Arquivos do Blog

Pastor é preso por protestar contra o aborto; Cartazes diziam que prática é assassinato de crianças

Um pastor que protestava contra o aborto num cruzamento foi preso por segurar um cartaz que dizia que a prática mata crianças. Stephen Joiner foi detido por quatro horas por supostamente ter desobedecido um policial que ordenou que ele deixasse o local.

Joiner é líder da Igreja do Nazareno, na cidade de Columbus, Mississippi, e agora é beneficiário de uma ação por conta de sua prisão, considerada abusiva.

O Conselho de Liberdade entrou com um processo de direitos civis contra a prefeitura da cidade e o capitão da Polícia, Frederick Shelton, em nome do pastor.

Durante a audiência do processo, o capitão Shelton acusou o pastor de violar leis municipais que regulamentam manifestações em grupo, porém, a defesa argumentou que o pastor estava sozinho no momento de sua prisão.

“A Primeira Emenda protege o direito dos cidadãos de se expressar sobre as vias públicas livres de interferência do governo”, disse Mat Staver, fundador e presidente do Conselho de Liberdade. “As ações da cidade foram totalmente injustificadas e são uma afronta aos direitos fundamentais de todos os americanos. Mesmo o discurso impopular é protegido quando pacificamente expressa, como o pastor Joiner fez aqui”, acrescentou Staver.

Fonte:Gospel+

Anúncios

Pastor Silas Malafaia convoca cristãos a participaram da campanha contra a descriminalização das drogas no Brasil

O pastor Silas Malafaia, líder da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, está convocando cristãos a participarem de uma campanha contra a descriminalização das drogas no Brasil. Através do seu site, Malafaia incentiva as pessoas a votarem “não”, na enquete feita pela Câmara dos Deputados sobre o tema.

A enquete traz a seguinte pergunta: “Você é a favor da descriminalização das drogas para consumo próprio?”.

O texto publicado no site do pastor critica a possibilidade da descriminalização, afirmando que o vício de drogas atinge quase seis entre cada 100 brasileiros, sendo 8 milhões de pessoas que provocam problemas em suas famílias. O que resulta em um total de cerca de 28 milhões de brasileiros atingidos indiretamente pelo vício de drogas.

– A maconha causa perda cognitiva, ao invés de redução de ansiedade. Causa indiferença ao invés de relaxamento. Causa desmotivação ao invés de paz interior. Todos muito mais próximos da psicopatologia do que do bem-estar – afirma o texto, citando a psiquiatra Analice Giglioti, da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

– Assim, o que nosso país precisa é de um sério trabalho e investimento na prevenção! A prevenção no sentido de educar, conscientizar o jovem para assumir atitudes responsáveis na identificação e no manejo de situações de risco que a droga pode causar e que possam ameaçar a sua dignidade – completa, pedindo para que o cristão “não deixe de contribuir na discussão deste tema tão importante para a sociedade brasileira”.

Malafaia divulgou a campanha também através das redes sociais, publicando uma chamada para a campanha em sua conta no Twitter.

O pastor Silas Filho também divulgou a campanha na rede social.

Participe da enquete na camara votando contra a descriminalizacao das drogas. veja nohttp://t.co/j6DvSmwbBT

— _pr_silasfilho (@PrSilasFilho) 8 maio 2014

Clique aqui para participar da enquete.

Por Dan Martins | Fonte:Gospel+

Eduardo Campos afirma ser contra a legalização do aborto

O pré-candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB), ex-governador de Pernambuco, esteve na cidade de Aparecida, interior de São Paulo, neste último domingo (20) para participar das celebrações da missa de Páscoa.

Diante de milhares de católicos o político afirmou que é contra o aborto, tema que muito interessa aos cristãos, católicos e evangélicos, e que nas eleições de 2010 foi muito debatido pelos candidatos.

“Como cidadão acho que minha posição e a de todos. Não conheço ninguém que seja a favor do aborto”, disse ele quando foi questionado a respeito da liberação da prática.

