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Serial Killer condenado a seis prisões perpétuas se converte ao Evangelho e recusa liberdade condicional: “Jesus já me perdoou”

Um serial killer condenado a seis prisões perpétuas pela morte de seis jovens e tentativa de homicídio de outros sete no verão de 1977 revelou seu testemunho de conversão ao Evangelho e disse que se sente perdoado por Deus.

David Berkowitz, também conhecido como o “Filho de Sam” nos Estados Unidos, abriu mão da primeira audiência de liberdade condicional desde que foi preso, em 1977. A próxima audiência de liberdade condicional a que ele tem direito está prevista para 2016, segundo informações do New York Post.

O advogado de Berkowitz, Mark J. Heller, afirmou que os motivos de seu cliente ter aberto mão de sua condicionais foram questões de fé: “David me disse que a razão pela qual ele nunca procurou a liberdade no conselho de condicional é porque ‘Jesus já libertou seu coração, alma, mente e o perdoou’”.

Heller revelou que o assassino havia sido criado como judeu praticante, mas se converteu ao cristianismo após a prisão e se tornou um líder dos fiéis na penitenciária, além de trabalhar como assistente do diretor da prisão do condado de Sullivan.

Em 2012, numa entrevista ao Daily News, Berkowitz explicou que o apelido “Filho de Sam” foi dado a ele porque ele alegou no momento da prisão que um cachorro chamado Sam o havia dito para atirar contra os jovens.

“Eu digo a você, eu senti como se estivesse sob o controle demoníaco […] Eu nem sequer reconheço essa pessoa. ‘Filho de Sam’ representa coisas más e satânicas. Essa pessoa é como um total estranho para mim agora. Deus colocou algumas pessoas realmente grandes, que cuidam da minha vida. Para mim, eles são mais do que amigos, eles são família. Eu serei o primeiro a dizer que eu não mereço ter minha vida poupada , mas acredito que Deus poupou minha vida para eu fazer as coisas que eu estou fazendo agora”, disse o detento, que finalizou: “Eu quero que as pessoas vejam que o meu Deus é um Deus de milagres. Se ele pode salvar alguém como eu, ele pode salvar qualquer um”.

Fonte:GospelMais

A Invenção das Asas, o Militarismo e o Cristianismo Brasileiro

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Escrito pela norte-americana Sue Monk Kidd, o livro A Invenção das Asas relata a história de uma jovem que, em meio a uma sociedade escravocrata, passou a defender o Abolicionismo e o fim dos maus tratos à mulher. A história, investigada por Kidd durante dois anos, se passa em 1803, em Charleston, Carolina do Sul, nos EUA. Neste ano, a pequena Sarah Grimké recebe de presente uma servente negra, chamada Hetty. Ambas tinham onze anos. Grimké, que desde os quatro anos de idade manifestava repudio a injustiça praticada contra negras, viu uma oportunidade de contextualizar sua aversão. Ao invés de escrava, Hetty passou a ser tratada como irmã, alguém da família. Foram trinta e cinco anos de convivência.

Sarah Grimké, ao desafiar sua própria família escravocrata, comum no sul dos Estados Unidos, entrou para a história como a “primeira abolicionista feminina dos EUA”. Escreveu panfletos em conjunto com sua irmã, Angelina, através dos quais condenava duramente à escravidão. Cento e cinquenta anos depois da abolição da escravidão nos EUA, ainda há resquícios do racismo predominante na época de Grimké. Sue Monk Kidd, branca, que mora na cidade de Marco Island, na Flórida, nos EUA, relata que cresceu em meio a um sul racista, de pré-direitos civis, e que demorou a erguer sua voz contra o racismo. “A opressão ainda é um fenômeno mais ou menos naturalizado nas sociedades ocidentais com histórico escravista”, pontua a escritora e sulista Sue Monk Kidd.

Que mentalidade predominava no Sul dos Estados Unidos, na primeira metade do século XIX? Historicamente favorável à escravidão, os sulistas eram em sua maioria cristãos protestantes, oriundos de famílias que imigraram da Europa para trabalhar na Costa Leste dos EUA. Segundo Hernâni Francisco da Silva, em O Protestantismo e a escravidão no Brasil, o “fundamentalismo das denominações protestantes dos EUA se transformou em terreno fértil para justificativas da escravidão, que buscavam embasamento doutrinário para apaziguar a consciência dos escravocratas do sul. Citando a história de Noé, identificavam a maldição de Cam, por ter surpreendido o patriarca nu e embriagado, como a maldição dos negros”. Interesses conflitantes.

