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Pastor é preso por protestar contra o aborto; Cartazes diziam que prática é assassinato de crianças

Um pastor que protestava contra o aborto num cruzamento foi preso por segurar um cartaz que dizia que a prática mata crianças. Stephen Joiner foi detido por quatro horas por supostamente ter desobedecido um policial que ordenou que ele deixasse o local.

Joiner é líder da Igreja do Nazareno, na cidade de Columbus, Mississippi, e agora é beneficiário de uma ação por conta de sua prisão, considerada abusiva.

O Conselho de Liberdade entrou com um processo de direitos civis contra a prefeitura da cidade e o capitão da Polícia, Frederick Shelton, em nome do pastor.

Durante a audiência do processo, o capitão Shelton acusou o pastor de violar leis municipais que regulamentam manifestações em grupo, porém, a defesa argumentou que o pastor estava sozinho no momento de sua prisão.

“A Primeira Emenda protege o direito dos cidadãos de se expressar sobre as vias públicas livres de interferência do governo”, disse Mat Staver, fundador e presidente do Conselho de Liberdade. “As ações da cidade foram totalmente injustificadas e são uma afronta aos direitos fundamentais de todos os americanos. Mesmo o discurso impopular é protegido quando pacificamente expressa, como o pastor Joiner fez aqui”, acrescentou Staver.

Fonte:Gospel+

Eduardo Campos afirma ser contra a legalização do aborto

O pré-candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB), ex-governador de Pernambuco, esteve na cidade de Aparecida, interior de São Paulo, neste último domingo (20) para participar das celebrações da missa de Páscoa.

Diante de milhares de católicos o político afirmou que é contra o aborto, tema que muito interessa aos cristãos, católicos e evangélicos, e que nas eleições de 2010 foi muito debatido pelos candidatos.

“Como cidadão acho que minha posição e a de todos. Não conheço ninguém que seja a favor do aborto”, disse ele quando foi questionado a respeito da liberação da prática.

De acordo com a reportagem do jornal “O Estado de São Paulo”, Campos ficou constrangido ao falar sobre o assunto diante do cardeal dom Raymundo Damaceno, responsável pelo Santuário de Aparecida.

Na visão dele, que tem Marina Silva como candidata a vice, a lei brasileira sobre o aborto não precisa ser alterada. “A legislação brasileira já é adequada. Ela já prevê as circunstâncias e os casos e eu não vejo razão para que se altere exatamente a legislação que o Brasil já tem”, afirmou.

Essa foi a primeira vez que Eduardo Campos participou de uma missa no Santuário de Aparecida e pode se assentar em uma área reservada para autoridades no altar onde também estava o pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo pelo PT Alexandre Padilha.

Apesar de a declaração ser interpretada como uma tentativa de se aproximar do público religioso, o ex-governador não quis falar sobre as eleições presidenciais com os jornalistas.

“Hoje é dia de Páscoa. Vamos ter o ano todo para conversar sobre isso”, disse ele que depois da missa se reuniu na casa do arcebispo para um café acompanhado de sua família.

Malafaia aprova posição de Campos

De acordo com o jornalista Lauro Jardim, da Veja, o pastor Silas Malafaia estaria cada vez mais interessado em apoiar a candidatura de Eduardo Campos.

Com essa declaração de não ser a favor do aborto o pré-candidato conquistou ainda mais a confiança do líder evangélico. Ao lado de Marina Silva, Campos espera conquistar boa parte dos votos dos evangélicos, principalmente entre os pentecostais, já que Marina e Malafaia fazem parte da igreja Assembleia de Deus, a maior denominação do país, segundo o IBGE.

Fonte:GospelPrime

Sem Marina Silva, PV defende o aborto e a liberação da maconha

Após a saída da ex-ministra Marina Silva do Partido Verde (PV), que em 2010 obteve quase 20 milhões de votos e ficou em terceiro lugar na disputa para comandar o Palácio do Planalto, o PV planeja levar à campanha presidencial de 2014 temas polêmicos como liberar o aborto além das situações permitidas pela atual legislação e descriminalização do consumo de maconha.

