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“Cristo Suburbano”: Documentário apresenta panorama do punk rock cristão no Brasil

O Projeto Cristorama acaba de lançar um documentário com um panorama da cena do punk com temática cristã no Brasil. Intitulado “Cristo Suburbano – Documentário Punk Underground Cristão”, o filme apresenta bandas que apesar de sua fé e letras, não perdem em momento algum sua contestação, acidez e criatividade extrema.

No exterior, o gênero é representado por nomes como Altar Boys, The Predators, 100% Proff, Nobody Special, One Bad Pig, Lust Control e The Lead. Ao apresentar a cena brasileira do gênero, o documentário apresenta bandas de todo o Brasil, como Ressurreição (SP), Crush Hell Machine (CE), Dexin (SP), New Life Tones (SP), Thimoteos (SP) (atual No More Zombies) , Soberano (SP), Romanos Se7e (SP), Living Fire (SP), F.M.I. (Fabuloso Mundo de Ilusões) (PE) e CxFxI (RJ).

Segundo o site Whiplash, o filme apresenta um grande leque de variações do gênero punk, que vai desde o mais clássico, seguindo pelo hardcore, hardcore melódico, emocore, crossover e até thrash metal.

“Cristo Suburbano” conta ainda com o depoimento do pastor Batista da banda Antidemon, uma das representantes mais conhecidas do gênero no Brasil, e com a citação de outras bandas da cena, como Theosophy, Ruptura e Radioativos.

Assista ao documentário:

Fonte:Gospel+

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Ainda é possível ressuscitar os mortos com orações?

O documentário Dead Raisers Team, lançado no final do ano passado, mostra como evangélicos tem usado a oração para literalmente trazer os mortos de volta a vida. Com cerca de uma hora e meia, reúne testemunhos de pessoas em diversas partes do mundo que tiveram essa experiência. Pastores e leigos contam diante das câmeras como foram suas experiências e o que as pessoas ressuscitadas dizem que viram.

Embora não tenha chamado muita atenção, o tema virou assunto da mídia este mês após ser matéria da controversa revista jovem VICE e tema de uma reportagem da rede BBC em sua revista na internet.

O tema também está presente na série fictícia Ressurrection, que estreou este mês, mostrando como as famílias reagem quando veem seus entes queridos voltarem dos mortos. Produzido pelo canal americano ABC, ligado à Disney, o que deu grande repercussão ao tema. Desde o passado, a televisão francesa também exibe um seriado sobre pessoas que ressuscitam e voltam para casa: Les Revenants. Entre os vários aspectos em comum das duas produções mostram um líder religioso (pastor americano e padre francês) sendo confrontado com o assunto e incapazes de oferecer respostas.

Voltando ao documentário, o enfoque é o declínio na frequência nas igrejas cristãs na Europa e EUA, e a maioria das pessoas não leva a sério o fato de a Bíblia dizer que a ressurreição é possível.

Mesmo sendo minoria, os ensinamentos de determinados grupos evangélicos de que todas as doenças podem ser curadas apenas com oração, sem precisar da intervenção médica, são uma realidade. Dentro dessa minoria existe um grupo ainda mais reduzido que afirma ser chamado por Deus para ressuscitar mortos.

Um dos mais conhecidos é o Global Awakening [Despertamento Global] que visita regularmente hospitais para orar pelos doentes. Eventualmente deparam-se com pessoas à beira da morte, mas quase sempre são convidados pelos enfermeiros a se retirar. Donna Leppitt, uma de suas principais integrantes faz uma queixa “Muitas vezes não temos acesso aos cadáveres”. Este é o motivo, segundo ela, que não se ouve falar mais sobre esse tipo de milagre.

Mesmo assim, Leppitt admite que não é uma tarefa fácil. Quando seu irmão morreu, ela e o marido oraram sobre o corpo dele por cerca de uma hora, mas sem sucesso.

Outro grupo mostrado ‘em ação é a Dead Raisers Team [Ressuscitadores], o qual afirma ter trazido 11 pessoas de volta à vida com suas orações. Eles tem uma queixa: as igrejas “esqueceram” que isso está na Bíblia!

Tyler Johnson, fundador do grupo sede no Estado de Washington defende que só fazem o que Jesus ordena em Mateus 10:8: “Curai os enfermos, ressuscitai os mortos e expulsai os demônios”. Segundo o site do Dead Raisers, Johnson se tornou convencido no poder da oração após intensa reflexão religiosa depois que seu pai morreu em seus braços após um ataque cardíaco.

