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Evangélicos lançam campanha de boicote à novela Meu Pedacinho de Chão, da TV Globo; Personagens seriam alusão à umbanda

A novela Meu Pedacinho de Chão, exibida pela TV Globo na faixa das 18h00, está sendo alvo de uma campanha de boicote por parte dos evangélicos. Nas redes sociais, um texto que associa a novela às religiões afro tem sido compartilhado por milhares de usuários.

O folhetim escrito por Benedito Ruy Barbosa adota um estilo fantasioso, e um dos principais personagens, o Coronel Epaminondas (Osmar Prado) é tratado pelo apelido, “Epa”, que seria uma alusão à saudação Epa Babá ao Orixá Oxalá, considerado um dos mais reverenciados na umbanda.

Ainda de acordo com a publicação original no Facebook, o local onde a trama se passa – a cidade fictícia de Vila de Santa Fé – seria uma representação de um terreiro: “Descobri que a Vila de Santa Fé [cidade fictícia da novela] é um terreiro e que os nomes dos personagens são de umbanda”, escreveu a autora do post, Dayhendra Alves.

Para a internauta autora da campanha, os personagens representam mensagens subliminares e são uma apologia às religiões de matriz africana “[O personagem] Serelepe: seus sinônimos são gay, excitado, inquieto, danado, caxinguelê, conhecido na umbanda como Joãozinho, Saci Pererê, Negrinho do Pastoreio e Serelepe da Umbanda (sapeca adora balas e doces). Pituca: Boneca Pituca, esoterismo e ocultismo, famosa mãe de santo, e filha de orixá; Viramundo/Giramundo: exu; Gina: famosa mãe de Santo, a voz de Oyá, Yansã e Ruy de Ógún, está representando o lesbianismo; Amaância: filha de Oxúm; Dona Tereza: Cigana, Oxum Panda, Cabocla. No grego significa Seifera e Caçadora; Tuim: santo, saudação de umbanda; Mãe Benta: mãe de santo; Catarina: mãe de santo; Rodapé: pé que gira; Pedro Falcão: Falcão, povo das águas, Oxum; Tem um senhor que vive de chapéu fumando cachimbo com bengala na mão. Esse vocês já sabem”, relatou Dayhendra.

Os usuários não demoraram a manifestar incômodo com as afirmações da internauta, e aderiram á campanha: “É verdade, eu também me incomodo muito com essa novela, acho ridículo os figurinos, a forma que eles falam, sei lá, sinto um negócio estranho só de ver as propagandas”, comentou Eucler Novato.

“Desde que via os comerciais de anúncio da novela vi logo que estava cheia de ocultismo e o foco era as crianças”, assegurou Aline Aiara Santiago de Araújo.

Para a usuária Luana Ramos, Meu Pedacinho de Chão não é uma exceção: “Meu Deeeus! Heeita glóória… Ainda bem que eu não assisto novela, e nem a Globo… As programações são toodas consagradas, principalmente as novelas!”.

A autora da campanha conclui sua convocação ao boicote pedindo proteção: “Que o Senhor Jesus nos lave com seu poderoso sangue e abra nossos olhos!”.

De acordo com informações do site Notícias da TV, a Federação de Umbanda do Brasil optou por não comentar o teor do texto da campanha de boicote à novela, e a TV Globo assegurou que Meu Pedacinho de Chão “não é inspirada na umbanda e não faz nenhuma referência a ela”.

Boicotes de evangélicos

Na era das redes sociais, essa não é a primeira vez que evangélicos se juntam em boicote a uma novela da TV Globo. Recentemente, Salve Jorge – escrita por Glória Perez – se tornou alvo de uma maciça campanha contrária, iniciada por fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus.

Por Tiago Chagas | Fonte:Gospel+

O Evangelho ostentação

Recentemente a palavra ostentação tem ganhado grande destaque nos principais meios de comunicação, principalmente através daquilo que é chamado de funk ostentação. A palavra ostentação significa exibição exagerada, ou seja, é o ato de exibição daquilo que se tem em busca de status ou reconhecimento dentro de determinado grupo. A ostentação não é um atributo apenas de alguns funkeiros, onde procuram cantar e exibir carrões, roupas de marca, relógios de ouro, etc., mas existe em vários lugares e se manifesta de diversas formas (no meio político, intelectual, entre ricos e pobres).

Porém, é vexatório, aterrorizante e lamentável detectar uma espécie de “evangelho da ostentação” crescendo também no Brasil. Os modus operandis são os mesmos de outras manifestações do espírito da ostentação. Nos bailes funk o conteúdo das músicas fazem sempre apologia a belos carros, lugares glamorosos, roupas e relógios de marcas luxuosas, enquanto isso, os funkeiros exibem tudo aquilo que cantam para que seus seguidores continuem dando crédito a eles.  O show dura aproximadamente meia hora e o valor varia entre cinco a oitenta mil reais, ou seja, no palco encontra-se um artista lucrando para ostentar, falar e cantar sobre tudo aquilo que as pessoas desejam possuir, e na plateia normalmente estão aqueles que pagam para ouvir aquilo que desejam ter, mas que de fato não têm nem mesmo o dinheiro da passagem de ônibus de volta para a casa. E depois dizem que os desequilibrados mentais são apenas aqueles que estão internados em hospitais psiquiátricos.

Pior do que isso é observar o mesmo espírito crescendo dentro do contexto cristão evangélico, onde a cada dia aumenta-se o número de pregadores que pregam um evangelho da ostentação, ao mesmo tempo em que cresce um grupo de pessoas que acreditam que Evangelho de Cristo Jesus é ter coisas para poder exibir a outros.