Em 2010 Marina teria se posicionado contra estas questões por ser evangélica, agora sem a ex-ministra o partido pretende apresentar esses temas como parte dos dez pontos programáticos lançados na última segunda-feira (24) pelo pré-candidato Eduardo Jorge, ex-deputado.

“Não vamos fazer campanha olhando para 2010″, disse Eduardo Jorge. “Questões de orientação sexual, reforma política, reforma tributária e relações com a agricultura não foram bem defendidas em 2010″.

Segundo integrantes do partido a defesa do aborto e da maconha sempre foram uma bandeira da legenda, mas acabou sendo “temporariamente” revisto para a ex-ministra evangélica se candidatar pela sigla. Marina deixou a legenda em 2011 para fundar seu próprio partido.

O ex-deputado reconhece que, entre os eleitores que votaram na candidata do PV em 2010, havia conservadores que foram atraídos pelas convicções pessoais e religiosas de Marina. Afastar o PV desse eleitorado, garantiu o pré-candidato, não é problema, mas solução.

Fonte:GospelPrime

Marco Feliciano reafirma que não renunciará, fala sobre aborto e diz que movimento LGBT quer impor uma “ditadura gay” no Brasil. Assista

O pastor Marco Feliciano concedeu uma entrevista ao programa Poder e Política, exibido pelo portal Uol em parceria com  o jornal Folha de S. Paulo, e comentou as questões que tem cercado seu mandato nos últimos dias.

Feliciano voltou a negar que renunciará ao cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), e disse que está acostumado a pressões.

“Quero agradecer a oportunidade que você me dá de a primeira vez, agora, dar uma entrevista séria para um portal sério. E dizer que não há possibilidade nenhuma de renúncia. Não há possibilidade nenhuma de renúncia até porque eu não cometi nenhum crime, eu não passei por nenhum tipo de julgamento, nenhum tipo de tribunal e o que tem acontecido é apenas a força de um grupo da sociedade que luta muito para que eu, debaixo dessa pressão, saia do cargo. Só que pressão é meu sobrenome. Desde criança eu vivi sobre pressão. Eu nasci de uma família pobre e vivi até agora”, disse Feliciano ao jornalista Fernando Rodrigues, apresentador do programa.

Sobre questões ligadas ao aborto, Feliciano afirmou ter ficado feliz pela escolha da Igreja Católica por “um papa que ainda é bem ortodoxo, é bem conservador e que prima” pela vida, posicionando-se contra a legalização da interrupção das gestações.

“A família é a base da sociedade. Aliás, a família é antes da sociedade. A família é antes do estado. Então, nós não podemos destruir a família. Se você destruir a família, você destrói a sociedade, destrói o estado. Isso já aconteceu em outras civilizações. Então, existe uma proteção. É preciso ter o contraponto e o contraditório”, disse Feliciano.

O pastor posicionou-se contra, inclusive, ao aborto em casos de estupro, dizendo que “Vivemos num mundo cão”, mas que o bebê “não tem culpa disso. É uma vida. É uma criança”.

Para o pastor, o melhor caminho nesses casos é encaminhar o bebê para adoção: “Se ela não quer cuidar da criança, existe uma fila imensa de pessoas que querem adotar essas crianças. Dê a luz e dê essa criança para que alguém possa cuidar dela, mas não assassine. Não aborte”.

Feliciano-Fernando RodriguesMarco Feliciano fez uma revelação a respeito de sua mãe para contextualizar sua postura nesse assunto: “Eu sou filho de uma mulher que, por causa dada à pobreza… A minha mãe… Houve um tempo na vida dela em que ela tinha uma pequena clínica de aborto. Uma clínica clandestina. Eu cresci no meio disso. Eu vi mulheres perderem o seu bebê assim e fiquei traumatizado por isso. Eu vi fetos serem arrancados de dentro de mulheres. Isso é uma tortura. Não se faz isso. Não se faz isso. A vida é um dom de Deus. Só Deus dá e só Deus tira”, pontuou.