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No Brasil, segundo Silva, grupos protestantes do Sul dos EUA trouxeram ao País sua mensagem e concepção branca do Evangelho. “Os principais agentes da imigração norte-americana para o Brasil foram pastores protestantes do Sul dos EUA, a exemplo do Rev. B. Dunn, que via no Brasil uma nova Canaã, a terra prometida onde os confederados derrotados na Guerra de Secessão poderiam reconstruir suas vidas, seus lares e suas propriedades, incluindo a mão-de-obra escrava. Pelo menos cerca de 2000 a 3000 sulistas se deslocaram para São Paulo. O aceno de encontrar terras em abundância com mão-de-obra escrava certamente foi decisivo para que famílias inteiras, acostumadas a um estilo de vida escravista, se deslocassem do Sul dos EUA para o sudeste brasileiro […] De uma maneira geral os protestantes no Brasil só tomaram uma posição contra a escravidão quando a abolição já era unanimidade”, pontua Hernâni Francisco da Silva.

Alcides Gussi, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), contraria alguns historiadores ao declarar que apenas quatro famílias protestantes possuíam um total de 66 escravos entre1868 e 1875. Hélio de Oliveira, em A Igreja Presbiteriana do Brasil e a Escravidão (Universidade Mackenzie), declara que, embora tímida, “a participação dos presbiterianos no processo abolicionista brasileiro foi construtiva e a mais expressiva dentre todas as denominações protestantes em processo de implantação no país no período de 1870 e 1888”. Oliveira pontua: “a prioridade das missões presbiterianas instaladas no Brasil a partir de 1859 era o estabelecimento e o desenvolvimento da sua obra missionária. Temia-se que o envolvimento precoce com a questão abolicionista poderia colocar em risco o processo de implantação da igreja, uma vez que o catolicismo era a religião majoritária e detinha inquestionável influência política”.

O envolvimento de protestantes com a escravidão ocorreu de forma diferenciada, nem sempre compatível com o que alguns historiadores pontuam, como se subtende das declarações de Hélio de Oliveira e Alcides Gussi. Oliveira, citando Júlio Andrade e Émile Léonard, chega a declarar que dos onze prosélitos que a comunidade presbiteriana de São Paulo recebeu em 1879, havia cinco escravos. “… [eles] também forneciam às igrejas bom número de membros. Sobre onze prosélitos que a comunidade presbiteriana de São Paulo recebeu em 1879, contavam-se cinco escravos. Tratava-se, o mais das vezes, de criados domésticos que adotavam a religião de sua patroa; mas outras vezes de escolha inteiramente livre, que era objeto de longas oposições; é assim que uma das negras de 1789, Felismena, precisou esperar quatro anos a permissão de seu senhor”.

De fato houve certa conivência ou resguardo de alguns grupos protestantes oriundos do Sul dos EUA, mas limitava-se a pequenos núcleos familiares, ao uso de escravos em trabalhos do lar, mas de forma diferente da usada por católicos – a exemplo da Ordem de São Bento que utilizava escravos em uma fazenda no ABC paulista. Do lado protestante havia movimentos localizados, de fundamentalistas, que interpretavam o Evangelho à sua maneira. Eram grupos isolados. Na segunda metade do século XX, mais precisamente em 1964, movimentos liderados por cristãos clamavam por uma resposta à “ameaça comunista”. Denominada de Marcha da Família com Deus pela Liberdade (MFDL), o movimento resultou em mais de vinte anos de opressão militar, privação de direitos, terrorismo e torturas. Reeditada de forma pífia no dia 22 de março, a MFDL reuniu apenas mil manifestantes em São Paulo e foi marcada por exemplos de extremismo religioso, de conivência com as mortes praticadas pelos militares. Igualmente há grupos evangélicos extremistas, localizados, que recorrem a expressões chulas, ao apoio de líderes e movimentos cuja moral é questionável. É um grupo isolado, contrário a maioria, que não verbera pelo amor ao próximo, ao pecador. Registre-se!

Johnny Bernardo

Às vésperas de seu casamento, Preta Gil revela sua conversão ao Evangelho: “Procuro seguir a Bíblia”

Preta Gil, cantora filha de Gilberto Gil, afirmou que se converteu ao Evangelho e tem na Bíblia, uma inspiração para tomar suas decisões. A declaração foi feita numa entrevista recente ao portal Uol.