Basta ligar o rádio ou a televisão para encontrar esses pseudos-pastores com os seus relógios (em grande parte apenas replicas) de marcas, roupas de grife, falando de carrões, mansões, dinheiro, e toda espécie de riqueza material, prometendo o que o evangelho jamais prometeu, e profetizando aquilo que Deus jamais mandou profetizar.

O lado ridículo e lamentável desse quadro fatídico é o povo que acredita, ou melhor, decide acreditar em fábulas e historinhas como de Alice no país das maravilhas, estando sempre hipnotizados pelo engano, tornando-se os próprios mantenedores desse processo diabólico, que procura apenas manter a luxuria e as idiossincrasias de lobos vestidos de ovelhas.

O resultado disso é o crescimento do engano, ao mesmo tempo em que cresce a ignorância e a alienação de um povo que declara Deus com seus lábios, mas que O negam em suas escolhas egoístas e carnais.

O Evangelho da Cruz não coaduna com o evangelho da ostentação humana, o Evangelho do Servo sofredor não coabita com a avareza transvestida de espiritualidade pagã, o Evangelho do Cordeiro imolado não compactua com o evangelho de homens amantes de si mesmo.

De modo que, de fato os dias hodiernos são tenebrosos, onde os homens buscam a glória da ostentação material, enquanto que, a glória para o maior missionário da historia  da Igreja (o apóstolo Paulo) era o significado da cruz de Cristo -” Mas longe de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo”. (Gálatas 6.14).

Tem alguma coisa muito dissimulada, sutil, diabólica, mortal, e engenhosamente arquitetada para o mal acontecendo dentro dos muros do contexto igreja. Num tempo onde sobram meninos e faltam homens, numa geração de cegos guiando cegos, e loucos governando enlouquecidos, que Deus na sua grandiosa misericórdia e bondade ajude os eleitos a permanecerem com a consciência e a esperança somente no Evangelho da cruz de Cristo Jesus.

Pastor Samuel Torralbo

Pais reclamam de livros didáticos que fazem apologia ao diabo

Pais reclamam de livros didáticos que fazem apologia ao diabo

O conteúdo didático dos livros entregues para 33 mil crianças da cidade de Taubaté (SP), tem gerado polêmica na cidade.

As mães contestam os ensinamentos de algumas dessas obras preocupadas com a forma como esses textos serão abordados na sala de aula e como os filhos entenderão a lição.

Em um dos livros, O “ABC Doido”, a letra T é associada ao tridente, mostrando um diabo com a inscrição: “É um T de tridente, – Cruz não!!!”.

Já na obra “Terríveis Romanos” há um passo a passo de como analisar as tripas de animais para ser um vidente e em um trecho da obra há um aviso dizendo que as mães não irão gostar de ver seus filhos abrindo animais em casa.

“É provável que sua mãe não ache graça em você estripando um animal dentro de casa. Se for o caso, vá a um criadouro e compre um coelho inteiro para fazer a leitura”, diz a obra.

O caso foi parar na Câmara dos vereadores de Taubaté e a secretária de Educação será chamada para explicar a escolha desses títulos e dizer se esses ensinamentos estão de acordo com a faixa etária das crianças que os receberam.

Em entrevista para a Rede Globo, a secretária Edna Chamon afirmou que os livros são obras premiadas que circulam em vários países do mundo e que continuarão a fazer parte do cronograma das escolas municipais.

“São materiais técnicos, dentro de uma proposta técnica, títulos inclusive comercializados em mais de 40 países”, disse ela que será ouvida pelos vereadores na próxima segunda-feira (17) na Câmara.

Fonte:GospelPrime

Marco Feliciano critica nomeação de Marcelo Crivella como ministro da Pesca

O pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) usou o Twitter para questionar as intenções que levaram o então senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) a ser nomeado como ministro da Pesca, na semana passada, pela presidente Dilma Rousseff.

Para o deputado colocar um evangélico como ministro só pode ser uma forma de tentar ganhar o público cristão de São Paulo para assim conquistarem votos para Fernando Haddad (PT), ex-ministro da Educação.

Sem questionar a competência de Crivella, Feliciano diz que é visível a apologia que o novo ministro está fazendo para Haddad.

“Já se mostra nas páginas dos jornais ele fazendo apologia a Fernando Haddad pai do kit gay. Mais uma vez o Governo dá um tiro no pé”, escreveu.

Mas para o pastor pentecostal essa não é o único problema da nomeação de Crivella, pois ele representa a Igreja Universal do Reino de Deus que tem tido antipatia de grande parte dos evangélicos no Brasil.

“Primeiro Crivella é da Universal, que neste momento carrega a antipatia dos pentecostais e dos membros da Mundial”, lembra Feliciano.

Outro motivo que pode prejudicar os planos do PT é o fato da IURD não ter os evangélicos como público principal.  “A Universal nunca ajudou o Movimento Evangélico, basta ver a Record que não abre espaço para nenhuma igreja”, diz.

Feliciano cita ainda mais um motivo para ser contra a nomeação de Crivella: “A nomeação de Crivella enfraquece os evangélicos no Parlamento. Afinal será uma voz e um voto a menos nas questões que nos interessam”.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/marco-feliciano-critica-nomeacao-de-marcelo-crivella-como-ministro-da-pesca/#ixzz1oGsBHRFt