Comentando as acusações de racismo feitas contra ele, Feliciano citou o poema “Vozes D’África”, do escritor abolicionista Castro Alves, e voltou a negar que seja racista por sua menção à teologia que defende a ideia de que os habitantes do continente africano são descendentes de um neto de Noé, amaldiçoado por ele.

O pastor pontuou ainda que toda a polêmica foi “empesteada” no país pelo movimento LGBT, que segundo o pastor, pretende instalar uma “ditadura” no país, e impor seus pensamentos.

“Eles querem impor o seu estilo de vida e a sua condição sobre mim. E eles lutam contra a minha liberdade de pensamento e de expressão. Eles lutam pela liberdade sexual deles. Só que antes da liberdade sexual deles, que é secundária, tem que ser permitida a minha liberdade intelectual. A minha liberdade de expressão. Eu posso pensar. Se tirarem o meu poder de pensar, eu não vivo. Eu vegeto e morro”, afirmou Marco Feliciano.

Marco Feliciano afirmou ainda que hoje em dia, poderia procurar palavras mais adequadas para dizer o que pensa, mas não deixaria de falar o que entende ser verdade: “Hoje pensaria outra forma para falar. Porque hoje eu começo a entender o que é a vida pública. Eu nunca tinha sido nem vereador. Eu tive essa expressão de votos aí. As pessoas que votaram em mim votaram porque sabem que eu sou contundente nos meus posicionamentos, e corajoso. Hoje, usaria outros tipos de palavras. Talvez falaria as mesmas verdades de outra forma. Existem várias maneiras de dizer uma verdade, né? Seria um pouquinho mais cuidadoso”, ponderou.

O pastor e deputado voltou a criticar a determinação do Conselho Federal de Psicologia sobre a reorientação de homossexuais, que proíbe os profissionais da área de oferecerem ajuda nesses casos: “Um homem, cansou de namorar uma mulher e ele está com problema psicológico. Ele vai ao Conselho Federal de Psicologia ou ao psicólogo e diz: “Olha, eu queria me reorientar. Não sei, de repente eu passei a ter uma paixão por pessoas do mesmo sexo”. O psicólogo está amparado pela lei do Conselho Federal de Psicologia para cuidar da pessoa. Se houver alguém no sentido contrário, um homossexual, ele cansou desse estilo de vida, de repente ele viu que não dá certo, ele quer se reorientar, ele quer procurar um psicólogo e falar assim: “Olha, eu sou homossexual, mas eu quero que você me ajude a voltar como eu era antes quando eu nasci. Eu gostava de mulher, ou eu gostava de homem. Eu quero que você me ajude a me reorientar”. Sabe o que o psicólogo vai dizer para ele? “Por favor, saia do meu consultório agora. Porque se alguém souber disso eu vou ser cassado pelo Conselho Federal de Psicologia”. É uma desproporcionalidade. Você pode ir para um lado, mas não pode ir para o outro. O movimento GLBT se levanta com uma doutrinação nacional. Eles se levantam nesse nosso país com uma ditadura, uma ditadura gay”.

Vídeo completo: Marco Feliciano no Poder e Política do UOL e Folha

Estelionato

O jornalista Lauro Jardim, da revista Veja, publicou uma informação de que o pastor Marco Feliciano deverá depor ao ministro Ricardo Lewandovski na próxima sexta-feira, 05 de abril, a respeito do processo em que ele é acusado de estelionato.

Segundo Jardim, Feliciano tentou desmarcar o depoimento alegando um compromisso num evento religioso no Pará, mas o ministro do Supremo Tribunal Federal recusou e manteve a sessão para a data agendada.

Fonte: Gospel+

 

“Eu amo os homossexuais como eu amo os bandidos”, diz Silas Malafaia à Gabi

“Eu amo os homossexuais como eu amo os bandidos”, diz Silas Malafaia à Gabi

Neste domingo foi ao ar no programa “De Frente com Gabi” um verdadeiro debate de ideias entre a jornalista Marília Gabriela e o pastor Silas Malafaia, líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

Sempre polêmico, o pastor condenou abertamente o homossexualismo e o aborto e ainda negou os dados veiculados pela revista Forbes sobre sua renda e mostrou a declaração de Imposto de Renda provando que seu patrimônio é de R$4 milhões.