Às vésperas de seu casamento com Rodrigo Godoy, Preta diz que tem recebido aconselhamento de um casal de pastores, mas prefere não se filiar a nenhuma denominação.

“Eu procuro seguir a Bíblia, sou cristã. Mas não me considero evangélica, pois não me enquadro a nenhuma dessas igrejas. Eu tenho um pastor e uma pastora que são meus guias, neles eu confio. Sem precisar passar por uma igreja ou coisa desse tipo”, disse a cantora, demonstrando enquadrar-se no perfil de novos evangélicos detectado pelo IBGE no Censo 2010.

Mesmo sob orientação de pastores, Preta se casará num templo católico, por seu noivo ser fiel à igreja romana. Para tanto, precisará passar por um curso, que é exigido pela doutrina católica.

Fonte:Gospel+

Qual o destino de bebês que morrem? Pastor John Piper afirma que “todos são salvos por intermédio de Cristo”; Assista

A salvação é um dos marcos da mensagem do Evangelho, tendo no sacrifício de Jesus na cruz a redenção do pecador que crê n’Ele e O aceita. No entanto, muitas perguntas são feitas a respeito de que destino teriam crianças e pessoas com problemas mentais que não tiveram acesso à mensagem do Evangelho e a chance de decidir aceitar a Cristo ou não.

A dúvida, recorrente no meio cristão (principalmente entre novos convertidos), foi feita ao pastor John Piper, líder do ministério Desiring God, e a resposta do pastor levantou questões como coerência e responsabilidade.

“Eu acho que todas são salvas”, disse o pastor. “A razão de eu achar isso é porque, em outras palavras, eu não acredito no princípio que diz que crianças nascidas de pais casados estão seguras, e crianças nascidas de pais separados não estão”, afirmou Piper.

Segundo ele, a “razão para pensar que todas elas são salvas é por causa do princípio em Romanos 1, onde Paulo argumenta que todas as pessoas que conhecem Deus não têm desculpa para não glorificá-lo como Deus”.

Piper explica que o “argumento é de que elas não têm desculpa porque elas têm conhecimento, e suas responsabilidades na presença de Deus no julgamento final serão baseadas, pelo menos em parte, no conhecimento que elas tiveram acesso. E Deus fala que todas elas tiveram acesso ao conhecimento, porque elas podem olhar as coisas que Ele fez e ver seu poder e divindade, mas elas suprimem esse conhecimento em vez de se submeterem a ele, então elas são todas condenadas”.

Sobre sua crença de que as crianças e pessoas com incapacidades mentais serão salvas, o pastor aplica o mesmo conceito no sentido inverso: “O princípio que está sendo levantado é de que se você não tem acesso ao conhecimento que te faz ser indesculpável, então você não será culpado. Eu acho que esse é o caso. E eu acho que bebês e deficientes mentais, ou seja, aqueles com profunda deficiência mental, não tem acesso ao conhecimento que eles serão chamados para serem responsáveis. Portanto, de alguma forma, Deus, por intermédio de Cristo, abrange essas pessoas”.

Assista:

Por Tiago Chagas | Fonte:Gospel+

Feiticeiro se converte ao Evangelho após receber “cura milagrosa”, em resposta à oração de um pastor

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Recentemente o ministério “Gospel for Asia” divulgou o testemunho de Kalith, um homem que era adepto de práticas da feitiçaria, e tinha como crença a adoração a seus antepassados, através de sacrifícios de cabras, porcos e galinhas. Ele afirma que acreditava que, através desses sacrifícios, estaria protegido de todo o mal.

Porém, a mudança em sua vida veio quando foi acometido por uma dor crônica no estômago. Tendo tentado, sem sucesso, uma cura através dos rituais de adoração aos seus antepassados, e não obtendo respostas nem mesmo na medicina, Kalith então buscou ajuda nas orações do pastor Oojam, do Gospel for Asia.

– Ore, e se o seu Deus responder sua oração e me curar, eu vou seguir a Ele – afirmou Kalith ao pastor.

O pastor Oojam relata que orou por Kalith e, após uma semana, ele estava curado e todos os seus vizinhos ficaram sabendo do que aconteceu com ele. Então, o agora ex-feiticeiro e sua família, junto a outros dois casais, se tornaram os primeiros cristãos de sua aldeia.

