessoas envolvidas no caso foram condenadas a cinco anos de prisão.

Nadia Mohamed Ali, uma mãe de oito filhos, nasceu cristã, mas se converteu ao Islã para se casar com seu marido Mustafa Mohamed Abdel-Wahab. Depois de sua morte, em 1991, ela decidiu voltar à sua religião original com seus filhos, segundo informações do Acontecer Cristiano.

O caso da família de Nadia começou em 2004, quando, após a conversão, ela e seus filhos decidiram mudar seus nomes muçulmanos em seus cartões de identidade com seu nome e cidade de mudança de residência. Para fazer isso, tiveram a ajuda de sete funcionários do Escritório de Registro Civil.

Em 2006, um de seus filhos foi preso pela polícia que, suspeita pelos documentos, levou o jovem que havia mudado seu nome para Bishoy Malak Abdel-Massih. Naquela época os policiais o interrogaram por horas até que ele confessou sua conversão ao cristianismo. Os juízes decidiram então prender a mãe e todos os seus filhos, além dos sete funcionários do escritório de registro civil.

A lei islâmica, Sharia, é a base da nova Constituição egípcia, o que torna punível com a pena de morte a apostasia. Porém os juízes afirmam terem usado de “benevolência” para condenar a família apenas à prisão.

Fonte:Gospel+

Papa sinaliza aliança entre religiões para combater casamento gay

Papa sinaliza aliança entre religiões para combater casamento gay

Durante seu discurso de Natal para os funcionários do Vaticano o papa Bento 16 revelou o desejo de firmar alianças com outras religiões contra o casamento gay.
Em suas palavras o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo ameaça a família “em seus fundamentos” e por isso é preciso impedir que a “verdadeira estrutura” da família seja alterada.
O líder da Igreja Católica discursou dizendo que a união entre um homem e uma mulher é “o autêntico ambiente para se entregar o plano da existência humana”.
O encontro aconteceu no Salão Clementine do Palácio Apostólico do Vaticano, os presentes ouviram o papa falar sobre a proteção das figuras do pai, mãe e filho elementos que podem desaparecer, na visão de Bento 16, se a sociedade aceitar o casamento gay.
“Quando tal compromisso é repudiado, as figuras-chave da existência humana igualmente desaparecem: pai, mãe, filho — elementos essenciais da experiência de ser humano são perdidos”.
Em alguns países o Vaticano aceitou se juntar com judeus, muçulmanos e líderes de outras religiões para impedir a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Foi um estudo do rabino-chefe da França, Gilles Bernheim, que o papa citou para defender sua tese de não aceitação dessas relações.
O estudo citado foi batizado de “Casamento Gay, Paternidade e Adoção: O que muitas vezes esquecemos de dizer” e fala que o casamento gay está sendo legalizado em muitos países para “lucro exclusivo de uma pequena minoria”.