O debate teve três blocos com assuntos distintos e gerou muitos comentários nas redes sociais. A maioria criticando certas afirmações do pastor.

Entre as frases mais controversas estava “Eu amo os homossexuais como eu amo os bandidos”.

Confira nos vídeos abaixo:

Ativistas gays agridem jovens cristãos durante caminhada em protesto contra o aborto, em Curitiba. Assista

Um manifesto pacífico contra o aborto, promovido pela Instituição Católica Plínio Corrêa de Oliveira (IPCO), terminou em tumulto após ativistas gays agredirem os manifestantes.

O ato, chamado Cruzada pela Família, foi realizado no dia 14/01 e contava com jovens católicos voluntários da instituição, e protestava contra o aborto, ressaltando também o modelo tradicional da família e pregando contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Um grupo de ativistas gays e simpatizantes se juntou à caminhada e passou a agredir os jovens fisicamente, além de cusparadas e gestos obscenos.Imagem: reprodução de vídeo

Os jovens manifestantes divulgaram um vídeo com as cenas de enfrentamento e agressões dos ativistas gays.

Em sua descrição, ressaltam que seu manifesto era pacífico e uma expressão de princípios, direitos garantidos constitucionalmente.

Para os manifestantes do IPCO, o comportamento dos agressores mostra a “intolerância” de uma “ditadura gay”.

Confira no vídeo abaixo, as cenas gravadas pelos jovens da IPCO. Há cenas de violência e gestos obscenos, portanto, cuidado:

“Família Estruturada, Sociedade Curada” é novo projeto de Marco Feliciano

“Família Estruturada, Sociedade Curada” é novo projeto de Marco Feliciano

O pastor Marco Feliciano divulgou neste domingo (20) uma campanha para incentivar as manifestações em favor da família. “Família Estruturada, Sociedade Curada” servirá como base em suas campanhas contra o casamento gay, adoção de crianças por homossexuais, divórcio, drogas, entre outros debates que fazem parte da agenda do deputado do Partido Socialista Cristão.

“A ideia deste projeto é incentivar a família, aos pais e mães que são contra a ‘ditadura gay’ a opinarem, se manifestando em suas redes sociais, blogs, sites, na igreja, em conversas com os filhos e parentes”, disse Feliciano.

O parlamentar divulgou através de sua conta no Twitter o logo do projeto. Feliciano também criticou a posição da ministra Marta Suplicy e da deputada Érica Kokay, favoráveis às leis que criminalizam a opinião contra a prática homossexual.

Para Feliciano os cristãos no Brasil deveriam ser mais participativos e expressar sua desaprovação quanto às leis de benefício de homossexuais e as leis que incentivam a desvalorização da família.

O pastor Marco Feliciano falou com exclusividade ao Gospel Prime sobre o projeto.

Leia a entrevista na íntegra:

Gospel Prime – O que é o projeto “Família Estruturada, Sociedade Curada”?

Marco Feliciano – “Família Estruturada, Sociedade Curada” é um projeto que visa incentivar a manifestação popular contra os projetos que tramitam no Congresso Nacional e visam à desvalorização da família tradicional brasileira. Projetos como o casamento gay, a liberação do consumo de drogas, aborto, entre outros.

GP – O senhor acredita que os cristãos não tem se manifestado contra estes projetos?

MF – Na Alemanha ou em qualquer outro país da Europa, 10 pessoas conseguem chamar a atenção da mídia. Nós brasileiros somos milhões de cristãos e continuamos sendo ignorados pela mídia secular. A França deu o exemplo, 800 mil pessoas foram para as ruas contra a união civil e chamaram a atenção do mundo. Precisamos mobilizar as mídias sociais e chamar a atenção popular, pois a mídia secular é favorável à aprovação da união civil gay. Pois depois da união civil virá à adoção de crianças por parceiros gays, a extinção das palavras pai e mãe, a destruição da família.