Através deles, uma congregação cristã se iniciou no local e eles construíram um pequeno local para abrigar as reuniões da igreja que se iniciava. Porém, a construção era precária e, com um telhado de palha, sofreu com a temporada de chuvas na região. Foi então que eles oraram para que, assim como havia curado Kalith, Deus os abençoasse com um milagre para construírem uma igreja no local.

Segundo o Gospel for Asia, as orações foram respondidas através de doações, com as quais construíram um amplo templo que hoje abriga 65 membros da igreja, que adoram e Deus regularmente no local e têm atraído mais pessoas ao Evangelho.

Por Dan Martins |Fonte: Gospel+

Portas Abertas distribui Bíblias para cristãos da Síria

O ministério Portas Abertas enviou em 2013 não apenas alimentos e ajuda financeira, mas também Bíblias para os cristãos da Síria. No ano passado foram distribuídas mais de 50 mil exemplares do Livro Sagrado e também outros livros cristãos para o fortalecimento espiritual desses irmãos que vivem em um país devastado pela guerra.

Recentemente um carregamento de 15 mil Bíblias em Ação, Bíblia ilustrada voltada para jovens, chegou na Síria e foi distribuído para cristãos de diferentes áreas do país.

“A Bíblia em Ação possui uma alta qualidade de impressão. Gostamos muito! Cerca de 1.500 cópias foram enviadas diretamente para [a cidade de] Homs”, disse cristão da cidade.

Um dos colaboradores da Portas Abertas comentou o entusiasmo desse cristão (os nomes não são revelados por motivos de segurança) dizendo que eles precisam não apenas de respostas para suas necessidades físicas, mas também espirituais.

“Vemos muitos muçulmanos questionando sua religião por causa da violência entre os sunitas e alauítas. E também porque veem que as igrejas os ajudam enquanto as mesquitas não”, disse esse colaborador.

As 16 toneladas de literatura cristã foram divididas entre Damasco, Aleppo e Homs e entre todos os livros a “Bíblia em Ação” foi a mais elogiada pelos pastores.

O carregamento de Bíblias na Síria precisa de muito cuidados, pois do ponto de chegada até as cidades onde os livros foram distribuídos é preciso passar por muitos pontos de inspeção. “Eles fazem muitas perguntas e sempre tomamos cuidado com os sequestradores. Eu ficava muito preocupado por estar na estrada com uma quantidade grande de livros cristãos e ajuda financeira para as famílias”, disse um cristão que trabalha na equipe em Homs.

Esse voluntário percebe a importância desses livros na vida dos cristãos sírios e compartilha uma história que ele vivenciou: “Um homem de 37 anos de Al Qusayr fugiu com a família para um lugar mais seguro na província de Homs. Ele se converteu através de nossas visitas. Em consequência disso, conseguiu levar sua família inteira para o Senhor! O homem agora estuda a Bíblia. Ele expressa gratidão pela literatura que lhe demos, dizendo: ‘Estes livros realmente têm me ajudado a criar melhor meus filhos. Meu entusiasmo com eles me fez compartilhá-los com as pessoas ao meu redor’.”