De acordo com a reportagem do jornal “O Estado de São Paulo”, Campos ficou constrangido ao falar sobre o assunto diante do cardeal dom Raymundo Damaceno, responsável pelo Santuário de Aparecida.

Na visão dele, que tem Marina Silva como candidata a vice, a lei brasileira sobre o aborto não precisa ser alterada. “A legislação brasileira já é adequada. Ela já prevê as circunstâncias e os casos e eu não vejo razão para que se altere exatamente a legislação que o Brasil já tem”, afirmou.

Essa foi a primeira vez que Eduardo Campos participou de uma missa no Santuário de Aparecida e pode se assentar em uma área reservada para autoridades no altar onde também estava o pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo pelo PT Alexandre Padilha.

Apesar de a declaração ser interpretada como uma tentativa de se aproximar do público religioso, o ex-governador não quis falar sobre as eleições presidenciais com os jornalistas.

“Hoje é dia de Páscoa. Vamos ter o ano todo para conversar sobre isso”, disse ele que depois da missa se reuniu na casa do arcebispo para um café acompanhado de sua família.

Malafaia aprova posição de Campos

De acordo com o jornalista Lauro Jardim, da Veja, o pastor Silas Malafaia estaria cada vez mais interessado em apoiar a candidatura de Eduardo Campos.

Com essa declaração de não ser a favor do aborto o pré-candidato conquistou ainda mais a confiança do líder evangélico. Ao lado de Marina Silva, Campos espera conquistar boa parte dos votos dos evangélicos, principalmente entre os pentecostais, já que Marina e Malafaia fazem parte da igreja Assembleia de Deus, a maior denominação do país, segundo o IBGE.

Fonte:GospelPrime

Líderes evangélicos se posicionaram contra a lei estabelecida na Uganda que criminaliza a prática homossexual: “Nem tudo o que é pecado é crime”

Líderes evangélicos se posicionaram contra a lei estabelecida pelo governo de Uganda que criminaliza a prática homossexual e prevê pena de prisão perpétua para quem mantiver relações sexuais com pessoas do mesmo gênero.

De acordo com Russel D. Moore, presidente da Comissão de Liberdade de Ética Religiosa, e Andrew Walker, diretor de estudos políticos da mesma entidade, um governo que criminaliza a homossexualidade “ultrapassou seus limites de forma drástica e injusta”.

A opinião foi externada num comunicado divulgado recentemente pela entidade, que é ligada à Convenção das Igrejas Batistas do Sul dos Estados Unidos.

No texto, os líderes fazem questão de frisar que mantém-se alinhados a visão bíblica da sexualidade, mas que a homossexualidade não deveria ser alvo de legislações.

“A sexualidade deve ser expressa somente dentro da união de uma só carne do casamento de um homem com uma mulher. Qualquer outra coisa é um pecado contra Deus. A igreja tem acreditado nisso, e sempre vai acreditar, porque a Bíblia ensina […] Ao mesmo tempo, acreditamos que leis criminalizando a atividade homossexual são injustas e uma afronta à imagem de Deus incorporada em todas as pessoas”, diz o comunicado.

A lei aprovada em Uganda no último 24 de fevereiro é similar a uma determinação implantada na Nigéria, onde está prevista a prisão por 10 anos para casais homossexuais que forem pegos beijando em público ou frequentando casas noturnas voltadas ao público gay.

Segundo informações do Urban Christian News, a Organização das Nações Unidas (ONU) contabiliza 78 países que têm leis que criminalizam o comportamento homossexual.

“Nem tudo o que é pecado é crime”, disseram os líderes evangélicos. “Sim, nós acreditamos que toda atividade sexual fora do casamento (definido por Jesus, não pelo Supremo Tribunal Federal) está errado. Também acreditamos que a resposta a esse pecado não é encontrado em algum estado policial, mas na boa notícia de que Deus reconcilia os pecadores como nós a si mesmo através do sangue derramado e a vida contínua em Jesus Cristo”, pontuaram Moore e Walker, antes de frisar que a missão dos cristãos “não é prender e perseguir aqueles que estão andando contrários às Escrituras, mas em vez disso a nossa missão é amar e persuadir. Nossa missão é sermos embaixadores da reconciliação – uma missão que exige tanto a definição de pecado e ofereça misericórdia (2 Coríntios 5:18-19). Isso não pode ser feito por meio da coerção ou ameaças de um estado policial, mas apenas pelo persuasivo. poder da convicção do Espírito Santo”.