GP – O senhor acredita que com o número de cristãos no Brasil ainda corremos o risco de ter leis de desvalorização da família aprovadas no Congresso?

MF – Isso é uma realidade. No projeto do novo Código Penal já temos leis “cristofóbicas”, que criminalizam a opinião contra a prática homossexual. Se continuarmos calados teremos esta prática imposta em nossas famílias. Os projetos do MEC (Ministério da Educação) são um exemplo da intenção perigosa dos grupos e movimentos pró-homossexuais.

GP – Existe um movimento anticristão no Brasil?

MF – Com certeza. Existe um grupo empenhado em macular a imagem do povo evangélico no país. E a mídia secular, infelizmente, é a principal ferramenta deste movimento. Um exemplo claro é a matéria tendenciosa de Veja SP sobre a ESLAVEC e a liderança do pastor Silas Malafaia.

GP – Como os brasileiros podem participar da campanha “Família Estruturada, Sociedade Curada”?

MF – Colocando o logo em suas redes sociais, se manifestando publicamente através de passeatas, encaminhando cartas e e-mails para os gabinetes dos deputados e senadores e até promovendo debates a respeito. Toda manifestação pacífica é válida.

FONTE: GOSPELPRIME

Rabinos de Israel fazem campanha contra aborto

Através de cartas, dois grandes rabinos de Israel pediram apoio para a organização Efrat que atua contra a realização do aborto. Shlomo Amar e Yona Metzger disseram que o procedimento de interrupção da gravidez é um “assassinato” e que oferecendo ajuda financeira às mulheres podem desistir de cometê-lo.

“É preciso apoiar as organizações que oferecem ajuda financeira às mulheres que não querem abortar, já que se trata de um assassinato que não merece nenhuma contemplação”, disse o rabino Metzger em entrevista a uma rádio militar.
Na carta, os dois líderes afirmam que a Efrat conseguiu “salvar em um ano 4 mil vidas” e que por isto merece o apoio de todos os judeus que são contra o aborto. “Neste ano desejamos conscientizar mais pessoas do caráter extremamente grave da decisão de matar um feto”, continua o texto.
Em Israel o aborto é permitido para mulheres com menos de 17 anos, para mulheres com mais de 40 anos e para vítimas de estupro ou relações incestuosas. Quando há malformação do feto ou se a gravidez colocar a saúde da mãe em risco uma comissão médica também pode entrar com o pedido para realizar o aborto.
O jornal Haaretz afirma que está não é a primeira vez que os religiosos se pronunciam contra o aborto, mas que a nova carta tem um conteúdo mais duro para tentar impedir que os procedimentos continuem sendo realizados. As informações são do Terra.