Fonte:GospelPrime

Cristãos da China estão usando a internet para a evangelização

Os cristãos chineses estão compartilhando sua fé abertamente no Sina Weibo, uma rede social semelhante ao Twitter, que é controlada pelo governo da China. Muitos estão começando a desafiar a censura e falam sobre a perseguição religiosa.
Recentemente, uma banda cristã se apresentou em um programa de talentos da TV chinesa, o “Chinese Dream”, vários cristãos usaram as redes sociais para pedir votos para a banda. De acordo com a mídia chinesa, dentro de poucos dias, milhares de votos dessa campanha ajudaram a manter o grupo entre os líderes por sete semanas.
O governo chinês controla a internet do país e proíbe o acesso a redes sociais ocidentais como Facebook e Twitter. No lugar delas existem os weibos (microblogs). Desde que foi criado, em 2009, a empresa líder do segmento, Sina Weibo , já atraiu mais de 400 milhões de usuários, e esse número está aumentando. O que dificulta o monitoramento de todas as mensagens postadas todos os dias.
Segundo o Centro de Informação sobre a Internet da China, cerca de 40% da população do país tem acesso à Internet. Para efeitos de comparação, há mais usuários dos microblogs em solo chinês que as populações da Argentina, Uruguai, Brasil, Paraguai, Bolívia e Venezuela somadas. O fato de os chineses cristãos começarem a compartilhar sua fé no weibo é digno de nota e sabe-se que essas mensagens estão atingindo um grande público.
De acordo com um site cristão da China, um dos principais blogueiros da fé é Shiy Pan, um bilionário do ramo imobiliário que frequentemente compartilha “orações aos domingos” com seus mais de seis milhões de seguidores.
Para as igrejas cristãs, a internet tornou-se a nova fronteira do movimento de expansão da fé cristã na China. Mas não é apenas para evangelização. Os cristãos daquele país estão fazendo campanhas de oração e até mesmo discutindo a falta de liberdade religiosa, um assunto proibido.
Curiosamente, a limitação das postagens dos weibo são os mesmos 140 caracteres que os ocidentais. Mas por causa da peculiaridade da línguas chinesa, 140 caracteres são equivalentes a 70 ou 80 palavras em português. Isso é suficientes para iniciar um debate ou dar um breve testemunho. Eles também podem anexar fotos e vídeos. Um prova dessa ousadia crescente entre a comunidade cristã chinesa surgiu em agosto do ano passado, quando foi postada uma foto mostrando um jovem segurando um cartaz com a mensagem do Evangelho em uma praça pública. Apesar de o governo não permitir isso, a imagem foi repassada milhares de vezes pelos usuários. Logo, surgiram outras do gênero.
Uma foto de uma menina segurando um cartaz amarelo com uma cruz e a frase “Creia em Jesus e receba a vida eterna” também fez grade sucesso. Ela estava num praça pública em Shenzhen, enquanto seus pais compartilharam sua fé com os transeuntes. De acordo com o jornal Gospel Times, 20 pessoas aceitaram entregar suas vidas a Jesus naquele dia. O pai da menina, posteriormente agradeceu a comunidade cristã online para encorajamento, dizendo: “[Vocês] me deram muita força. Que o evangelho se fortaleça na China e salve esse país e essas pessoas do pecado. Que Deus receba todo o louvor e glória”.
De acordo com agências cristãs que trabalham na China, o país tem apenas 14 milhões de fieis ‘registrados’ (incluindo católicos e evangélicos), cujas igrejas estão sob o controle do Estado oficialmente comunista e ateu. No entanto, calcula-se que quase cinco vezes esse número são de cristãos não registradas, e, portanto, ilegais, que se reúnem em igrejas domésticas.
O governo chinês conhece bem o poder das mídias sociais e sabe do papel de destaque que elas tiveram durante a chamada “Primavera Árabe”, que mudou a história de várias nações. Talvez por isso, optou por uma censura seletiva. Segundo o site cristão Greatfire.org , as autoridades já bloquearam 1.700 termos de pesquisa no weibo, incluindo expressões religiosas, como “Dalai Lama” e “Falun Gong” (uma seita oriental). Mas é impossível acompanhar todas as discussões. O grupo religioso Fórum 18, com sede na Noruega, revela, inclusive, que assuntos como a prisão do pastor iraniano Yousef Nadarkhani, foram extensamente comentados.
Segundo jornal britânico Daily Telegraph, metade dos usuários de Internet da China têm menos de 25 anos e passam cerca de 16,5 horas online por semana. A rede também seria um “substituto” dos irmãos e irmãs negado a eles pela política chinesa de que casa família só pode ter um filho.
Outro aspecto destacado pelo Forum 18 são iniciativas como a de Martin Johnson, um ativista que lançou seu próprio site de microblog chamado Freeweibo.com, que não se submete à censura do governo, por estar hospedado fora de solo chinês. Mesmo as autoridades tendo se esforçado para bloquear o acesso, cada vez mais usuários tem usados atalhos tecnológicos para usando conexões de internet que podem ser reencaminhadas internacionalmente.
Segundo relatos dos EUA, a China agora tem 63,5 milhões de usuários do Facebook e mais de 35 milhões no Twitter, apesar de serem proibidos pelo governo. Contudo, o Fórum 18 acredita que os weibo poderão ajudar a “promover a liberdade religiosa na China” e mudar sua realidade espiritual em um curto espaço de tempo. Traduzido de Compass Direct News.

Quem é Jesus? – O evangelho em 3 minutos

Novo filme reconta a história do apóstolo Pedro

Mais conhecido por interpretar vilões em séries de TV como  Magnum, PI  e  Os  Sopranos, o  veterano ator Robert Loggia assume um papel “diferente” na mais recente produção da Pure Flix Entertainment.

