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Padre mexicano é acusado de 100 casos de abusos contra crianças

Um cartaz gigante colocado na capital de San Luis Potosí, no México, pede para que vítimas de abuso sexual cometidos por um padre o denunciem.

A foto do religioso está estampada para que as vítimas possam o reconhecer ao lado da inscrição: “¿Fuiste víctima? ¡Denuncialo!” [Foi vítima? Denuncie-o] com os dados para realizar a denúncia, tanto por e-mail como através do Facebook de uma fundação de apoio às vítimas.

O nome do religioso é Eduardo Córdova, ele é acusado de abusar de mais de cem crianças que estudavam em uma escola privada localizada em San Luis Potosí, capital do estado de mesmo nome.

O procurador de Justiça Miguel Covarrubias está acompanhando as investigações e pediu para que o arcebispo da região, Carlos Cabrero, para que ele repasse os arquivos com todas as denúncias feitas contra o sacerdote.

Em resposta, o porta-voz do arcebispado de San Luis Potosí, Jesús Priego, reconheceu durante entrevista coletiva que existe um arquivo aberto no Vaticano que investiga Córdova por pederastia.

O padre Eduardo Córdova é uma figura influente na região, ele já atuou no Conselho Cidadão pela Transparência, ao lado do governo local, e também no Conselho dos Direitos Humanos.

A campanha no outdoor pretende estimular as vítimas a fazerem denúncias para que o padre seja punido por conta desses crimes cometidos. Com informações R7.

Fonte:GospelPrime

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Acusado de queimar Alcorão é queimado vivo no Paquistão

Acusado de queimar Alcorão é queimado vivo no Paquistão

No último sábado (22) um homem foi queimado vivo no Paquistão depois que uma multidão se revoltou ao saber que ele supostamente teria queimado exemplares do livro sagrado do islamismo.
Por esta acusação o homem teria sido levado até a delegacia, mas os muçulmanos revoltados com a queima do Corão tiraram-no de dentro da delegacia e atearam fogo.
A vítima foi Usman Memon, ele teria dormido uma noite na mesquita do povoado, no dia seguinte os fiéis encontraram exemplares queimados do Alcorão e, suspeitando dele, o levaram para a delegacia para que ele fosse preso pelo crime de blasfêmia.
Segundo informações do site do jornal Express, mais de 200 moradores da cidade de Seeta, na província de Sindh, atacaram o homem e foram acusadas de assassinato e obstrução ao trabalho da justiça. Dez policias também foram acusados de permitir que o assassinato acontecesse e por este motivo foram suspensos por “negligência”.
A lei da blasfêmia é muito rígida no Paquistão, este ano uma adolescente com problemas mentais chegou a ser presa sob uma falsa acusação de ter queimado o Corão e foi presa correndo o risco de ser punida com prisão perpétua. O caso foi solucionado depois que testemunhas acusaram o imã local de plantar provas para espantar os cristãos da vila.
Os imãs, que são líderes muçulmanos, são os principais acusadores em casos de blasfêmias. Muita das vezes eles agem com a intenção de amedrontar minorias religiosas. As informações são do portal Terra.

Ex-fiéis pedem prisão do pastor acusado de abuso sexual de fiéis

Na manhã da última segunda-feira (27) iniciou o julgamento do pastor Aldo Bertoni, 85 anos, que foi acusado de abusar de dezenas de fiéis oferecendo cura de doenças em troca de sexo.

Líder da Igreja Apostólica, uma seita que ele fundou para adorar a si mesmo, ele tem sido investigado pelo Ministério Público desde 2009 quando uma das vítimas teve coragem de denunciar o líder religioso para a polícia.

Antes de começar o julgamento dezenas de pessoas foram até o Fórum Criminal da Barra Funda, zona oeste de São Paulo, para protestar contra Aldo Bertoni. Os cartazes o acusavam de “abusador”, e também pediam  a condenação de quem teria abusado de muitas mulheres.

Para os frequentadores da Igreja Apostólica, o irmão Aldo, como é chamado, é praticamente um santo e por esse motivo é que muitas das vítimas tiveram medo de contar sobre os abusos. Muitas delas esperaram anos para poder denunciar o líder uma vez que não tinham como convencer seus familiares de que ele teria abusado sexualmente delas.

Os abusos, segundo relatos, aconteciam em uma sala onde Aldo Bertoni recebia os fiéis para orações. Relatos dizem que ele trancava a porta e molestava as mulheres dizendo que os toques e carícias iriam curá-las.

Com informações Band