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“Mendigo” surpreende passageiros de ônibus em Goiânia; Assista

O projeto “Operação Evangelismo” idealizado por Nonay Foralskelse e produzido pela “Ministração Criativa” reúne equipes de jovens motivados com o propósito de evangelizar de forma estratégica usando o teatro para difundir a palavra de Deus

“Pensamos em uma forma de mostrar o pecado das pessoas que antes só ouviam falar pecado, mas não tinha alguma ilustração sobre ele”.

A ideia central era de um homem vestido com roupas sujas, maltrapilho, fedendo e aparentemente triste. Então, esse homem surge em um terminal de ônibus de Goiânia segurando um cartaz que tinha a seguinte frase: “Hoje eu não quero nenhum centavo, apenas seu abraço”.

Em seguida, ele entra em um ônibus e começa a falar que queria somente um abraço e que não se sentia amado há muito tempo. Todos olham, mas permanecem indiferentes, até que uma senhora se levanta e lhe dá um abraço. Para a surpresa de todos, algo acontece após esse abraço.

Assista ao vídeo:

Feira de Santana – BA também se mobilizou para essa primeira ação evangelística O projeto é de convocação para todo o país. Essa convocação é feita pelas redes sociais onde os jovens interessados montarão o seu batalhão de evangelismo e seguirão os passos da estratégia que será enviada pela equipe de Nonay.

“As ideias são direcionadas por Deus, pois não queremos fazer nada por emoção ou agito. Oramos e pedimos uma direção dEle para que façamos um evangelismo impactante”.

O vídeo foi postado no canal “Ministração Criativa” e tem impressionado evangélicos nas redes sociais. O ministério possui também uma página no Facebook chamada Ministração Criativa (fb.com/MinistracaoCriativa)

Algoritimo criado por judeus prova que a Bíblia é um trabalho coletivo

Um software criado por uma equipe israelense oferece informações importantes sobre aqueles que os pesquisadores consideram ser os diversos autores da Bíblia.

O novo programa baseia-se num algoritmo para analisar o estilo e a escolha de palavras. Fazendo isso, é capaz de determinar as partes do texto que foram escritas por diferentes autores.

Esse tipo de análise e comparação é capaz de mostrar muito sobre os autores humanos do “Livro Sagrado” dos judeus e cristãos.

O programa se baseia em estudos da inteligência artificial, chamados “atribuição de autoria”, que tem muitas aplicações em potencial, como o desenvolvimento de novos programas de computador para escritores modernos.

Conseguir uma análise desse tipo da Bíblia é um teste duríssimo para os criadores do algoritmo. Afinal, para milhões de judeus e cristãos, ver Deus como o autor dos textos bíblicos é um princípio de fé essencial. Porém, estudos acadêmicos indicam a centenas de anos que a Bíblia foi escrita por diferentes autores. Eles poderiam ser distinguidos por suas ideologias, estilos linguísticos e os nomes que usavam para se referir a Deus.

Os estudiosos dividem os textos em duas correntes principais. Uma parte teria sido de autoria de uma pessoa ou grupo conhecido como “autor sacerdotal”, devido a sua aparente ligação com os sacerdotes do Templo em Jerusalém. A outra é chamada apenas de “não-sacerdotal”. Os acadêmicos tentam, a muito tempo, separar que partes pertencem a que corrente.

Quando esse software analisou o Pentateuco, os cinco primeiros livros do Antigo Testamento,  concordou com a divisão tradicional dos acadêmicos em 90% dos casos. Em suma, ele fez em poucos minutos o trabalho que diversos estudiosos levaram anos, explicou Moshe Koppel, professor de Ciências da Computação da Universidade de Bar Ilan, que lidera uma equipe de pesquisadores.

As passagens que o programa não segue a interpretação acadêmica tradicional podem oferecer pistas interessantes para os estudiosos.

Por exemplo, o primeiro capítulo de Gênesis é atribuído a um autor “sacerdotal”, mas o software indicou o contrário. Outro exemplo é o Livro de Isaías, geralmente visto como tendo dois autores. Ele entraria em cena do capítulo 39 em diante. O programa, por sua vez, entende que o texto possui dois autores, mas sugere que o segundo começou seu trabalho antes, no capítulo 33.

Não é a primeira vez que um programa de computador é usado pelos estudiosos na comparação dos textos. “Porém, o novo software parece ser capaz de usar os critérios desenvolvidos por eles e aplicá-los por meio dessa ferramenta tecnológica que é mais potente que a mente humana”, disse Michael Segal, membro do departamento de Bíblia da Universidade Hebraica e que não faz parte do projeto.

Antes de aplicar o programa nos livros da Bíblia, os pesquisadores fizeram um teste prático para demonstrar que o algoritmo criado por eles era capaz de distinguir corretamente um autor de outro. Eles misturaram passagens dos livros de Ezequiel e Jeremias, criando um único texto. O software separou as palavras do texto embaralhado “quase perfeitamente”.

Os usos para esse algoritmo não são apenas religiosos. “Poderá ser usado para determinar casos de plágio ou identificar autores anônimos de determinados textos”, explicou Nachum Dershowitz, o coordenador de uma das equipes de pesquisas sobre o uso do programa. Ele trabalha na Escola de Ciência da Computação na Universidade Blavatnik, em Tel Aviv.

Por isso, outros pesquisadores têm olhado para a existência dessas “impressões digitais linguísticas” em diferentes tipos de textos como uma maneira de identificar escritores desconhecidos.

Em 2003, Koppel fez parte de uma equipe que desenvolveu um software que poderia indicar com sucesso, se o autor de um texto era do sexo masculino ou feminino. Assim, os pesquisadores descobriram que as mulheres são muito mais propensas a usar os pronomes pessoais, como “ela” e “ele”, enquanto os homens preferem determinantes, como o “que” e “isto”.

Em outras palavras, as mulheres, falam sobre as pessoas, enquanto os homens preferem falar sobre as coisas. O sucesso dessa análise gerou um debate sobre como o gênero afeta nossa forma de pensar e comunicar.

O que o algoritmo não é capaz de determinar é se a Bíblia é humana ou divina. Três dos quatro acadêmicos envolvidos no desenvolvimento do programa, inclusive Koppel, são judeus praticantes. Ou seja, creem que a Torá foi entregue a Moisés pelo próprio Deus. Embora seja inegável que vários autores humanos colaboraram no processo de formação do cânone, os acadêmicos israelenses não abordam em seu artigo se a autoria é humana ou divina. ”Não há razão para acreditar que Deus não possa ter escrito o livro usando vozes múltiplas. Mas nenhuma pesquisa será capaz de resolver essa questão, resume Koppel.

Com informações AOL e Revista Galileu