Foto de criança chinesa abortada enfurece cristãos

Segundo as estatísticas divulgadas recentemente, cerca de 13 milhões de abortos são realizados na China a cada ano, uma média de 35.000 por dia. O país comunista ainda exige que cada família tenha apenas um filho e, por questões culturais, crianças do sexo masculino são privilegiadas, o que leva a um verdadeiro genocídio de meninas e há práticas como o tráfico de crianças e constantes violações dos direitos reprodutivos das mulheres.
Desde a semana passada, a foto de um feto abortado com nove meses, mesmo contra a vontade de sua mãe, tem atraído grande atenção na Internet. Circulando através de e-mails e das redes sociais, a imagem é acompanhada de protestos sobre a brutalidade da política chinesa do filho único.
A foto de uma pessoa não identificada é de um hospital supostamente em Moshan, China, ao lado de um balde vermelho onde pode ser visto o corpo de um bebê flutuando em meio a sangue e água.
O site PrisonPlanet.com foi o primeiro a postar a foto que rapidamente viralizou na rede social chinesa Weibo. De acordo com o site, o bebê era de um casal chinês forçado a fazer um aborto porque já tinham um filho. O menino abortado teria saído chorando do ventre materno. Por causa de complicações devido a hemorragia, a mãe teria morrido logo em seguida.
“A mãe recebeu uma injeção com veneno que induziu o aborto e o bebê foi retirado de maneira desumana, como um pedaço de carne. Ele ainda estava vivo e começou a chorar antes que os médicos jogassem a criança indefesa em um balde, onde foi deixado para morrer”, afirma o artigo.
A lei do filho único é uma forma de controle populacional implementado pelo governo chinês em 1979, a fim de controlar o aumento da população. Estima-se que a população do país passou de 694,6 milhões em 1964 para mais de 1 bilhão em 1982. A lei não afeta todos os residentes na China. Algumas regiões estão isentos desta regra, assim como os estrangeiros que vivem no país.
Vários ministérios cristãos usaram a imagem para reforçar suas campanhas contra o aborto. O site LifeNews.com abriu o debate e centenas de mensagens foram postadas na seção de comentários.
“O Partido Comunista Chinês tenta convencer o mundo que está mudando sua política do filho único. A foto demonstra que isso é mentira. A política chinesa do filho único é imposta por meio do aborto forçado, da esterilização forçada e do infanticídio”, afirmava um e-mail da organização Direitos das Mulheres Sem Fronteiras.
O site católico Catholicsistas.com pediu um boicote aos produtos chineses enquanto o governo não mudar essa prática desumana e apela “não deixe que a morte dessa criança tenha sido em vão. Vamos lutar por todos aqueles [fetos] que não podem se defender da morte”.
Traduzido e adaptado de Christian Post, Life News e Catholicsistas
Fonte:GospelPrime

Grupo gospel pode ser processado por falar contra gays e aborto durante show

Contratados pela escola de ensino médio em Dunkerton, no Estado de Iowa, o grupo gospel Junkyard Prophet deveria dar aos alunos uma breve palestra sobre bullying e a necessidade de os estudantes fazerem as escolhas certas na vida.

Porém, o líder da banda, Bradlee Dean, decidiu fazer uma longa explanação sobre casamento gay, aborto e a necessidade dos jovens casarem virgens.

O diretor da escola, Jim Stanton, disse que o grupo fez um ótimo show, com uma mensagem “muito forte antiviolência, antidrogas e antiálcool”, mas depois acabou indo “longe demais”.

O baterista Bradlee Dean, que também é pastor, começou dizendo que as meninas deveriam ser submissas aos seus maridos e precisavam casar virgens, caso contrário seus vestidos de noiva estariam enlameados.

Também falou com os meninos presentes sobre a homossexualidade. A banda disse aos alunos que os homens gays morrem, em média, aos 42 anos de idade, por terem “um estilo de vida destrutivo” que “literalmente os mata”. Também criticou artistas como Elton John e Lady Gaga, dizendo que eles promovem “valores corrompidos”.

O grupo exibiu ainda um vídeo contra o aborto e mostrou imagens de fetos abortados. “Você sabia que, até 1973, qualquer pessoa que assassinasse uma criança no ventre poderia ser processada criminalmente?…  Aqui está outro exemplo de infanticídio. Este é o resultado de alguém que matou seu bebê fazendo um aborto”, disse Dean, apontando para as imagens projetadas no telão

Alguns dos alunos presentes alegam terem se sentido ofendidos durante a apresentação e muitos não concordaram com a mensagem. Muitos pais estão pressionando o diretor para que processe o grupo por conta de suas declarações “homofóbicas” e “preconceituosas”.

O diretor afirmou em nota que “(Junkyard Prophet) demonstrou uma intolerância que não está de acordo com as crenças da Escola Dunkerton… Nós vamos promover a tolerância mútua. Vamos continuar  celebrando a diversidade em nosso corpo discente”.

O Junkyard Prophet disse que apenas levou sua mensagem e que já alcançaram mais de 500.000 jovens americanos com seu ministério, visitaram mais de 300 escolas em 22 estados americanos e venderam mais de 40.000 discos ao longo de sua carreira.

A controvérsia em Iowa  rendeu ao grupo um convite para voltar a cidade de Dunkerton e se apresentar em uma igreja evangélica da cidade, onde poderiam falar abertamente para os jovens.

Traduzido e adaptado de Buzz Feed e Washigton Post

Fonte: GospelPrime