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[Vídeo] Cristãos são presos em universidade por distribuírem panfletos dizendo que a homossexualidade é pecado

Dois evangelistas foram presos no campus de uma universidade canadense por distribuírem folhetos que pregavam contra a homossexualidade, dizendo que a prática é pecaminosa. Peter LaBarbera e Bill Whatcott  fazem parte de um grupo chamado The Truth About Homosexuality (“A verdade sobre a homossexualidade”, em tradução para o português).

Os cristãos foram abordados por um funcionário da universidade, que pediu que eles se retirassem, pois a instituição tinha regras que proibiam a distribuição de folhetos em suas dependências.

Na conversa, o evangelista Whatcott rebateu o funcionário dizendo que eles estavam exercendo seu direito à liberdade de expressão, e que haviam procurado a universidade para conseguir permissão e foram ignorados.

“Eu não vou sair. Você é o intolerante e deveria ter vergonha de si mesmo por não permitir a nossa mensagem sem sequer pensar nisso”, disse Whatcott. Segundo informações da CBC News, pouco tempo depois vários policiais chegaram ao local e algemaram os evangelistas.

Os representantes da universidade explicaram sua decisão de chamar a Polícia: “Somos um campus diversificado e acolhedor. Nós celebramos a diversidade e nossa equipe sentiu que o material e algumas das coisas que eles tinham eram simplesmente inconsistentes com a política do campus e os pediram para sair”, disse Tom Chase, um dos vice-presidentes da universidade.

Por Tiago Chagas | Fonte: Gospel+

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Marcos Pereira responde as acusações de José Júnior dizendo que é inveja

Procurado pelo jornal Extra para comentar as acusações de José Júnior, o pastor Marcos Pereira, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) diz que o coordenador do AfroReggae “deve estar sentindo inveja” dele e que também está sendo envenenado por um ex-pastor da ADUD.

“Ele deve estar sentindo inveja do meu trabalho. Antes de ele fazer trabalho de ressocialização, eu já fazia isso. Eu já faço trabalho há alguns anos”, disse o pastor.

Além de negar as acusações de mandar matar José Júnior, o pastor pentecostal também nega que seja mandante dos atentados de 2006 e 2010. Para Marcos Pereira o líder comunitário estaria sendo envenenado por um ex-pastor da ADUD que saiu insatisfeito de sua igreja.

O religioso também diz que não foi o coordenador do AfroReggae quem o levou para dentro das penitenciárias, mas que foi ele que levou José Júnior para várias comunidades. “Quando a gente se conheceu, foi o José Júnior quem me procurou. Não eu. Ele veio até mim trazido pela mão de um parente do (traficante) Marcinho VP. Levei-o a várias comunidades. Por sinal, o AfroReggae me homenageou duas vezes”, disse o pastor.

Mas para José Júnior, que teme por sua vida, o pastor tem sede de poder e por isso estaria incomodado com os trabalhos do AfroReggae. “Não se satisfaz somente em ter dinheiro, como também quer que as pessoas que competem com ele sejam mortas. Ele é um cara que fez o bem? Fez para muita gente. Ele sempre foi bandido? Acho que não. Mas o poder prostitui”.

Apesar das graves acusações que são feitas, Marcos Pereira parece não se intimidar e diz que José Júnior pode falar o que quiser. “Ele pode falar o que quiser. Eu sou a pessoa que mais tem casos de mediação de conflito. Já ajudei a acabar com 13 rebeliões no Rio e uma no Maranhão”, lembra o pastor que afirma que seu trabalho é sério.