“O ódio de Tyler pela morte não é apenas teológico, mas está intimamente ligada à sua própria experiência”, diz o texto. O site também conta que ele “aprendeu a ressuscitar os mortos num curso chamado “Escola do Sobrenatural”, o qual eles hoje também reproduzem nas igrejas interessadas.

Comemora ainda que os membros do Dead Raisers receberam autorização para servir como voluntários no Departamento de Gestão de Emergência do Condado de Madison, o que lhes dá acesso total para a vítimas de acidentes fatais. Eles recebem autorização para orar pelas pessoas após os paramédicos não serem mais capaz de ajudar.

Falando em paramédicos, um dos entrevistados do documentário é Jesse Birkey, autor de um livro sobre o assunto. Ele é um bombeiro/paramédico que afirma ter ressuscitado oito pessoas com orações na ambulância onde trabalha.

Para os críticos, o grande problema do documentário é não mostrar nenhum tipo de identificação das pessoas ressuscitadas, atendo-se apenas ao testemunho dos obreiros cristãos. Em alguns deles, a narrativa inclui relatos de pessoas que voltaram à vida gritando pois foram literalmente “arrancadas do inferno”.

Assista ao trailer abaixo (em inglês):

Fonte:GospelPrime

Documentário mostra negligência do papa em casos de pedofilia

Documentário mostra negligência do papa em casos de pedofilia

Concorrendo a um Oscar menos importante, o de “Roteiro de Documentário”, o filme “Mea Maxima Culpa – Silêncio na Casa de Deus”, não deve chegar aos cinemas do Brasil. Ele estreou nos cinemas da América do Norte em novembro de 2012, foi exibido em alguns festivais e chamou atenção pela repercussão.

Ele foi criticado pela Igreja Católica e, ao mesmo tempo, por associações de vítimas de abuso. Os católicos acham que ele foi longe demais e as vítimas acreditam que ele não foi longe o bastante.

Anunciada como uma “investigação na mais antiga e poderosa instituição do mundo”, o filme aborda casos de pedofilia na Igreja Católica Romana. Seu diretor Alex Gibney é bastante premiado e acostumado com polêmicas. Ele já ganhou um Oscar em 2008 por “Taxi para a Escuridão”, que mostra a morte por tortura de um taxista afegão numa base militar americana.

Seu novo filme, ao longo de quase duas horas, conta a história triste de Lawrence Murphy, um sacerdote, que trabalhou em uma escola para crianças surdas onde assediou mais de 200 estudantes entre 1963 e 1974. Além disso, mostra entrevistas com algumas das vítimas, agora adultos, que contam seus dramáticos testemunhos.

“Mea maxima culpa” revela como foi a primeira ação coletiva contra o abuso sexual de padres católicos nos Estados Unidos nos últimos 40 anos. Fala também sobre como o então cardeal Ratzinger (hoje papa Bento 16) tratou a questão e seu pedido oficial de desculpas alguns anos atrás.

Quando a notícia do abuso sexual foi levado ao conhecimento das autoridades eclesiásticas, Murphy, como muitos outros padres acusados ​​de abuso, foi apenas transferido para uma igreja diferente, enquanto suas vítimas eram ignorados, uma política, argumenta Gibney, determinada pelo próprio Vaticano.

Uma das polêmicas envolvendo o documentário, que já foi proibido na Itália, é justamente a visão implacável sobre o antigo e o atual papa, mostrando  como Ratzinger e João Paulo II teriam encoberto os relatórios que chegaram ao Vaticano em 2004. A falta de assistência às vítimas de abuso sexual do clero é definida como “muito pior que uma conspiração, é uma política sistemática de ocultação.”

Em entrevista ao Daily Beast, o diretor Alex Gibney declarou: “a Igreja Católica é claramente responsável por proteger os padres ‘predadores’, e não puni-los, simplesmente transferindo-os [para outras paróquias]. Por muito tempo, a igreja negou o abuso sexual clerical… Neste caso, os sacerdotes “chegaram” nos alunos surdos, porque eles eram indefesos. Algo horrível”.

Também tenta explorar a origem desse comportamento. “O que há de peculiar na Igreja Católica Romana é que no centro de sua doutrina está uma mentira, a mentira do celibato obrigatório. Um dos ex-padres fez um estudo na igreja para tentar entender a vida sexual dos padres. Ele descobriu que mais de 50% dos sacerdotes que ele investigou não cumpriam seus votos de celibato. Então, surge um sistema de sigilo e de chantagem, uma espécie de proteção mútua”. Com informações Kansas e The Daily Beast.

Assista ao trailer:

Histórico da Harpa Cristã – CPAD

Histórico da Harpa Cristã – CPAD

 documentário sobre a Harpa Cristã que em 2012 comemora 90 anos