Ele protagoniza  “O Apóstolo Pedro e a Última Ceia”, interpretando o discípulo já idoso que lembra como foi sua vida e compartilha o evangelho com dois carcereiros enquanto aguarda a execução em Roma, no ano 67.

Jesus Cristo é vivido por Bruce Marchiano, famoso por ter interpretado, na década de 1990, o Messias nos filmes da série A Bíblia Visual – Evangelho de Mateus e o livro de Atos.

O Apóstolo Pedro e a Última Ceia foi dirigido por Gabriel Sabloff, que o classificou como “um épico inspirador perfeito para uma história da Bíblia.”

Apesar de ter sido um desafio, os cineastas trouxeram algo de novo para uma história tão conhecida, permanecendo fiel ao texto bíblico. ”A Bíblia é muito específica sobre as palavras de Jesus e certos eventos. Recriamos tudo isso com detalhes”, diz Sabloff. ”Mas onde a Bíblia é menos específica, procuramos dar ao público uma perspectiva nova.”

Sabloff espera que os espectadores assistam o filme recebendo esperança e inspiração. ”Este é um filme bíblico, fala sobre a fé e redenção”, diz ele. ”Eu acho que ele vai agradar muito o público cristão, mas também desejo que seja acessível a todos os públicos.

O roteiro mostra o apóstolo Pedro preso por sua fé em Roma, condenado à morte por crucificação. O imperador Nero decretou que todo os seguidores de Cristo devem ser  perseguidos por suas crenças.

Pedro testemunha na prisão a para um jovem guarda chamado Martiniano (Laurence Fuller), que está interessado em aprender mais sobre Jesus. A esposa de Martiniano, Novella (Sarah Prikryl), quer desesperadamente ver a Pedro, na esperança de que ele ore para que ela possa ter um filho. Pedro compartilha reflexões sobre o tempo que andou com Jesus, incluindo a última ceia e o momento em que Cristo afirma um dos discípulos iria traí-lo.

Durante esta reflexão uma boa visão da mensagem dos evangelhos é transmitida. A poderosa mensagem de redenção, e a posterior conversão de dois personagens principais, faz desse filme uma boa ferramenta para evangelização.

O filme foi lançado em DVD nos EUA em fevereiro. No Brasil será distribuído pela Graça Filmes, mas ainda não sem data de lançamento.

Traduzido e adaptado de Charisma Mag

Fonte:GospelPrime

Banda de Forró Gospel lança clipe “Patricinha de Jesus” e gera polêmica

No Brasil, o “gospel” abrange vários estilos, desde a música tocada pelas igrejas, passando pelo rock, samba e até o ritmo caracterítico dos nordestinos: o forró.

O Ministério Pedra de Esquina é do Piauí e existe há sete anos. Já gravou 3 CDs e 2 DVDs.

Methuzael, um dos vocalistas, comenta “Temos um trabalho diferenciado e temos uma mensagem de alegria, uma mensagem que tem encantado e transformado muitas vidas e isso não vem de nós é um Dom de Deus”.

Durante o lançamento do segundo DVD, “Quero Muito Mais”, o Ministério produziu seu primeiro clipe, “Patricinha de Jesus”, que, segundo eles, está gerando polêmica.

A letra da música é baseada em fatos reais e conta como uma pessoa que vivia em um mundo de futilidades, onde ela tentava preencher um vazio interior, até ter um encontro com o evangelho de Cristo. Ela continua sendo “Patricinha” na aparência, mas seus valores são outros, pois agora investe seu dinheiro para abençoar vidas e contribuir para a evangelização.

O grupo de forró tem como cantores Methuzael e sua esposa, Cinthya, e reclama que tem vencido o desprezo, o descaso e muito preconceito tanto do meio secular, que não aceita uma banda de forró evangélica, quanto de uma minoria de evangélicos que ainda torce o nariz para ritmos como forró, xote e baião.

A preocupação principal do grupo é a evangelização e eles acreditam que “Se apenas uma ‘Patricinha’ for tocada através da letra da música e da dramatização feita no clipe já nos sentimos satisfeitos e com a sensação de dever cumprido, mas, sabemos que o Brasil é muito grande e sempre existirá uma vida precisando ser tocada por Deus através de uma mensagem, de uma música e nos colocamos a disposição de Deus para ser um instrumento para salvação e edificação de vidas”.

Seguindo uma tendência mundial, o grupo disponibilizou o CD completo na internet para downloads e conta com os fãs para auxiliarem na divulgação do link.

Com informações Vooz
Fonte:GospelPrime