Por Tiago Chagas |Fonte: Gospel+

Pastores evangélicos se manifestam contra “lei anti-gay” recém aprovada em Uganda

Recentemente o presidente da Uganda, Yoweri Museveni, assinou uma “lei anti-gay” no país, tornando a homossexualidade um crime passível de prisão perpétua. Ao justificar a assinatura no projeto de lei, Museveni afirmou que “nenhum estudo demonstrou que alguém pode ser homossexual por natureza”.

Apesar de a homossexualidade já ser considerada ilegal no país, a nova lei torna a relação entre pessoas do mesmo sexo passível de prisão perpétua, e criminaliza também qualquer tipo de promoção à homossexualidade.

Diante da aprovação da lei, pastores evangélicos norte americanos estão se manifestando contra a decisão do presidente de Uganda, afirmando que apesar de não concordar com o homossexualismo, a igreja deve proteger a dignidade de todas as pessoas, como Jesus fez.

O pastor Rick Warren se manifestou sobre o caso afirmando que defende o ideal bíblico do matrimônio entre homem e mulher, mas que vê a lei em Uganda como injusta, e se opõe a ideia de criminalizar e retirar a dignidade das pessoas homossexuais.

– Primeiro, a lei é injusta, extrema e não cristã para com os homossexuais… Em segundo lugar, a lei obriga que os pastores relatem suas conversas pastorais com homossexuais às autoridades… – afirmou o pastor.

Ele disse ainda que tal lei teria um efeito negativo no trabalho de pastores ao ajudar os que sofrem.

– Jesus reafirmou o que Moisés escreveu, que o casamento é para ser entre um homem e uma mulher comprometidos uns com os outros para a vida. Mas Jesus também nos ensinou que o maior mandamento é amar o nosso próximo como a nós mesmos – ressaltou o pastor.

Condenando leis como a de Uganda, Russell Moore, presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, disse que não conhece evangélicos que apoiariam uma legislação como essa.

Morre e diversos outros pastores, como Warren e Scott Lively, pastor e chefe do Abiding Truth Ministries Massachusetts, criticaram também a alegação do governo de Uganda de que a lei se apoia em princípios cristãos.

Segundo o Huffington Post, Lively afirma que “o governo deveria estar preocupado em ajudá-los a superar seus problemas e não apenas puni-los por isso”.

– A liberdade de fazer escolhas morais é concedida por Deus. Uma vez que Deus nos dá essa liberdade, temos de protegê-la para sempre, mesmo quando não concordamos com suas escolhas. Toda a vida é preciosa para Deus – ressaltou Rick Warren.

Por Dan Martins | Fonte: Gospel+

Pastor afirma não ser contra o carnaval e distribui água e caldo a foliões: “Nós podemos oferecer para eles um pouco do amor de Deus”

Um pastor evangélico de Foz do Iguaçu adotou uma estratégia de evangelismo diferente neste carnaval: distribuiu água e caldo para os foliões que brincaram no “Banda”, tradicional bloco de rua da cidade paranaense.

Da garagem de sua casa – que fica numa rua do trajeto do “Banda” – o pastor Dariosvaldo tocava músicas gospel e falava sobre o amor de Jesus, enquanto voluntários atendiam os foliões.

Numa entrevista para a rádio CBN da cidade, Dariosvaldo afirmou que não é contra a folia porque ela faz parte da cultura popular, e explicou sua iniciativa: “Além de aproveitar, nós podemos oferecer para eles um pouco do amor de Deus, necessário nessas horas em que muitas pessoas estão com um alto teor alcoólico no corpo e propensas a algum tipo de violência”.

O pastor, no entanto, fez questão de frisar que a oferta de água e caldo não era condicionada a ouvir a mensagem: “Não trabalhamos em prol de divulgar a placa de uma igreja, mas sim a palavra de Deus”, disse Dariosvaldo. De acordo com autoridades municipais, o bloco de rua “Banda” atraiu pelo menos 150 mil foliões na última segunda-feira, 03 de março.

Tiago Chagas |  Gospel+

André Valadão lidera campanha no Twitter contra o casamento gay

O pastor e cantor André Valadão usou sua conta no Twitter, com mais de 510 mil seguidores, para se posicionar contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo pedindo para que quem concordasse também usasse a hashtag para mostrar ao Brasil quem são as pessoas que não concordam com a prática homossexual.

Antes de fazer a grande declaração, o pastor citou os versículos de Levítico 18:22, Deuteronômio 22:5 e I Coríntios 6:10 que falam contra a homossexualidade e em seguida ele escreveu: “EU SOU CONTRA O CASAMENTO GAY”.

André Valadão disse em outras mensagens que não pode ser obrigado a aceitar a união de pessoas do mesmo sexo e que por seguir a Bíblia ele se posiciona desta maneira.

Diversos pastores e cantores também usaram a tag #eusoucontraocasamentogay para participar da discussão, entre eles o pastor Lucinho Barreto, a cantora Bianca Toledo, Cássia Valadão, Joe Vasconcelos, Luiz Arcanjo, pastor Edson Rebustini e outros.

“Não vivo em função desta causa #eusoucontraocasamentogay mas não posso deixar de me expressar. Vivo por #Jesus e pra #Jesus.”

Discussões entre internautas

Muitos internautas se revoltaram contra o pronunciamento de André Valadão nas redes sociais dizendo que ele estava destratando os homossexuais por dizer que é contra a prática.

Sobre tais criticas a resposta do cantor veio com o retweet de uma mensagem do pastor Everaldo Silva que escreveu: “Eu tenho direito de expressar minha opinião #eusoucontraocasamentogay”.

Enquanto muitos criticavam aqueles que estavam expressando que são contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, outros aproveitaram a tag para exibir fotos em família ou de casais formados por um homem e uma mulher.

Mesmo com uma quantidade significativa de postagens a hastag não apareceu entre os assuntos mais comentados no Twitter nesta segunda-feira (8).

No final da tarde o cantor voltou a mostrar seu descontentamento com aqueles que querem impedir a liberdade de opinião. “#EuSouContraOCasamentoGay coloquei isto no meu Twitter hoje e parece que mundo vai acabar!!!Deus tenha misericórdia!!! EU SOU A FAVOR DA FAMÍLIA, DA BÍBLIA! Se vc também é, expresse-se! Somos livres para expor nossa fé e opinião, até isso querem tirar de nós. AV.”

Fonte:GospelPrime

Bancada Evangélica apresenta nota de repúdio contra presidente da Venezuela por homofobia

Bancada Evangélica apresenta nota de repúdio contra presidente da Venezuela por homofobia

O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), apresentou uma moção de repúdio contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. A nota condena o político por “homofobia” e foi aprovada por unanimidade na Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados, onde o pastor Marco Feliciano é o presidente.

A moção foi motivada por declarações homofóbicas feitas por Maduro em sua campanha à eleição presidencial. Como forma de descreditar seu adversário, Henrique Caprilles, Maduro passou a espalhar um boato de que Caprilles é gay.

– Eu, sim, tenho mulher, escutaram? Eu gosto de mulheres – chegou a bradar em um de seus comícios, ao lado da sua mulher.

Capriles tem 40 anos e não é casado. Na época, ele reagiu às afirmações do adversário político criticando sua postura e clamando por uma sociedade mais igualitária.

– Quero enviar uma palavra de rechaço às declarações homofóbicas de Maduro. Não é a primeira vez. Creio numa sociedade sem exclusão, na qual ninguém se sinta excluído por sua forma de pensar, seu credo, sua orientação sexual – afirmou.

O jornalista Reinaldo Azevedo comentou a atitude da Bancada Evangélica questionando o silêncio de Jean Wyllys e de outros políticos que defendem a agenda gay no Brasil.

– Cadê Jean Wyllys? Cadê os outros esquerdistas da comissão? Por que nunca protestaram contra os homofóbicos islâmicos ou de esquerda? – questionou Azevedo, ressaltando a proximidade dos políticos da esquerda brasileira com os líderes venezuelanos.

– Por que ela (a moção) não foi proposta por petistas e psolistas? Sim, meus caros, há sete petistas lá: Érika Kokay, Domingos Dutra, Nilmário Miranda, Padre Ton, Janete Rocha Pietá, Luiz Couto e Vicentinho. Há ainda dois representantes do PSOL: além de Jean Wyllys, Chico Alencar. – completou o jornalista, que disse ainda que “até esquerdistas admitem que a questão de gênero é, no fundo, mero pretexto para uma outra batalha”.

Fonte:Gospel+

 

Atos contra Marco Feliciano têm apoio de servidores da Câmara

Atos contra Marco Feliciano têm apoio de servidores da Câmara

De acordo com uma reportagem da Veja online, entre os manifestantes que fazem protesto durante as sessões da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) estão funcionários da Câmara ligados a deputados dos partidos PT, PSOL e PV.

O jornalista Gabriel Castro, que assina a matéria da Veja, identificou diversos funcionários como Tiago Oliveira, assessor da liderança do PV e Rodrigo Cademortori, assessor da deputada Érica Kokay que não estavam exercendo suas atividades mesmo sendo horário de expediente.

Segundo ele esses funcionários são pagos com o dinheiro público, mas sempre estão envolvidos com esses protestos em Brasília. Rodrigo Cademortori, por exemplo, teria participado do protesto contra a blogueira cubana Yoani Sánchez no mês de fevereiro.

Tiago também estava em horário de expediente e protestava mesmo sabendo que o PV, através do líder Sarney Filho (PV-MA), tinha colocado o deputado pastor Henrique Afonso (PV-AC) para votar em Feliciano como presidente da CDHM.

Gabriel Castro também identificou funcionários do PSOL e disse que esses são mais discretos e trabalham apenas dando suporte aos manifestantes. Entre eles estava uma funcionária do gabinete do deputado Jean Wyllys, ela também auxilia os manifestantes sendo que alguns deles também são filiados ao PSOL.

Leia a matéria completa aqui.

Incomodados com som, homens invadem igreja e atiram contra jovem

Incomodados com som, homens invadem igreja e atiram contra jovem

Vizinhos da Assembleia de Deus Ministério Gerizim, em Sumaré, interior de São Paulo, invadiram o templo no final do culto e agrediram um pastor e um adolescente de 16 anos que acabou sendo baleado no braço.

O crime aconteceu por volta das 21h do último sábado (23), pois os acusados se revoltaram com o barulho do culto. As testemunhas contaram ao portal G1 que pai e filho atravessaram a rua no final do culto e agrediram o pastor convidado que mora em Bertioga (litoral de SP) que estava na porta da igreja falando ao telefone.

O pastor local, Alessandro Ricardo Pereira Godoy, disse que pelo menos 30 pessoas estavam na igreja na hora do crime, o suspeito voltou para a casa e pegou uma arma de fogo e voltou a atravessar a rua para continuar agredindo as pessoas do culto, Godoy se escondeu no banheiro e o homem se voltou contra um adolescente de 16 anos que foi atingido com um tiro no braço depois de levar socos e pontapés.

O jovem foi levado ao Hospital Estadual de Sumaré e não corre risco de morte. Ao saírem da igreja pai e filho foram detidos pela Polícia Militar e estão presos.

Mesmo com a prisão dos agressores, um homem de 57 anos e seu filho com idade entre 20 e 30 anos, o pastor Godoy e os membros da igreja estão com medo. Para evitar novos ataques, a AD Ministério Gerizim está de mudança, para preservar a vida dos fiéis já que os acusados moram em frente ao prédio antigo.

“Nós não sabemos o que vai acontecer, se eles conseguirem sair da delegacia podem vir aqui e matar todo mundo, nós não queremos morrer”, disse o pastor que recebeu um barracão de outra igreja do bairro para poder fazer a nova sede.

Fonte:GospelPrime